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Recôncavo, Terça , 16 de Outubro de 2018
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Seja amor,seja muito amor. E se mesmo assim for difícil ser, Não precisa ser perfeito, Se não der pra ser amor, Que seja ao menos respeito. #CultiveORespeito
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Foto: Reprodução CGTN

Pelo menos 18 pessoas morreram neste sábado (25) e outras 19 ficaram feridas por conta de um incêndio ocorrido em um hotel spa na cidade de Harbin, no nordeste da China, informou a televisão estatal chinesa "CCTV". O incêndio começou às 4h36 (hora local) no hotel Beilong Hotspring Leisure por motivos que ainda são desconhecidos.Mais de 100 bombeiros trabalharam durante mais de três horas até extinguir o fogo. Fonte:R7

Foto: Reprodução

Um terremoto de 7,1 de magnitude atingiu o Peru na manhã desta sexta-feira(24). Segundo o Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS), o epicentro do tremor foi registrado a 250 Km da cidade de Puerto Maldonado. Ainda não há registro de vítimas. Fonte:Noticias ao Minuto

Foto: REUTERS/David Gray

O primeiro-ministro da Austrália, Malcolm Turnbull, deixou o cargo nesta sexta-feira (24), após ter sido derrubado por sua própria legenda, o conservador Partido Liberal. A queda é resultado da disputa por poder dentro do partido, que escolheu o ministro do Tesouro, Scott Morrison, como seu novo líder e, por consequência, como o novo premier do país, já que a legenda tem a maior bancada no Parlamento. O governo Turnbull entrou em crise por causa do desempenho dos conservadores nas pesquisas para as eleições de 2019, que mostram o Partido Trabalhista com ampla vantagem. A rebelião contra o agora ex-premier foi guiada pelo ex-ministro do Interior Peter Dutton, líder da ala ultraconservadora da legenda e que era tido como favorito para assumir o governo. No entanto, na votação entre os parlamentares liberais para escolher seu novo líder, o moderado Morrison, mais próximo a Turnbull, acabou vencendo Dutton por um placar de 45 a 40. Morrison, 50 anos, será o quinto premier da Austrália em pouco mais de uma década. Nesse período, nenhum político conseguiu governar por uma legislatura inteira. Turnbull, que estava no poder desde setembro de 2015, anunciou que deixará a política. Fonte: Notícias ao Minuto

Foto: Reprodução

O ex-secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU) e vencedor do Prêmio Nobel da Paz, Kofi Annan, morreu neste sábado (18) aos 80 anos. Nascido em Gana, ele estava internado em um hospital na cidade de Berna, na Suíça.A fundação que leva o nome de Annan divulgou comunicado confirmando a informação. O texto diz que ele foi vítima de uma "pequena doença", sem detalhar as circunstâncias da morte. "Kofi Annan foi um estadista global e profundamente comprometido que lutou durante sua vida por um mundo mais justo e de paz", diz o comunicado.Annan foi o primeiro negro a assumir o cargo de secretário-geral da ONU. Ele permaneceu no cargo por dois mandatos, de 1997 a 2006.Fonte: Bahia Noticias  

Foto: Jim Lo Scalzo/EFE

O presidente dos Estados Unidos Donald Trump voltou a atacar os veículos de comunicação locais, após mais de 300 jornais publicarem, nesta quinta-feira (16), editoriais de maneira coordenada nos quais denunciam os ataques e ameaças reiteradas do presidente. Nos editoriais, jornais de todo o país defenderam a liberdade de imprensa e advertiram sobre o “perigo” que representa o fato de um presidente atacar de maneira repetida a imprensa. Por meio de seu perfil no Twitter, ele rebateu: “Não há nada que eu queria mais para o nosso país do que a verdadeira liberdade de imprensa. O fato é que a imprensa é livre para escrever e dizer tudo o que quiser, mas grande parte do que diz são fake news, impulsionando uma agenda política ou simplesmente tentando prejudicar pessoas”. Fonte: Bahia.Ba

Foto : Matthew Thorsen

Marcada para novembro, as eleições americanas para cargos estaduais e para o Congresso vão ter a primeira candidata transgênero a concorrer ao cargo de governadora na história do país. Christine Hallquist venceu ontem (14) a primária do Partido Democrata e busca chefiar o Executivo de Vermont. Hallquist afirma que vai fazer uma campanha pautada na melhoria da economia do estado. Para chegar ao poder, a candidata vai enfrentar o republicano Phil Scott, governador de Vermont desde 2016. Fonte: Metro 1

