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Recôncavo, Terça , 16 de Outubro de 2018
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Seja amor,seja muito amor. E se mesmo assim for difícil ser, Não precisa ser perfeito, Se não der pra ser amor, Que seja ao menos respeito. #CultiveORespeito
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Foto: Reprodução

O regime comunista da China está intensificando a repressão contra as congregações cristãs em Pequim e várias províncias. Além da retirada de cruzes, fechou igrejas – tendo demolido algumas – queimou Bíblias, prendeu pastores e ordenou que fiéis assinem documentos renunciando à sua fé. A China Aid, missão evangélica que monitora a liberdade religiosa na China, vem denunciando há anos as tentativas do Partido Comunista em promover o ateísmo e censurar as manifestações religiosas não só de cristãos, mas também de muçulmanos e outras minorias. O budismo recebe maior tolerância. A motivação da perseguição seria exigir a lealdade ao Partido Comunista e eliminar “qualquer desafio ao seu poder sobre a vida das pessoas”. Bob Fu, presidente da China Aid, afirma que o fechamento de igrejas nas últimas semanas representam uma “escalada significativa” da repressão. “A comunidade internacional deve ficar alarmada e indignada com essa flagrante violação da liberdade de religião e crença”, escreveu ele em um comunicado à imprensa. Ele lembra que, sob o presidente Xi Jinping, o líder mais poderoso da China desde Mao Tsé-Tung, os religiosos estão sofrendo “a mais sistemática supressão sistemática do cristianismo no país desde que a liberdade religiosa foi garantida pela constituição chinesa de 1982”. Fu também vem divulgando um vídeo de pilhas de Bíblias em chamas sendo queimadas em público dia 5 de setembro. O líder evangélico diz que a tentativa do governo em fazer os cristãos renunciarem à sua fé inclui ameaças de expulsão da escola dos filhos e a perda de benefícios sociais. A missão já divulgou em seu site tentativas de fazer com que a Organização das Nações Unidas tome ciência sobre a violação de direitos humanos no país, mas sem sucesso. O caso mais recente foi a tentativa de impedir a deportação de pastores que tentavam buscar asilo na Nova Zelândia. Um pastor da cidade de Henan, ligado à China Aid, e que não quer se identificar por questões de segurança, explica que a lei chinesa permite que os cidadãos participem de cultos e missas somente em “congregações registradas junto ao governo”, mas que a maioria dos cristãos do país pertencem às chamadas igrejas domésticas, grupos que se reúnem nas casas. Já o pastor Ezra Jin Mingri, que lidera a igreja Monte Sião, em Pequim, disse que no último domingo, cerca de 60 funcionários do governo chegaram em carros da polícia e caminhão de bombeiros. Eles fecharam sua igreja, a maior das igrejas não regulamentadas de Pequim, com seis congregações. Declararam que suas reuniões eram ilegais, fecharam o templo. Ele teve seus bens pessoais congelados, em uma tentativa de forçá-lo a ceder às exigências. Mas ele se negou. “As igrejas continuarão a crescer. Fechar as igrejas só intensificará os conflitos”, afirmou Jin. Oficialmente, a China tem cerca de 38 milhões de evangélicos, mas especialistas garantem que o número passa de 100 milhões, o que faria o país ter a maior população cristã do mundo. (Com informações Washington Post / Via Gospel Prime - Jarbas Aragão)

Foto: David H Lipp

O presidente americano, Donald Trump, disse neste domingo (9) em sua conta no Twitter que os dias em que os EUA foram roubados por outras nações chegaram ao fim. Trump escreveu isso em sua conta após comentar informação divulgada pela CNBC sobre a Ford ter cancelado abruptamente um plano para vender carros pequenos feitos na China. Segundo o canal de notícias, a decisão ocorreu por conta das altas tarifas americanas. "Isso é apenas o começo. Esse carro pode agora ser construído nos EUA, e a Ford não vai pagar tarifa nenhuma", comentou o presidente logo após reproduzir a informação da CNBC. Em seguida, o presidente questiona o fato de os EUA terem de pagar tarifa de 25% para a China se quiserem vender carro no país asiático, enquanto, em situação inversa, os chineses pagam sobretaxa de 2%. "Alguém acha isso justo? Os dias em que os EUA foram roubados por outras nações chegaram ao fim." Fonte: Bahia Notícias

