Educação e Cultura - Mídia Recôncavo
Recôncavo, Terça , 16 de Janeiro de 2018
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Seja amor,seja muito amor. E se mesmo assim for difícil ser, Não precisa ser perfeito, Se não der pra ser amor, Que seja ao menos respeito. #CultiveORespeito
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Educação e Cultura
Foto: Mídia Recôncavo

A Câmara Municipal de Cruz das Almas realizou na noite desta segunda-feira (20) uma Sessão Solene em comemoração ao Dia da Consciência Negra, fazendo com que esse momento fosse de conscientização e reflexão sobre a importância do povo africano na identidade cultural brasileira, onde cada vereador prestou homenagens a alguns cidadãos cruzalmenses entregando a Comenda Zumbi dos Palmares.

O prefeito Orlandinho falou sobre o sofrimento que o povo negro passou e vem passando e as lutas cotidianas contra o racismo. “Quem é negro nesse país sabe que existe racismo sim, quem é de famílias de negros e negras sabem desse sofrimento de discriminação, de falta de oportunidade. E foi a partir do nosso governo em 2005 que conseguimos construir e instalar momentos como esse e foi a partir do nosso governo que duas comunidades de Cruz das Almas foram reconhecidas como Comunidades Quilombolas. Espero que essa luta continue para combater essa forma tão estupida de discriminação”, disse.

“Para nós vereadores de Cruz das Almas essa é uma data magna, onde pudemos homenagear celebridades negras de vários seguimentos como pai de santo, capitão da polícia militar, professor, ex-vereadores e outros. Desta forma, eu acho que isso nos dá o contentamento de saber da igualdade racial. Então é essencial falar sobre a importância do negro não só na data do dia 20 de novembro, mas em toda a sua história, todo seu convívio no município ele tem o seu espaço”, ressaltou o presidente da Câmara, Renan de Romualdo.

 

Veja a lista dos vereadores e seus homenageados:

 

Foto: TV Globo/Reprodução
Fachada da Escola Classe 8 do Cruzeiro, no Distrito Federa

 Um aluno de 8 anos desmaiou de fome, nesta semana, enquanto assistia à aula em uma escola do Cruzeiro, no Distrito Federal. A criança mora no Paranoá Parque, um empreendimento do Minha Casa, Minha Vida. Como não há colégio público no local, as 250 crianças do condomínio percorrem 30 quilômetros, todos os dias, para frequentar a escola.

"A gente chamou o Samu. Quando o Samu chegou e fez o atendimento, e viu que era fome, até o rapaz praticamente chorou", conta a professora Ana Carolina Costa, que dava aula para a criança que sofreu o desmaio.

"A gente se sentiu impotente. Como uma criança desmaia de fome?"

Em nota enviada à TV Globo, a Secretaria de Educação disse "lamentar" o caso do estudante, e informou que não oferece almoço às crianças porque não há ensino integral na unidade. A reportagem insistiu e, em uma nova resposta, a pasta disse que vai "reavaliar" a situação.

No comunicado, a secretaria diz que fornece um "lanche" a cada turno – segundo funcionários, a merenda é composta por biscoito e suco, na maioria das vezes.

Fome e pobreza

De acordo com a equipe da Escola Classe 8 do Cruzeiro, a reclamação de fome é comum entre os alunos. As aulas acontecem à tarde mas, por causa da distância e do número de paradas, muitas crianças saem de casa às 11h, e passam o horário de almoço no transporte escolar do governo.

Como as famílias têm renda baixa, muitos desses alunos saem sem almoçar. Segundo Ana Carolina, boa parte das crianças nem tem o que comer em casa, e vão à escola contando com a merenda.

"Ficam dispersos, não prestam atenção. Eles falam: 'tia, tô com fome.' [...] A escola faz o que pode, chama a família, o Conselho Tutelar, não é omissão da escola", diz a professora.

O lanche citado pela Secretaria de Educação é fornecido por volta das 15h30, no recreio das aulas da tarde. Após recobrar os sentidos, a criança que desmaiou em sala de aula contou aos médicos do Samu qual tinha sido a última refeição: um prato de mingau de fubá, comido no dia anterior.

Pedido de exceção

Os professores da Escola Classe 8 dizem ver sentido na alegação da Secretaria de Educação – que oferta almoço apenas para crianças em turno integral, que passam o dia nos colégios –, mas pedem que uma exceção seja aberta a esses alunos, em razão do trajeto e da condição social.

"O que a escola precisa é que seja ofertado um complemento. A gente não vai alimentar essas crianças com biscoito", diz a professora Fabiane Rios.

