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Recôncavo, Sexta , 14 de Dezembro de 2018
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Seja amor,seja muito amor. E se mesmo assim for difícil ser, Não precisa ser perfeito, Se não der pra ser amor, Que seja ao menos respeito. #CultiveORespeito
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Foto : Drew Angerer/Getty Images

A ex-assessora do gabinete presidencial americano, Omarosa Newman, divulgou hoje (13) um áudio de uma conversa entre ela e o presidente Donald Trump na qual ameaçava denunciar a corrupção na Casa Branca. Transmitido no programa "Today", do canal NBC, o áudio continha um diálogo por telefone ocorrido após a demissão de Omarosa. Na gravação, Trump demonstra surpresa ao afirmara que não havia sido informado do afastamento da então assessora. Omarosa também divulgou a gravação da própria demissão pelo chefe de gabinete John Kelly.  Fonte: Metro 1

Foto : Corpo de Imprensa da Cúpula Inter-Coreana

Representantes das duas Coreias decidiram hoje (13) realizar uma nova cúpula entre os líderes em Pyongyang em setembro, segundo anunciaram ambos os países em comunicado conjunto. O presidente sul-coreano, Moon Jae-in, e o comandante norte-coreano, Kim Jong-un, farão na capital da Coreia do Norte o terceiro encontro, depois de se reunir em duas ocasiões anteriores na fronteira entre as nações nos dias 27 de abril e 26 de maio. É esperado que a nova reunião sirva para avançar na Declaração de Panmunjom, assinada pelos dois governantes, na qual ambos se comprometeram a melhorar laços e a trabalhar para estabelecer a paz e a "total desnuclearização" da península coreana. Fonte: Metro 1

Foto: Juca Varella/Agência Brasil

Um enigma assombra a eleição deste ano no Brasil. Não apenas quem vencerá. Mas que será da política brasileira no ano que vem? Em que medida a polarização eleitoral terá impacto na capacidade (e, por tabela, na qualidade) de governo do futuro presidente? Em diálogo na semana passada com o cientista político Steven Levitsky, da Universidade Harvard, e o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luís Roberto Barroso, o cientista político Marcus Mello, da Universidade Federal de Pernambuco, se revelou um otimista. “Não há no Brasil, como noutros países, um conflito aberto entre Executivo e Legislativo”, disse ele. É do interesse de ambos uma reaproximação depois da eleição – e a própria natureza do nosso presidencialismo de coalizão, de acordo com Mello, fornece os instrumentos para isso. Mas e a ferida aberta depois do impeachment de Dilma Rousseff? Não acirrou a polarização a ponto de tonar inviável o governo, já que, quem quer que seja o vitorioso, haverá uma oposição ruidosa nas ruas – sejam petistas derrotados em sua pretensão de resgatar o poder, sejam antipetistas hoje aglutinados em torno da candidatura Jair Bolsonaro? Para responder à questão, é importante levar em conta que o grau de polarização na sociedade brasileira, embora certamente deva ter crescido depois do impeachment – como eu mesmo supunha há dois anos e meio na série “A armadilha da polarização na política” –, não pode ser comparado ao de países como Estados Unidos ou Argentina. “Não obstante a crescente importância dos sentimentos partidários na determinação do comportamento dos eleitores no pleito presidencial, não há evidências de que tal movimento estaria associado a um aumento da polarização”, afirmam os cientistas políticos André Borges, da Universidade de Brasília, e Robert Vidigal, da Stony Brook University, num estudo publicado em abril. Eles analisaram resultados das eleições de 2002 a 2014 para tentar entender até que ponto o comportamento dos eleitores era motivado por preferências partidárias e inclinações ideológicas, sinais da polarização. Também verificaram se, ao longo do tempo, ela se agravou. Confirmaram a constatação anterior: mais da metade do eleitorado não se identifica com nenhum dos dois polos partidários, parcela que chegou a 70% em 2014. “Eleitores indiferentes que não distinguem claramente PT e PSDB constituem o segmento numericamente mais importante do eleitorado e, portanto, de maior relevo para as estratégias partidárias”, escrevem. Partidários extremos, que representam a polarização de modo mais agudo, flutuam entre 17% e 21%. A identificação partidária se dá, mais que entre petistas e tucanos, entre petistas e antipetistas. “Metade do eleitorado antipetista não simpatiza com o PSDB ou simplesmente não conhece ou não possui informação suficiente para avaliar o principal adversário do PT”, afirma o estudo. Ao investigar a posição dos eleitores sobre diferentes questões, como cotas, redistribuição de renda, impostos ou privatizações, constataram não haver diferenças significativas nos dois polos. As únicas estatisticamente notáveis, em cotas e privatizações, são irrisórias. Isso desmente a noção de que a sociedade brasileira esteja cindida ao meio. Mais que isso, os antipetistas que não simpatizam com os tucanos, em vez de representar uma nova direita, se aproximavam mais das bandeiras de esquerda do próprio PT. “Mesmo em questões que dividem tucanos e petistas, a exemplo das cotas raciais, não é possível encontrar diferenças expressivas entre os antipetistas e os eleitores mais fortemente identificados com o PT”, dizem. Ao analisar a evolução das preferências ao longo do tempo, não constataram acirramento na polarização. “Não há evidências concretas relativas a um suposto aumento da polarização partidária nos últimos anos”, afirmam. “Pelo contrário, as diferenças atitudinais entre petistas e tucanos são de pequena monta, e a distância ideológica entre os extremos da escala de partidarismo se reduziu ao longo do tempo.” Como o estudo só pôde ser realizado com dados até 2014, ele obviamente não permite desvendar o impacto eleitoral do impeachment ou da prisão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva no sentimento do eleitor. Nem fornece uma explicação para a aparente aglutinação do polo antipetista em torno da candidatura Bolsonaro. “Não há como saber se a votação de Bolsonaro reflete, de fato, um crescimento do eleitorado conservador ou se se trata apenas de resultado conjuntural da fragmentação da centro-direita e da ausência de um candidato tucano sólido”, dizem Abreu e Vidigal nas conclusões. Eles se mantêm céticos: “Só se pode falar em polarização quando se verifica crescimento dos eleitores em ambos os extremos do espectro ideológico e redução concomitante da viabilidade eleitoral de candidaturas centristas. Essa hipótese nos parece extremamente improvável e, certamente, não pode ser corroborada a partir das pesquisas eleitorais”. Tanto Mello quanto Abreu e Vidigal nos dão motivos para algum otimismo. Não que o Brasil tenha passado incólume pela maior crise política desde a redemocratização. Mas as feridas estão mais no sistema político que na sociedade. Mesmo que a polarização possa ter se agravado, não há nenhum sinal de que seja irremediável. Fonte: G1

