Mundo - Mídia Recôncavo
Recôncavo, Sexta , 14 de Dezembro de 2018
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Seja amor,seja muito amor. E se mesmo assim for difícil ser, Não precisa ser perfeito, Se não der pra ser amor, Que seja ao menos respeito. #CultiveORespeito
  Disse Desconhecido  
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Foto : Reprodução/BBC

Setenta e cinco pessoas, entre elas membros do alto escalão do grupo Irmandade Muçulmana, foram condenadas à morte hoje (28) por um tribunal egípcio, sob acusação de envolvimento em um protesto em 2013, informou a mídia estatal. As sentenças de outras 660 pessoas envolvidas no caso devem ser anunciadas em 8 de setembro, segundo o website Al-Ahram. De acordo com Estadão, o Tribunal Criminal do Cairo encaminhou as sentenças ao grão-mufti Shawqi Allam, máxima autoridade muçulmana do país - uma formalidade prevista em lei em casos de punição capital. Embora a opinião do grão-mufti não tenha peso legal, pode levar um juiz a reverter uma decisão inicial. Dos 75 réus condenados à morte, 44 estão presos e 31, foragidos. O tribunal costuma aplicar a pena máxima a foragidos, mas normalmente é realizado um novo julgamento quando eles são capturados. O caso envolve um total de 739 réus, entre eles o líder supremo da Irmandade Muçulmana, Mohammed Badie, e o fotojornalista Mahmoud Abu Zeid. As acusações variam de assassinato a danos à propriedade pública. Os condenados podem recorrer da sentença. O protesto de 2013, na praça Rabaa al-Adawiya, no Cairo, foi um ato de apoio ao ex-presidente Mohammed Morsi, membro da Irmandade Muçulmana, que havia sido deposto por militares após grandes manifestações populares contra o mandato dele. Fonte: Metro 1

Foto: Reprodução

A repórter Kaitlan Collins, da CNN, foi impedida pela Casa Branca de participar de um evento por ter feito “perguntas inapropriadas” ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, segundo a emissora.A porta-voz da Casa Branca Sarah Sanders argumentou que a jornalista gritou questões para o presidente durante evento com o presidente da Comissão Europeia, Jean-Claude Juncker, no Salão Oval.No entanto, de acordo com a CNN, Sanders também afirmou a Collins que ela teria feito “perguntas inapropriadas”.A jornalista questionou Trump sobre uma gravação na qual ele discutia com seu ex-advogado Michael Cohen uma forma de pagar uma ex-modelo da Playboy, Karen McDougal, para continuar em silêncio sobre um suposto caso extraconjugal.“Esta decisão de proibir um integrante da imprensa é retaliação por natureza e não é indicativa de uma imprensa aberta e livre”, declarou a CNN.O presidente dos EUA costuma reclamar da cobertura da emissora sobre a sua administração e acusa a empresa de difundir “fake news”.Fonte:bahia.ba

 

Foto : Getty Images | Reprodução/Instagram

Uns são viciados em chocolate, outros em futebol, e alguns em celular… Mas, no caso de Aimi Veness, o vício é em cirurgia plástica. A inglesa pagou 100 mil libras, o equivalente a R$ 500 mil reais, para ficar parecida com a Mulher Maravilha, personagem da Marvel. A caminhada foi longa. Desde os 25 anos, ela começou a fazer aplicações de botox por se preocupar com o envelhecimento precoce. Depois, colocou silicone, fez plástica no nariz, lifting nos glúteos, tomou hormônio para crescimento, além de aumentar os lábios. “Eu amo passar por cirurgia. Para mim, cirurgia é como férias. Me sinto até para baixo quando a cirurgia acaba. É um hobby para mim”, revelou em reportagem do jornal inglês Daily Mail. Mas ela não está satisfeita. Hoje, aos 43 anos, Aimi planeja ainda aumentar o bumbum de novo até os 50 e rejuvenescer a vagina antes dos 60. “Estou atrás da perfeição. É como uma droga”, confessou. A Mulher Maravilha humana disse ainda que não tem medo de morrer durante a cirurgia e que é resistente a dor. “Não me preocupo com o risco de morrer durante a cirurgia. A vida é muito curta e consigo ligar com a dor, sou como a Mulher Maravilha”, apostou. Aimi é casada e tem um filho. Fonte: Metro 1

 