A reclamação é encampada pelo Sindicato dos Professores (Sinpro-DF), que diz já ter enviado contestação ao governo sobre o caso. "Já pedimos diversas vezes para oferecer almoço e lanche para essas crianças. Como elas vêm de muito longe, não dá para ficar só com o lanche parcial", diz o diretor da entidade, Samuel Fernandes.

Das 250 crianças que saem do Paranoá Parque rumo à escola do Cruzeiro, quatro são filhos da dona de casa Jeane de Amorim. Desempregada, ela diz que enfrenta problemas, diariamente, para alimentar as crianças.

"Quando tem arroz com feijão, alguma mistura, eu ponho para eles, mas quanto não tem, eles vêm com fome, porque eu confio que a escola tem o lanche. É difícil."

Por que tão longe?

Durante a apuração, a TV Globo também questionou a Secretaria de Educação sobre a necessidade de enviar essas crianças para um colégio a 30 km de distância. A pasta não quis conceder entrevista, mas informou, em nota, que existe previsão para construir escolas no Paranoá Parque e no Itapoã, mas "não há disponibilidade financeira imediata para essas obras".

Os terrenos já foram separados, e uma dessas escolas já tem até projeto pronto. Agora, a secretaria diz aguardar "dotação financeira", ou seja, dinheiro para colocar a obra em pé. A pasta diz que, ao todo, 730 crianças usam o transporte escolar público para sair do Paranoá Parque e chegar a escolas em outras regiões.

"A Secretaria acrescenta que 84 crianças que estão cursando o 5º ano no Cruzeiro, irão cursar o 6º ano nos Centros de Ensino Fundamental 03 e 05 do Paranoá, em 2018", diz a nota.

Fonte:G1

Margarida Neide | Ag. A TARDE

O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) divulgou o gabarito oficial das provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2017, realizadas nos dias 5 e 12 de novembro. Com o gabarito, os candidatos podem saber quantas questões acertaram.

 

Correção das provas

A correção das provas é feita usando a metodologia da Teoria de Resposta ao Item (TRI), em que o valor de cada questão varia conforme o percentual de acertos e erros dos estudantes naquele item.

Dessa forma, um item em que grande número dos candidatos acertarem será considerado fácil e, por essa razão, valerá menos pontos. Já o estudante que acertar uma questão com alto índice de erros ganhará mais pontos por aquele item.

Por isso, não é possível calcular a nota final apenas contabilizando o número de erros e acertos em cada uma das provas. Dois candidatos que acertarem o mesmo número de questões podem ter pontuações diferentes. O estudante só tem como saber a nota final no Enem quando o resultado sair.

A correção é feita por meio de um sistema de reconhecimento no qual a Fundação Getulio Vargas e a Cesgranrio extraem os dados com as respostas das questões objetivas de cada participante, durante a etapa de digitalização. Por isso, é imprescindível que o preenchimento do cartão-resposta tenha sido realizado com caneta esferográfica de tinta preta.

O Boletim de Desempenho deverá ser disponibilizado aos participantes em 19 de janeiro de 2018.

 

 Fonte: A Tarde

Foto: Divulgação

SEMANA DA CONSCIÊNCIA NEGRA 2017 - CMC

A Câmara Municipal da Cachoeira promove a Semana da Consciência Negra entre os dias 20 a 22 de novembro, com uma programação voltada para discussões acerca da resistência, das dificuldades enfrentadas durante séculos (e até hoje), enfatizar os direitos sociais adquiridos e a busca por novos, a cultura em evidência e a luta de um povo que almeja por justiça. Você é nosso convidado especial! 

 

Confira programação completa:

 

20 de novembro - Mesa de Debates:

 

09h - Discriminação e preconceito na sociedade atual. 

Saúde da população negra: um olhar atento para anemia falciforme.

 

Fábio Batista

Yalaxé Juçara Lopes Santos Pontes

Caliane Suzart - Mediadora

 

21 de novembro - Mesa de Debates:

09h - Políticas Públicas para negros, povos de comunidades tradicionais e de matrizes africanas.

Economia Sustentável: Kaonge, um caso de sucesso.

 

Ananias Neri Viana 

Maria das Graças Silva de Brito (Maria de Totó)

Lucio Neri - Mediador

 

22 de novembro - Mesa de debates:

09h - Valorização dos Grupos Culturais de Cachoeira

 

Ney Pontão (a confirmar)

Valmir da Boa Morte

Jomar Lima - Mediador

 

11h - Apresentação Cultural: 

Rádio Quilombo - Uma experiência na Bacia do Iguape

 

19h - Sessão Especial em homenagem aos 59 anos do Samba de Roda de D. Dalva

 

Oradora: Any Manuela Freitas (Neta de Doutora Dalva Damiana de Freitas)

 

Credenciamento da Imprensa e Maiores informações:

E-mail: ascom.camaradecachoeira@yahoo.com.br

Telefone: 34251018 ou (75) 9 92162261

 

ASCOM

Foto: Arquivo Pessoal
Garota usa bomba eletrônica de insulina para tratamente da diabetes

 A estudante baiana, de 15 anos, que foi impedida de fazer a prova da primeira fase do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), por conta do uso de uma bomba eletrônica de insulina, conseguiu autorização do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) para fazer a segunda etapa do exame, realizada neste domingo (12). A estudante faz um tratamento para diabetes.