Foto: Departamento de Estado / Domínio Público

A ex-conselheira da Casa Branca e participante da primeira temporada do reality show "O Aprendiz" Omarosa Manigault Newman afirmou que a nora do presidente Donald Trump lhe ofereceu um contrato de US$ 15 mil mensais (cerca de R$ 58 mil) para ficar em silêncio após a sua demissão, em dezembro do ano passado. Ela teria recusado o pagamento. Omarosa também revelou outros segredos sobre o presidente: diz que Trump costumava usar o termo nigger (forma pejorativa de se referir a negros) durante o reality show, que mantinha uma câmara de bronzeamento em seu quarto na Casa Branca e que, certa vez, mastigou um pedaço de papel para evitar que fosse para os registros presidenciais.  As informações estão em seu novo livro, "Unhinged: An Insider Account of the Trump White House" ("Desequilibrado: Relato da Casa Branca de Trump de Dentro"), cujo conteúdo foi divulgado nesta sexta (10) pelo jornal britânico The Guardian. "Trump constrói a sua própria realidade para parecer bem, mesmo em situações horríveis", escreve a ex-conselheira no livro. "E então ele repete sem parar até a sua distorção se tornar a única versão que conhece." O lançamento do título está previsto para a próxima semana. Críticos ao livro questionam a credibilidade de Omarosa e afirmam que ela poderia estar em busca de vingança. A Casa Branca afirmou que a demissão foi motivada por condutas impróprias. O New York Times observou que o livro contém erros factuais básicos, como a afirmação de que um assessor que trabalhou na transição do republicano para a Casa Branca foi contratado meses depois. E ela mesma afirma que nunca ouviu Trump usando o termo nigger. Após a repercussão dos relatos, a porta-voz da Casa Branca, Sarah Sanders, respondeu que "em vez de dizer a verdade sobre todas as coisas boas que o presidente e sua administração têm feito para tornar a América segura e próspera, o livro está repleto de mentiras e falsas acusações." "É triste que uma ex-funcionária descontente da Casa Branca esteja tentando ganhar dinheiro com falsos ataques". Também criticou a exposição que a imprensa está dando para o caso, "depois de não levá-la a sério quando tinha só coisas positivas para dizer sobre o presidente, enquanto estava na administração." Fonte: Bahia Notícias

Foto: Agência Brasil/Lula Marques

A dois meses das próximas eleições, o presidente Michel Temer (MDB) conseguiu uma folga na agenda para colocar a leitura em dia. De acordo com informações da coluna de Mônica Bergamo, na Folha de S. Paulo, neste fim de semana ele confidenciou aos amigos que agora tem tido mais tempo ocioso e que tem ficado sozinho no Palácio do Jaburu, lendo um livro sobre a vida de Tiradentes, herói da Inconfidência Mineira que foi morto, esquartejado e exposto em via pública. Fonte: Bahia Notícias