Foto : Getty

O ator americano Burton Leon Reynolds Jr., mais conhecido por Burt Reynolds, morreu hoje (6) aos 82 anos, em decorrência de uma parada cardíaca. O artista foi internado em um hospital na Flórida, nos Estados Unidos, e faleceu ao lado da família.Com mais de 50 anos de carreira dedicados ao cinema, Burt foi premiado no Globo de Ouro como melhor ator coadjuvante pela atuação no filme "Boogie Nights – Prazer sem limites", de 1997, e como melhor ator em série de comédia ou musical pelo trabalho em Evening Shade, de 1992.Fonte: Metro 1  

 

Foto: Reuters

A Polícia Metropolitana do Reino Unido disse nesta quarta-feira (5) que tem "evidências suficientes" para acusar formalmente dois cidadãos russos pelo envenenamento do ex-espião Serghei Skripal e de sua filha, Yulia, em março passado. Os suspeitos são Alexander Petrov e Ruslan Boshirov, que desembarcaram no Aeroporto de Gatwick, nos arredores de Londres, no último dia 2 de março, após um voo proveniente de Moscou. Ainda não se sabe qual seria sua ligação com o Kremlin. Ambos teriam cerca de 40 anos, e seus nomes seriam pseudônimos. Dois dias depois da chegada ao Reino Unido, eles viajaram a Salisbury, local do ataque contra Skripal e Yulia, realizado com uma substância do tipo novichok, agente neurotóxico desenvolvido pela União Soviética. "Há evidências para proporcionar uma perspectiva realista de condenação", disse Sue Hemming, diretora de serviços legais do Ministério Público da Coroa. As acusações contra Petrov e Boshirov incluem conspiração para homicídio, tentativa de homicídio, posse e uso de substância química e danos corporais graves. Skripal trabalhava como agente duplo para os serviços de inteligência de Rússia e Reino Unido e, após ser descoberto, ganhou cidadania britânica. Ele e sua filha foram encontrados desacordados no banco de um shopping em Salisbury, a 140 quilômetros de Londres, no último dia 4 de março. Um policial que atendera à ocorrência também foi contaminado, mas todos conseguiram sobreviver. No fim de junho, no entanto, um casal sem relação com Skripal, Charlie Rowley e Dawn Sturgess, acabou atingido pela mesma substância, em Amesbury, a 13 quilômetros de Salisbury. A hipótese é de que os dois tenham sido contaminados por resíduos do agente neurotóxico usado para atacar o ex-espião e sua filha. Sturgess faleceu poucos dias depois, enquanto Rowley chegou a receber alta, mas voltou ao hospital por causa de uma meningite. O caso Skripal elevou a tensão diplomática entre Moscou e Londres e provocou a expulsão de dezenas de diplomatas russos de quase 30 países. O Kremlin nega envolvimento no ataque químico. Fonte: Notícias ao Minuto

Foto: Rebecca Cook/Reuters

Após uma semana de negociações com autoridades canadenses, o presidente Donald Trump avisou ao Congresso nesta sexta (31) que pretende assinar um acordo comercial trilateral com México e Canadá, se este último "estiver disposto", em 90 dias. A intenção de manter um acordo trilateral é uma vitória para os apoiadores do Nafta (Acordo de Livre Comércio da América do Norte) e mostra que Trump está disposto a desistir de um novo tratado bilateral com o México, possibilidade aventada no início da semana. O objetivo de chegar a um acordo com o Canadá até esta sexta não foi atingido. As negociações vão se estender ao longo da próxima semana. Autoridades da USTR (Representação de Comércio dos Estados Unidos), no entanto, afirmaram que "as conversas foram construtivas" e que foram feitos progressos. Questões ligadas ao setor leiteiro canadense e disputas comerciais entre as duas nações estariam travando as negociações. Na última segunda (27), Os Estados Unidos e o México chegaram a um acordo preliminar para revisar o Nafta. O Canadá ficou de fora da proposta. O novo acordo com os mexicanos foca nas regras referentes à indústria automobilística. Também inclui a atualização de regras sobre produtos industriais, agrícolas, propriedade intelectual e economia digital. A medida representou uma vitória para Trump, que classifica o Nafta como um dos piores acordos comerciais da história, em meio à guerra comercial que tem patrocinado contra países em todo o mundo. A renegociação do tratado foi uma das suas principais promessas de campanha. A revisão do Nafta, que entrou em vigor em 1994, precisa ser aprovada pelo Congresso americano. Por enquanto, continua em vigor. Fonte: Folhapress