Foto : Drew Angerer/Getty Images

A ex-assessora do gabinete presidencial americano, Omarosa Newman, divulgou hoje (13) um áudio de uma conversa entre ela e o presidente Donald Trump na qual ameaçava denunciar a corrupção na Casa Branca. Transmitido no programa "Today", do canal NBC, o áudio continha um diálogo por telefone ocorrido após a demissão de Omarosa. Na gravação, Trump demonstra surpresa ao afirmara que não havia sido informado do afastamento da então assessora. Omarosa também divulgou a gravação da própria demissão pelo chefe de gabinete John Kelly.  Fonte: Metro 1

Foto : Corpo de Imprensa da Cúpula Inter-Coreana

Representantes das duas Coreias decidiram hoje (13) realizar uma nova cúpula entre os líderes em Pyongyang em setembro, segundo anunciaram ambos os países em comunicado conjunto. O presidente sul-coreano, Moon Jae-in, e o comandante norte-coreano, Kim Jong-un, farão na capital da Coreia do Norte o terceiro encontro, depois de se reunir em duas ocasiões anteriores na fronteira entre as nações nos dias 27 de abril e 26 de maio. É esperado que a nova reunião sirva para avançar na Declaração de Panmunjom, assinada pelos dois governantes, na qual ambos se comprometeram a melhorar laços e a trabalhar para estabelecer a paz e a "total desnuclearização" da península coreana. Fonte: Metro 1

Foto: Juca Varella/Agência Brasil

Um enigma assombra a eleição deste ano no Brasil. Não apenas quem vencerá. Mas que será da política brasileira no ano que vem? Em que medida a polarização eleitoral terá impacto na capacidade (e, por tabela, na qualidade) de governo do futuro presidente? Em diálogo na semana passada com o cientista político Steven Levitsky, da Universidade Harvard, e o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luís Roberto Barroso, o cientista político Marcus Mello, da Universidade Federal de Pernambuco, se revelou um otimista. “Não há no Brasil, como noutros países, um conflito aberto entre Executivo e Legislativo”, disse ele. É do interesse de ambos uma reaproximação depois da eleição – e a própria natureza do nosso presidencialismo de coalizão, de acordo com Mello, fornece os instrumentos para isso. Mas e a ferida aberta depois do impeachment de Dilma Rousseff? Não acirrou a polarização a ponto de tonar inviável o governo, já que, quem quer que seja o vitorioso, haverá uma oposição ruidosa nas ruas – sejam petistas derrotados em sua pretensão de resgatar o poder, sejam antipetistas hoje aglutinados em torno da candidatura Jair Bolsonaro? Para responder à questão, é importante levar em conta que o grau de polarização na sociedade brasileira, embora certamente deva ter crescido depois do impeachment – como eu mesmo supunha há dois anos e meio na série “A armadilha da polarização na política” –, não pode ser comparado ao de países como Estados Unidos ou Argentina. “Não obstante a crescente importância dos sentimentos partidários na determinação do comportamento dos eleitores no pleito presidencial, não há evidências de que tal movimento estaria associado a um aumento da polarização”, afirmam os cientistas políticos André Borges, da Universidade de Brasília, e Robert Vidigal, da Stony Brook University, num estudo publicado em abril. Eles analisaram resultados das eleições de 2002 a 2014 para tentar entender até que ponto o comportamento dos eleitores era motivado por preferências partidárias e inclinações ideológicas, sinais da polarização. Também verificaram se, ao longo do tempo, ela se agravou. Confirmaram a constatação anterior: mais da metade do eleitorado não se identifica com nenhum dos dois polos partidários, parcela que chegou a 70% em 2014. “Eleitores indiferentes que não distinguem claramente PT e PSDB constituem o segmento numericamente mais importante do eleitorado e, portanto, de maior relevo para as estratégias partidárias”, escrevem. Partidários extremos, que representam a polarização de modo mais agudo, flutuam entre 17% e 21%. A identificação partidária se dá, mais que entre petistas e tucanos, entre petistas e antipetistas. “Metade do eleitorado antipetista não simpatiza com o PSDB ou simplesmente não conhece ou não possui informação suficiente para avaliar o principal adversário do PT”, afirma o estudo. Ao investigar a posição dos eleitores sobre diferentes questões, como cotas, redistribuição de renda, impostos ou privatizações, constataram não haver diferenças significativas nos dois polos. As únicas estatisticamente notáveis, em cotas e privatizações, são irrisórias. Isso desmente a noção de que a sociedade brasileira esteja cindida ao meio. Mais que isso, os antipetistas que não simpatizam com os tucanos, em vez de representar uma nova direita, se aproximavam mais das bandeiras de esquerda do próprio PT. “Mesmo em questões que dividem tucanos e petistas, a exemplo das cotas raciais, não é possível encontrar diferenças expressivas entre os antipetistas e os eleitores mais fortemente identificados com o PT”, dizem. Ao analisar a evolução das preferências ao longo do tempo, não constataram acirramento na polarização. “Não há evidências concretas relativas a um suposto aumento da polarização partidária nos últimos anos”, afirmam. “Pelo contrário, as diferenças atitudinais entre petistas e tucanos são de pequena monta, e a distância ideológica entre os extremos da escala de partidarismo se reduziu ao longo do tempo.” Como o estudo só pôde ser realizado com dados até 2014, ele obviamente não permite desvendar o impacto eleitoral do impeachment ou da prisão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva no sentimento do eleitor. Nem fornece uma explicação para a aparente aglutinação do polo antipetista em torno da candidatura Bolsonaro. “Não há como saber se a votação de Bolsonaro reflete, de fato, um crescimento do eleitorado conservador ou se se trata apenas de resultado conjuntural da fragmentação da centro-direita e da ausência de um candidato tucano sólido”, dizem Abreu e Vidigal nas conclusões. Eles se mantêm céticos: “Só se pode falar em polarização quando se verifica crescimento dos eleitores em ambos os extremos do espectro ideológico e redução concomitante da viabilidade eleitoral de candidaturas centristas. Essa hipótese nos parece extremamente improvável e, certamente, não pode ser corroborada a partir das pesquisas eleitorais”. Tanto Mello quanto Abreu e Vidigal nos dão motivos para algum otimismo. Não que o Brasil tenha passado incólume pela maior crise política desde a redemocratização. Mas as feridas estão mais no sistema político que na sociedade. Mesmo que a polarização possa ter se agravado, não há nenhum sinal de que seja irremediável. Fonte: G1