Foto: DR

Um homem foi preso nos Estados Unidos por suspeita de ter sido o responsável pelo incêndio de grandes dimensões que aconteceu na Califórnia. As chamas queimaram rapidamente áreas florestais e levaram as autoridades a proceder à evacuação de diversas cidades. Cerca de 4.700 hectares de floresta já queimaram e várias casas foram completamente perdidas nas chamas. Neste momento, 500 bombeiros combatem o incêndio, que ainda não foi controlado. Segundo a CNN, o homem foi detido nesta quarta-feira (25). Trata-se de Brandon N. McGlover, um homem de 32 anos, que vai responder por, pelo menos, cinco crimes de fogo posto. Fonte: Notícias ao Minuto

Foto: Philippe Wojazer/Reuters

A Polícia da França fez uma operação de busca e apreensão no escritório do Palácio do Eliseu - sede da Presidência da República - que era usado por Alexandre Benalla, ex-chefe da segurança de Emmanuel Macron flagrado agredindo manifestantes, nesta quarta-feira (25).O próprio Benalla, que é investigado por violência por ter agredido civis durante um ato no dia 1º de maio, acompanhou a operação. O caso abriu uma crise política na França, e a oposição já apresentou uma moção de censura contra Macron, embora a medida tenha poucas chances de prosperar - o governo tem amplo controle do Parlamento. Também nesta quarta, o presidente se pronunciou sobre Benalla pela primeira vez e afirmou que seu ex-guarda-costas "errou". "Agora é importante que a Justiça faça seu trabalho", disse, acrescentando que a "República não é infalível". Benalla foi demitido no último dia 20 de julho. Fonte: Notícias ao Minuto

Foto: Joshua Roberts/Reuters

Áudios divulgados pela CNN mostram o presidente dos Estados Unidos Donald Trump discutindo com seu então advogado, Michael Cohen, sobre comprar os direitos sobre a história da ex-modelo da Playboy Karen McDougal. Ela diz que viveu uma relação extraconjugal com o líder americano entre 2006 e 2007. De acordo com o G1, a gravação foi feita em setembro de 2016 pelo advogado, sem o consentimento de Trump. Nos áudios, é difícil ter certeza se o presidente dos EUA sugere que o valor seja pago em dinheiro ou não seja feito. Sobre o caso extraconjugal, a modelo diz que os encontros começaram logo após o nascimento de Barron Trump, filho do presidente com a primeira-dama Melania Trump. Enquanto o líder americano nega o caso, McDougal vendeu a sua história por US$ 150 mil ao tabloide "The National Enquirer". A modelo não pode comentar o caso, segundo o acordo. A empresa que adquiriu os direitos da história pertence à American Media, uma empresa de David Pecker. Como amigo e apoiador de Donald Trump, Pecker prometeu que não iria divulgar o caso. Na gravação exibida pela CNN, Trump é ouvido dizendo "pague com dinheiro", mas não é possível ter certeza pois o som está abafado. Em seguida, Cohen responde "não, não". Fonte: Notícias ao Minuto