Foto: Folhapress

A estatal energética venezuelana Corpolec, que fornece energia elétrica para Roraima, ameaça suspender o fornecimento para o estado por causa de uma dívida da Eletronorte. Roraima é a única unidade da federação que não está interligada ao sistema elétrico nacional, e depende do país vizinho para garantir o abastecimento energético. A Eletronorte reconhece que tem uma dívida de US$ 30 milhões com a estatal venezuelana, mas diz que o débito não resulta de falta de dinheiro em caixa para pagar a Corpoelec, e sim de “dificuldades operacionais” para transferir os US$ 4 milhões mensais atualmente pagos pelo fornecimento de energia — serviço que vem sendo prestado regularmente desde 2001. Ainda de acordo com a Eletronorte, as dificuldades de transferência de dólares para o país vizinho por meio do banco em que a Corpoelec tem conta começou após o governo dos Estados Unidos impor uma série de medidas restritivas contra a Venezuela, seu presidente, Nicolás Maduro, e altos funcionários do governo. Fornecimento por termelétricas - O Ministério de Minas e Energia confirmou que a Eletronorte tem enfrentado dificuldades para remeter os pagamentos à Corpoelec e garantiu que o governo federal está empenhado em buscar uma solução institucional para o problema. Na última terça-feira (28), o tema foi tratado em uma reunião ministerial no Palácio do Planalto. O ministério minimizou o potencial de prejuízo para a população de Roraima caso o fornecimento seja temporariamente suspenso, pois a demanda seria suprida por usinas termelétrica acionadas em casos emergenciais. A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) reitera que as usinas termelétricas de Roraima estão preparadas para suprir eventual falha no fornecimento de energia elétrica pela Venezuela, mas isso irá encarecer os custos e pode ocasionar uma alta no preço da conta de luz de todos os brasileiros. “As termelétricas têm um custo de operação mais elevado e, portanto, trazem custo adicional para a operação do sistema. Esse custo eventual é recuperado no âmbito da Conta de Desenvolvimento Energético, portanto, é custeado por todos os consumidores do Sistema Interligado Nacional”, informou a Aneel à Agência Brasil. Para o chefe da Casa Civil do governo de Roraima, Frederico Linhares, além de encarecer a conta de luz, contar com o aporte das termelétricas não é a solução adequada. “O parque térmico não é suficiente para suprir a demanda do estado, que já sofre com a falta de energia elétrica quase que diariamente e paga uma das tarifas mais caras do país. Precisamos de uma solução rápida para este problema com a Venezuela e acredito que o governo federal tem os instrumentos necessários para, em conjunto com as autoridades venezuelanas, buscar uma alternativa a qualquer problema operacional”, argumentou Linhares. Pedido de informações - Segundo Linhares, o governo estadual ainda não recebeu informações oficiais a respeito da situação. “No ofício que enviamos na segunda-feira [27], pedimos respostas em um prazo de 48 horas. Mesmo assim, até o momento, não recebemos nenhuma informação”, disse Linhares, sobre os questionamentos feitos a órgãos federais como o Ministério de Minas e Energia, Casa Civil, Itamaraty e Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), além do Banco Central e das empresas Eletrobras e a sua subsidiária, a Eletronorte. De acordo com o chefe da Casa Civil, representantes do governo estadual têm conversado com autoridades venezuelanas e com diretores da Corpoelec. “É um contato extraoficial, facilitado pelo fato de sermos um estado fronteiriço que tem relações comerciais diretas com o país vizinho, mas eles nos dizem muito pouco. Nem sequer confirmam se de fato há uma ameaça de suspender o fornecimento para Roraima”, acrescentou Linhares, criticando a falta de informações que permitam ao governo estadual tranquilizar a população. Fonte: Bocão News