Conforme a mãe da garota, que preferiu não se identificar, o Inep entrou em contato com a estudante durante a semana e, neste domingo, pouco antes da prova, confirmou a autorização, por telefone. "Hoje pela manhã, 10h45, ligaram para dizer que ela estava autorizada [a fazer a prova]. Como moramos perto do local de prova, e ela já estava aguardando essa resposta, deu tudo certo", relatou a mãe da adolescente.

Neste domingo ela foi fazer a prova no mesmo local onde foi barrada, no Colégio Perfil, no bairro de Vilas do Atlântico, Lauro de Freitas, região metropolitana de Salvador. A irmã da garota, que tem 18 anos, também presta o exame no mesmo local.

Em contato com o G1, o Inep disse que a jovem que usa a bombinha de insulina solicitou a autorização para fazer o exame com o equipamento, após o ocorrido na primeira fase. Ainda conforme o Instituto, a estudante deve fazer a prova de linguagens e redação, aplicada no domingo (5), na reaplicação, prevista para dezembro deste ano.

 

Fonte:G 1

 Os candidatos ao Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) retornam aos seus locais de prova para a realização da segunda parte do exame neste domingo (12). Serão 90 questões sobre Matemática e Ciências da Natureza para serem respondidas em até quatro horas e 30 minutos. Com aplicação pontualmente às 13h30 do horário de Brasília, 12h30 em Salvador, os portões estarão fechados meia hora antes. Segundo informações da Agência Brasil, professores acreditam que a prova vai seguir a tendência dos últimos três anos com mais cobrança de conteúdo e menos interpretação. No domingo passado (5), os candidatos responderam questões de Linguagens e Ciências Humanas, além da redação, que abordou como tema a educação para surdos .

 Quase 3,5 mil participantes de nove locais de prova do Exame Nacional do Ensino Médio que foram afetados por falta de energia nos locais de prova no último domingo (5), poderão participar da reaplicação da prova, que deve ser realizada em dezembro. Segundo informações da Agência Brasil, nove locais de prova registraram o problema: um em Olinda (PE), um em Teresina (PI) e sete endereços em Uruaçu (GO). A primeira prova (Linguagens e Códigos, Ciências Humanas e Redação) poderá ser refeita no próximo dia 12 de dezembro. No mesmo dia, a exemplo de anos anteriores e diferente da edição 2017, os alunos devem fazer a segunda prova, de matemática e ciências da natureza, no mesmo local. Apenas os alunos afetados pela falta de energia podem fazer a avaliação no outro dia. Os candidatos que não compareceram ao primeiro dia de prova estão eliminados do exame.  

"Muito abaixo do que foi 2016", disse uma aplicadora do Enem 2017 em Muritiba ao Mídia Recôncavo. Salas que tinha registros para 33 pessoas inscritas, apenas 15 compareceram para realizarem a prova. Uma abstenção muito grande em relação aos anos anteriores.

O Colégio Estadual João Batista Pereira Fraga teve que esperar um contigente elevado devido ser á unica unidade sede para as provas, que teve um número bem abaixo do esperado.

No geral em todo o País o número teve uma queda real de 30% dos inscritos que não foram fazer o Exame. Na próxima semana esse número tende aumentar, devido que muitos candidatos não foram bem na prova de redação e já pensam em desistir da segunda etapa marcada para domingo (11). Cidades vizinhas como Mangabeira, São Félix e Cachoeira também constataram muitos ausentes nesta primeira etapa ocorrida no último domingo (5).

Reportagem Mídia Recôncavo

 A diretora de Gestão e Planejamento do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), Eunice Santos, afirmou neste domingo (5) que os dados preliminares apontam que 30,2% dos candidatos inscritos no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2017 não compareceram ao primeiro dia de provas. Segundo ela, esse percentual ficou dentro da média dos últimos anos.

Pela primeira vez, o Enem passou a ser realizado em dois finais de semana. Neste domingo, os alunos fizeram provas de ciências humanas e linguagens, além da redação, que teve como tema os desafios da educação de surdos no Brasil.