Foto: Reuters/Alkis Konstantinidis

Se prepara, porque, quando você voltar, não vai mais ter nada", disse a si mesma a brasileira Tuca Oliveira ao deixar o prédio onde mora em Rafina, na Grécia, após ver as chamas de um dos piores incêndios florestais da história do país se aproximarem do bairro. Em entrevista ao G1, ela descreveu o desespero vivido na segunda-feira (23), data em que o fogo matou mais de 70 pessoas. Tuca vive na Grécia há dois anos e trabalha como videomaker — área da produção audiovisual. Ela relatou que assistia, do lado de fora de casa, à movimentação dos helicópteros usados no combate às chamas. A brasileira e o marido, o grego Freddy Stefanakis, notaram que havia algo errado quando as aeronaves se perderam na fumaça, cada vez mais densa. "Em 20 minutos, pegamos os documentos, passaporte, e saímos com a roupa do corpo", contou a videomaker brasileira Tuca Oliveira. 'Sabia que muita gente iria morrer' Quando conseguiram sair, o fogo já ardia na rua onde o casal morava. "Todo mundo correndo, muita gente demorou para entender o que estava acontecendo. Muita gente perdida, muitos idosos e pessoas com criança no colo", relembrou Tuca. Ao pegar um dos carros do casal — o outro foi deixado para trás — e dirigir por um atalho para escapar do engarrafamento, Tuca notou a gravidade do incêndio. "Desesperador, porque a gente olhava para trás e percebia quantas pessoas iam morrer. Era muito óbvio que as pessoas não conseguiriam se salvar." Segundo a brasileira, os ventos fortes — a mais de 100 km/h — faziam o incêndio se alastrar rapidamente. "Era como uma onda de fogo muito rápida. Queimava o que dava para queimar e seguia", descreveu. Uma hipótese para a rápida propagação do fogo aponta as condições meteorológicas enfrentadas pelo país neste ano como uma das causas. O inverno, geralmente mais úmido, foi seco, ressecando a vegetação. E o verão quente com baixa umidade — o que é normal nesta época — favoreceu o alastramento do incêndio. Rede de solidariedade: Tuca afirma que ela e o marido tiveram sorte por conseguir escapar rapidamente. Como o fogo se alastrou principalmente na parte montanhosa da península, as pessoas que demoraram mais ou não tinham carro não tiveram outra opção senão se refugiar na praias — onde, mesmo assim, houve mortes, inclusive de vítimas de afogamentos durante operações de resgate. Rafina, a pequena cidade de 13 mil pessoas onde a brasileira vive, fica a menos de 30 quilômetros a leste da capital da Grécia, Atenas. Tuca e o marido fugiram usando a avenida Maratona, uma das principais da região de Ática. Era hora, portanto, de procurar um local para passar a noite. Afinal, voltar a Rafina seria arriscado. Os dois pensaram, então, em alugar um quarto por meio de um serviço de aluguel online por temporada. Não precisaram pagar nada. "Assim que a gente falou que era de Rafina, ele [o locatário] ofereceu o quarto de graça. O povo grego é muito solidário", contou a brasileira. Tuca contou que os incêndios na Grécia geraram uma rede de ajuda no país. Os gregos vêm reunindo roupas e alimentos para doar a quem perdeu tudo com a devastação. "O grego é um povo muito unido. Todo mundo está tentando ajudar", comentou a brasileira. Casa intacta em meio à destruição: Ao voltar para contabilizar o estrago, na terça-feira (24), o alívio: o fogo queimou a fachada e a varanda do prédio onde o casal mora, mas não atingiu a parte de dentro do apartamento. "Demos muita sorte, porque outras partes da cidade ficaram em cinzas", relembrou Tuca. Nem mesmo o outro carro do casal, que havia sido deixado para trás, foi destruído. "A gente estava certo que não iria tê-lo de volta", disse. A menos de 10 metros dali, contou a brasileira, havia a carcaça de um veículo consumido pelas chamas. O incêndio parou de queimar em Rafina, mas ainda assim o casal não sabe quando retornará a viver ali. "A gente não sabe quando vai estar seguro porque o ar ainda está muito tóxico", afirmou Tuca. 'Clima de guerra' Se o fogo poupou algumas construções em Rafina, o vilarejo vizinho de Mati ficou totalmente destruído pelo incêndio. "Mati acabou. [Parece] Um clima de guerra", avaliou Tuca. Lá, em somente uma casa, as autoridades encontraram 25 corpos. As imagens clicadas por fotojornalistas de agências de notícias locais e internacionais mostram destruição completa: não sobrou praticamente nada naquela região. Até o balanço mais recente dos bombeiros gregos, o fogo que atingiu o nordeste de Atenas deixou 74 mortos e 187 feridos. Os incêndios são considerados os piores a atingir o país em mais de uma década. Entre os feridos há 23 crianças. Entre os mortos, está um bebê de 6 meses que não resistiu à intoxicação por fumaça. O número de desaparecidos ainda é incerto, segundo os bombeiros. Por causa do incêndio, a Grécia pediu ajuda internacional. Itália, Alemanha, Polônia, França, Canadá e Portugal enviaram equipes para ajudar no combate às chamas. Fonte: G1

Foto: ABC LAOS / AFP

A ruptura de uma represa de uma hidrelétrica em construção inundou vilarejos e deixou centenas de desaparecidos no sul do Laos, informaram nesta terça-feira (24) autoridades locais. A agência oficial do Laos afirma que há mortos, embora ainda não se saiba quantos. A represa Xepian-Xe Nam Noy, situada a 550 km da capital Vientiane, se rompeu na noite de segunda-feira (23), liberando 5 bilhões de metros cúbicos de água. A água atingiu seis aldeias na região e obrigou cerca de 6,6 mil pessoas a deixar suas casas. Imagens divulgadas pela imprensa internacional mostram moradores ilhados nos tetos das casas. Brigadistas foram enviados à área do distrito de San Sai, na província de Attapeu. Chove muito na região. Ainda não se sabe o que levou a represa a entrar em colapso. De acordo com a BBC, as obras começaram em 2013 e a hidrelétrica deveria começar a produzir energia neste ano. Fonte: G1