Foto : Reprodução/Facebook/Fernando Righi

Um brasileiro foi encontrado morto ontem (6) em uma das rotas do caminho de Santiago de Compostela, na Espanha. De acordo com a Guarda Civil, a morte pode ter relação com a onda de calor que atinge a Europa. De acordo com o jornal "Notícias de Navarra", o brasileiro foi dado como desaparecido no último domingo. O corpo foi encontrado na região da cidade de Izco, a cerca de 30 Km de Pamplona. Segundo a Associação dos Amigos do Caminho de Santiago de Compostela do Estado do Rio Grande do Sul, a vítima é Fernando Luiz Righi de Oliveira, de Porto Alegre. Ele era membro da entidade. Desde quarta-feira passada, pelo menos seis pessoas morreram na Espanha em decorrência da onda de calor. Fonte: Metro 1

Foto: Reprodução

A Receita Federal libera, a partir de 9h desta quarta-feira (8), a consulta ao terceiro lote de restituição do Imposto de Renda de 2018. Cerca de 2,85 milhões de contribuintes serão contemplados neste lote, totalizando R$ 3,6 bilhões de reais, que devem ser pagos no dia 15 de agosto. Do valor, R$ 342 milhões são destinados a pessoas com prioridade. Entre eles estão 5.493 idosos acima de 80 anos, 43.345 entre 60 e 79 anos, 7.913 pessoas com alguma deficiência física ou mental ou doença grave e outros 77.492 cidadãos cuja principal fonte de renda é o magistério. Também será liberado o dinheiro para quem saiu da malha fina entre os anos de 2008 e 2017. O contribuinte pode consultar se sua declaração foi liberada pela página da Receita na internet ou por meio do aplicativo para tablets e smartphones ou pelo telefone 146. A restituição fica disponível no banco durante um ano. Caso o contribuinte não faça o resgate nesse prazo, os valores terão de ser solicitados pela internet, utilizando o "Formulário Eletrônico-Pedido de Pagamento de Restituição", ou diretamente no extrato da declaração, no e-CAC, serviço de atendimento virtual da Receita. Se o valor não for creditado, o contribuinte pode contatar pessoalmente qualquer agência do BB ou ligar para a Central de Atendimento por meio do telefone 4004-0001 (capitais), 0800-729-0001 (demais localidades) e 0800-729-0088 (telefone especial exclusivo para deficientes auditivos)  para agendar o crédito em conta-corrente ou poupança, em seu nome, em qualquer banco. Fonte: Bocão News

Foto : Cristina Vega/AFP/Getty Images

O Equador e os EUA retomaram a cooperação militar após 11 anos de atritos. A medida é um sinal de melhora na relação entre os dois países no governo de Lenin Moreno. De acordo com o ministro da Defesa equartoriano, Oswaldo Jarrin, o país vai comprar armas, radares, seis elicópteros e outros equipamentos americanos. A cooperação ainda inclui treinamento e compartilhamento de informações de inteligência.  Jarrín disse ainda que a colaboração entre os dois países vai ocorrer de forma temporária e sem a instauração de uma base militar no Equador. O anúncio foi feito após visita do vice-presidente dos EUA, Mike Pence, e dos ataques de guerrilhas colombianas terem deixado quatro soldados e três jovens jornalistas mortos na fronteira entre os dois países. Fonte: Metro 1