Foto: Departamento de Estado / Domínio Público

A ex-conselheira da Casa Branca e participante da primeira temporada do reality show "O Aprendiz" Omarosa Manigault Newman afirmou que a nora do presidente Donald Trump lhe ofereceu um contrato de US$ 15 mil mensais (cerca de R$ 58 mil) para ficar em silêncio após a sua demissão, em dezembro do ano passado. Ela teria recusado o pagamento. Omarosa também revelou outros segredos sobre o presidente: diz que Trump costumava usar o termo nigger (forma pejorativa de se referir a negros) durante o reality show, que mantinha uma câmara de bronzeamento em seu quarto na Casa Branca e que, certa vez, mastigou um pedaço de papel para evitar que fosse para os registros presidenciais.  As informações estão em seu novo livro, "Unhinged: An Insider Account of the Trump White House" ("Desequilibrado: Relato da Casa Branca de Trump de Dentro"), cujo conteúdo foi divulgado nesta sexta (10) pelo jornal britânico The Guardian. "Trump constrói a sua própria realidade para parecer bem, mesmo em situações horríveis", escreve a ex-conselheira no livro. "E então ele repete sem parar até a sua distorção se tornar a única versão que conhece." O lançamento do título está previsto para a próxima semana. Críticos ao livro questionam a credibilidade de Omarosa e afirmam que ela poderia estar em busca de vingança. A Casa Branca afirmou que a demissão foi motivada por condutas impróprias. O New York Times observou que o livro contém erros factuais básicos, como a afirmação de que um assessor que trabalhou na transição do republicano para a Casa Branca foi contratado meses depois. E ela mesma afirma que nunca ouviu Trump usando o termo nigger. Após a repercussão dos relatos, a porta-voz da Casa Branca, Sarah Sanders, respondeu que "em vez de dizer a verdade sobre todas as coisas boas que o presidente e sua administração têm feito para tornar a América segura e próspera, o livro está repleto de mentiras e falsas acusações." "É triste que uma ex-funcionária descontente da Casa Branca esteja tentando ganhar dinheiro com falsos ataques". Também criticou a exposição que a imprensa está dando para o caso, "depois de não levá-la a sério quando tinha só coisas positivas para dizer sobre o presidente, enquanto estava na administração." Fonte: Bahia Notícias

Entrevistas
Organizadores do “Bloco As Muriquetes” falam sobre a expectativa deste evento que vem animando os muritibanos a cada ano
Mídia TV
VT - Moderna Gestão e Assessoria
Mural de Recados
Tarsila escreveu para Joseane
"Vdd eu tbm eu quero saber tbm de todas as notícias desses anos que esta acontecendo muitas coisas ai è bom saber das coisas primeiro..."
Joseane Bonfim escreveu para Anderson Bella
"Ola, tudo bem? Sou Joseane Bonfim e estou fazendo uma pesquisa sobre os blogs da região de SAJ, o Midia Reconcavo se encaixa na categoria de Blog?"
Podcast
Spot - Câmara de Cruz das Almas
Escute o Spot da Câmara de Vereadores de Cruz das Almas.