Foto: Reuters

Um ataque do grupo terrorista Boko Haram deixou pelo menos 18 mortos em um vilarejo no Chade, perto da tríplice fronteira com Níger e Nigéria, e forçou cerca de 3 mil pessoas a abandonarem suas casas neste domingo (22). A ação ocorreu na região do Lago Chade, que vem sofrendo com um aumento dos ataques da milícia jihadista, cujo objetivo é implantar um Estado fundamentalista islâmico no norte da Nigéria. O governador de Lago Chade, Mohammed Aba Salah, disse à "Al Jazeera" que o Boko Haram também sequestrou 10 mulheres, sendo que uma delas conseguiu escapar. "Os combatentes do Boko Haram cortaram as gargantas de dois e atiraram em outros 16", declarou, acrescentando que a evacuação foi tomada como "medida de precaução", já que o grupo controla algumas áreas ao redor do lago. O Boko Haram pegou em armas em 2009 e, desde então, já matou cerca de 20 mil pessoas e abriu uma crise humanitária no norte da Nigéria, de maioria muçulmana, ao contrário do sul, que é majoritariamente cristão. O grupo passou a ser mais conhecido em 2014, quando sequestrou quase 300 estudantes de uma escola de Chibok, sendo que mais de 100 continuam desaparecidas. Sua atuação também se estende para Níger e Chade, que se juntaram à Nigéria para tentar derrotar a milícia, aliada do Estado Islâmico (EI). No fim de 2017, o presidente nigeriano, Muhammadu Buhari, chegou a dizer que o Boko Haram havia sido derrotado. (ANSA) Fonte: Notícias ao Minuto

Foto: Reuters

Irã apresentou um denúncia contra os Estados Unidos na Corte Internacional de Justiça das Nações Unidas, em Haia, para pedir um ressarcimento pela imposição de sanções "ilegais" e pelas "violações do direito internacional". O anúncio foi feito pelo porta-voz do ministério de Relações Exteriores iraniano, Bahram Ghasemi. "O Irã apresentou uma denúncia na Corte Internacional de Justiça para que os Estados Unidos sejam responsabilizados por novamente terem imposto sanções unilaterais ilegais contra a república islâmica", disse o ministro das Relações Exteriores do país, Javad Zarif, em seu perfil no Twitter. + Meninos presos em caverna na Tailândia terão alta nesta quarta-feira. "O Irã está comprometido em respeitar o Estado de Direito frente ao desprezo dos Estados Unidos pela diplomacia e suas obrigações legais. É imperativo enfrentar tais práticas, que violam a lei internacional", acrescentou Zarif. Ghasemi complementou a argumentação dizendo que os EUA violaram diversos artigos do Tratado de Amizade, firmado pelos dois países em 1955. O acordo estabeleceu regras para as relações econômicas e consulares das duas nações e, segundo o Irã, "ainda é válido no direito internacional, apesar dos 40 anos de hostilidades entre os países". Teerã e Washington romperam relações diplomáticas desde que 52 membros da embaixada norte-americana no Irã foram mantidos como reféns, entre novembro de 1979 e janeiro de 1981, por um grupo de estudantes que ocupou o edifício. A crise se agravou com a derrubada do xá Mohammad Reza Pahlavi, aliado dos norte-americanos, e o triunfo da Revolução Islâmica liderada pelo aiatolá Khomeini. Após a retirada unilateral dos EUA do acordo nuclear assinado em 2015 por Barack Obama, decidida por Donald Trump em maio deste ano, as sanções impostas contra o Irã voltarão a entrar em vigor em duas etapas, em agosto e novembro. Irã, Estados Unidos, Rússia, Alemanha, China, França e Reino Unido haviam chegado a um acordo para limitar o programa nuclear iraniano a fins pacíficos, em troca da retirada de sanções internacionais multilaterais. O governo Trump também tenta impedir empresas europeias e de outras regiões de realizarem negócios com o país islâmico. Em reação, a União Europeia, por meio de seus ministros de Relações Exteriores, voltou a destacar sua negativa unânime ao isolamento econômico do Irã e adotou medidas jurídicas para proteger suas empresas de represálias de Washington. Além da questão nuclear, os EUA têm imposto recorrentes sanções contra o Irã por causa de seu programa de desenvolvimento de mísseis e por um suposto "apoio ao terrorismo". (ANSA) Fonte: Notícias ao Minuto

Entrevistas
Organizadores do “Bloco As Muriquetes” falam sobre a expectativa deste evento que vem animando os muritibanos a cada ano
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VT - Moderna Gestão e Assessoria
Mural de Recados
Tarsila escreveu para Joseane
"Vdd eu tbm eu quero saber tbm de todas as notícias desses anos que esta acontecendo muitas coisas ai è bom saber das coisas primeiro..."
Joseane Bonfim escreveu para Anderson Bella
"Ola, tudo bem? Sou Joseane Bonfim e estou fazendo uma pesquisa sobre os blogs da região de SAJ, o Midia Reconcavo se encaixa na categoria de Blog?"
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