Dos 6.731.344 canditatos inscritos, 2.033.590 se ausentaram nesse primeiro dia. Eunice Santos ponderou, no entanto, que esse número ainda poderá sofrer mudanças já que os dados ainda estão sendo copilados.

Segundo o Inep, 273 participantes foram eliminados no primeiro dia do Enem. Desses, 264 foram eliminados por descumprimento de regras gerais do edital e 9, por terem algum equipamento identificado pelo detector de metais. Na edição do Enem do ano passado, houve 3.942 eliminações no primeiro dia de prova.

 

 

Balanço

Após a aplicação da prova, o ministro da Educação, Mendonça Filho, fez um balanço em que avaliou que "tudo correu bem".

“Tudo ocorreu bem tendo em vista o tamanho do exame”, disse em entrevista à imprensa concedida em Brasília.

O ministro afirmou que, ao longo do dia, houve poucas ocorrências e que dois delegados da Polícia Federal acompanharam a aplicação do exame do prédio do Inep, em Brasília.

Ele confirmou que dois candidatos saíram da sala com o caderno de provas antes do horário permitido. Segundo o ministro, um desses candidatos já foi identificado e será eliminado.

Mendonça Filho afirmou ainda que um terceiro candidato foi encontrado com um cigarro de maconha no bolso. “Mas pelo menos foi permitido que ele concluísse sua prova”, disse o

 

 

Falta de energia

O Inep informou que apenas duas turmas não conseguiram concluir as provas neste domingo, uma em Teresina (PI) e outra em Uruaçu (GO).

Em ambos os locais de prova, faltou energia e os estudantes não conseguiram fazer o exame. Para esses candidatos, haverá uma nova prova nos dias 12 e 13 de dezembro, junto com os candidatos privados de liberdade.

 

 

Segundo dia de provas

O segundo dia do Enem 2017 está marcado para o próximo domingo, 12 de novembro, em que os candidatos farão as provas de matemática e ciências da natureza.

 

Uma estudante de 15 anos, moradora de Lauro de Freitas, não conseguiu fazer a prova do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) neste domingo (5). O motivo, segundo a jovem, foi o uso de uma bomba eletrônica de insulina. O uso de qualquer dispositivo eletrônico durante a prova é proibido.

A garota é portadora da Diabetes tipo 1 desde os 8 anos idade. Neste ano, por orientação médica, ela passou a usar o aparelho que injeta e regula a medicação em seu corpo.

A menina conta que chegou ao seu local de prova acompanhada da irmã, no Colégio Perfil, em Vilas do Atlântico por volta das 11h. “Meu pai disse que assim que eu chegasse no colégio para procurar a coordenação e informar sobre o meu aparelho. Me levaram para uma sala isolada e disseram que a bomba teria de ficar sobre a mesa”, disse.

Ainda de acordo com a estudante, minutos depois uma pessoa entrou na sala e questionou se ela não poderia guardar o aparelho durante o exame. “Ela me perguntou se eu tomava banho com a bombinha, e eu disse que não. Perguntaram se eu não podia retirar para fazer a prova. Expliquei que a prova era um tempo maior que um banho”, lembra a garota, que só pode ficar até 1 hora sem o aparelho.

Em seguida, a coordenação do exame informou a ela que não poderia fazer a prova. “Ela disse que não havia espaço na prova para informar que uso aquele aparelho. O máximo de tempo que posso ficar sem é de uma hora e mesmo assim posso passar mal”, disse a garota que voltou para casa andando. “Nesse momento minha irmã está lá fazendo a prova achando que eu também estou, só que em outra sala. Meu celular ficou com ela. Não tive nem como avisar”, lembra.

A estudante está no 1º ano do Ensino Médio e iria fazer a prova para testar o exame. “Minha mãe pediu para eu fazer para ir testando pois costumo ficar muito nervosa durante provas”, explicou. “Estou me sentindo horrível. Não pude fazer a prova por conta de um aparelho que eu necessito para viver. Também fiquei constrangida, pois ficaram questionando porque eu não tirava”, lamentou.

Ela fez a inscrição no exame com a ajuda da irmã. Elas fariam a prova na mesma sala. “Ela disse que não viu nenhum campo que pudesse colocar que eu usaria de bomba infusão de insulina”, disse a mãe da garota. “Nunca imaginei que uma bombinha era necessidade especial”, concluiu a menina.

Além de portadores de deficiência física e intelectual, o Inep também oferece atendimento especial para gestantes, lactantes, idosos, pessoa com baixa visão, surdez, além de condições específicas como uso de bombinhas para portadores de asma. O uso deve ser informado no ato de inscrição da prova. O CORREIO aguarda posicionamento do Inep.

Fonte: Correio

 

 

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