Foto: Marcelo Carloni/TV Diário

Brasileiros ficaram presos em Machu Picchu após acidente entre dois trens no trecho entre a famosa cidade com ruínas incas e o município de Ollantaytambo, no Peru. A colisão ocorreu nesta terça-feira (31). Ao menos 35 pessoas ficaram feridas, incluindo americanos, sul-coreanos, um francês e uma chilena, informou o governo peruano. O choque das composições que transportavam os turistas que visitavam a cidadela de pedra de 600 anos, a maior atração turística do Peru, ocorreu por volta das 10h da manhã (12h de Brasília) no km 89 da via férrea entre as localidades de Ollantaytambo e Águas Calientes. "A colisão deixou ao menos 35 feridos, dois em estado grave e os demais com diversas contusões", informou o ministério da Saúde. Segundo as autoridades, "os pacientes graves são duas turistas estrangeiras, que estão internadas na Unidade de Cuidados Intensivos da clínica Pardo de Cusco, onde também estão outros 22 pacientes". Um dos trens pertence à empresa Peru Rail e o outro à Inca Rail. Os passageiros das duas companhias são sobretudo turistas estrangeiros. Patrulhas de bombeiros foram enviadas ao local do acidente, uma retoma localidade onde se unem as montanhas dos Andes e a floresta, onde a via férrea corre paralelamente ao rio Vilcanota. "Infelizmente, uma cidadã de nacionalidade chilena foi atingida em uma das extremidades inferiores" e foi transferida para "uma clínica particular na cidade de Cuzco", disse a Inca Rail em um comunicado. "Os demais passageiros (do trem da Inca Rail) não foram afetados e continuarão sua viagem a Machu Picchu", acrescentou. Após a colisão, "ativou-se o protocolo de emergência, evacuando às pessoas afetadas em ambulâncias, a fim de receber a assistência médica necessária", informou a PeruRail em um comunicado. "Após a assistência aos feridos, será realizada uma investigação para determinar os motivos que ocasionaram este lamentável acidente", acrescentou. Veículos de imprensa reportaram que locais bloquearam com rochas e troncos a ferrovia por um protesto, o que fez um dos trens parar e foi atingido pelo outro, que viajava mais atrás. No entanto, o município negou esta versão, enquanto a polícia informou que os casos do acidente estão sendo investigados. Águas Calientes é a última estação ferroviária desde a cidade do Cuzco, antiga capital do Império Inca, e dali partem ônibus com turistas que demoram meia hora para chegar a Machu Picchu, uma montanha frondosa, em cujo cume fica a cidadela. A cidadela inca foi descoberta pelo explorador americano Hiram Bingham em 1911. Os colonizadores espanhóis nunca souberam de sua existência. Machu Picchu foi declarado Patrimônio da Humanidade pela Unesco em 1983 e, depois de um concurso feito pela internet, foi incluído na lista das "Sete Maravilhas do Mundo Moderno", em 2007. Duas companhias operam na linha: a Inca Rail e a PeruRail, ambas envolvidas no acidente. Passageiros das duas empresas reclamam da falta de informações e de suporte, como com alimentação e hospedagem. Somente por volta das 22h, horário de Brasília, as empresas começaram a servir água aos clientes. A estudante Michelle Leal, de São Paulo, tinha passagem para embarcar para Cusco às 16h40 (de Lima, 18h40 em Brasília). "A única informação que a gente tem é que vão vir vários trens para abrigar todo mundo, mas não dizem o horário. Essa é a informação desde às 13h. Eu tenho passeio comprado em Cusco para amanhã, às 4h30 da manhã", disse. Circulação interrompida. Os trens deixaram de circular ainda no começo da manhã. Os passageiros têm dificuldades para conseguir informações, e aqueles que têm voo marcado para esta quarta-feira (1) estão preocupados. Robson Oliveira, de São Paulo, teme perder o voo de volta, marcado para as 8h (de Lima, 10h de Brasília) desta quarta-feira. “Não tem nenhuma informação. Sumiu gerente, dono da empresa. Eu quero saber quem vai pagar se eu perder o voo”, disse o representante comercial Robson Oliveira. Somente às 20h30 (horário de Brasília) de terça-feira, partiu o trem com os passageiros que deveriam ter embarcado dez horas antes. O comboio saiu de Machu Picchu em direção a Ollantaytambo. Ainda não há trens circulando no sentido oposto, levando quem ainda quer visitar as ruínas. O acidente ocorreu no km 88 da estrada de ferro, entre Ollantaytambo e Machu Picchu Pueblo (Águas Calientes). Um dos passageiros contou à agência Andina que o trem da companhia Inca Rail estava parado na estrada por causa de um protesto de um grupo de moradores. A composição foi atingida por outro trem da PeruRail e uma colisão traseira. Segundo o chefe dos bombeiros de Cusco, Rómulo Centeno, 10 unidades de resgate e 35 bombeiros foram ao local. Os dois feridos graves foram transportados ao posto de súde mais próximo. Fonte: G1

Foto: Getty Images

Quatro ativistas do grupo Pussy Riot foram detidos na noite de ontem (30) após terem cumprido 15 dias de prisão por interromperem a partida da final da Copa da Rússia, em Moscou. Segundo a imprensa local, a nova detenção ocorre por causa de uma suposta violação às normas de organização e realização de comícios. A pena prevista em lei tem multas ou até 30 dias de prisão. O Pussy Riot invadiu o Estádio Luzhniki com quatro pessoas durante o confronto entre França e Croácia, na final do Mundial, para pedir a libertação dos presos políticos na Rússia. Fonte: Metro 1

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Organizadores do “Bloco As Muriquetes” falam sobre a expectativa deste evento que vem animando os muritibanos a cada ano
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Tarsila escreveu para Joseane
"Vdd eu tbm eu quero saber tbm de todas as notícias desses anos que esta acontecendo muitas coisas ai è bom saber das coisas primeiro..."
Joseane Bonfim escreveu para Anderson Bella
"Ola, tudo bem? Sou Joseane Bonfim e estou fazendo uma pesquisa sobre os blogs da região de SAJ, o Midia Reconcavo se encaixa na categoria de Blog?"
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