Foto: DR

Aqueles que se lembram de ouvir na escola católica ou na igreja sobre a infalibilidade do papa podem estranhar o fato de o arcebispo Carlo Maria Viganò acusar o atual pontífice, Francisco, de saber de abusos sexuais cometidos e acobertados por padres nos Estados Unidos e nada ter feito. Se o que Viganò diz for verdade, a escolha do papa de não agir é, no mínimo, moralmente repugnante. O papa errou, então? Como fica a infalibilidade? A questão é que o dogma da infalibilidade papal não significa que, para os católicos, o papa sempre está certo em todas as suas ações nem que ele nunca erra. Nem, aliás, que o papa não possa cometer pecados. A infalibilidade deriva da ideia de que a Igreja Católica recebeu um mandato de Jesus Cristo para propagar seus ensinamentos; o papa, como "cabeça" da Igreja, é orientado pelo Espírito Santo e por isso suas declarações sobre questões de fé e moral são infalíveis, ou seja, corretas e irrevogáveis. Mas isso só se aplica a declarações solenes feitas pelo papa em algumas circunstâncias, geralmente quando ele esclarece uma questão de doutrina da igreja que foi colocada em dúvida, o que é raro. Logo, a infalibilidade não se aplica a toda e qualquer decisão ou declaração do pontífice. Por fim, o papa Francisco não fez nenhuma declaração nem tomou nenhuma decisão relacionada ao caso que é objeto da acusação de Viganò. Sua falha, se tiver existido, terá sido a de não agir. Fonte: Folhapress

Foto: Leah Millis/Reuters



O presidente norte-americano, Donald Trump, acusou nesta terça-feira (28) o Google de manipular as suas ferramentas de pesquisa para que só mostrem notícias ruins sobre ele."Os resultados da pesquisa do Google para 'Trump News' mostram somente reportagens da mídia fake news. Em outras palavras, eles manipularam, para mim e para os outros, para que todas as notícias sejam ruins. A mídia justa e conservadora está fora. Ilegal? 96% dos resultados para 'Trump News' são da mídia de esquerda, muito perigoso", tuitou o presidente. O norte-americano, que sempre polemiza usando as suas redes sociais, disse ainda que o Google está reprimindo as vozes dos conservadores e escondendo informações que são boas. "Isso é uma situação séria que será abordada", concluiu o presidente. Por outro lado, o presidente não credita as informações nem os "96%" citados a nenhuma pesquisa. Assim, os dados do seu tuíte também seriam classificados como fake news. Além disso, também nesta terça-feira (28), Trump postou no Twitter uma citação do apresentador Lou Dobbs que afirma que o presidente "é aquele que fez mais pelas minorias no país em décadas". Ainda assim, o mandatário não é bem visto nas comunidades LGBTQ+, negra, migrante, nem no movimento feminista. O comentário mais curtido de um seguidor que responde a esse tuíte aponta: "Fake News". Pouco mais tarde, o Google negou as acusações de Trump: "A busca não é utilizada para estabelecer uma agenda política e não manipulamos nossos resultados em relação à nenhuma ideologia política", disse um porta-voz da empresa. "Todos os anos, realizamos centenas de melhorias em nossos algoritmos para garantir conteúdos de alta qualidade em resposta às consultas dos usuários. Continuamos a trabalhar para melhorar a pesquisa do Google e nunca classificamos os resultados para manipular a opinião política", acrescentou. Nesta tarde, Trump voltou a elevar o tom contra os gigantes da Internet e acusou Google, Twitter e Facebook de não serem politicamente imparciais em seus conteúdos e os aconselhou a ter "cuidado". Fonte: Ansa

Foto: Agência Ecclesia

Em uma carta de 11 páginas divulgada à imprensa europeia, o ex-núncio apostólico nos Estados Unidos, Carlo Maria Viganò, de 77 anos, pediu a renúncia do Papa Franscisco, ao garantir que o pontífice sabia, desde 2013, das acusações de abuso sexual contra o cardeal Theodore McCarrick, punido em junho pelo Vaticano. No texto, o religioso, uma espécie de ex-embaixador católico nos EUA, acusou outros integrantes da Igreja Católica de formarem um “lobby gay” e acobertarem as acusações contra o cardeal americano. Viganò disse que comunicou o caso a Francisco em 23 de junho de 2013 e, mesmo assim, o papa “seguiu encobrindo McCarrick”. A carta, porém, não contém nenhum documento ou prova das acusações. Fonte: Bahia.Ba

Foto: Getty Images

Na viagem que faz à Irlanda, onde participa do Encontro Mundial da Família, o Papa Francisco pediu, em nome da Igreja Católica, perdão pelos casos de abuso sexual de crianças e adolescentes cometidos por padres. Em sua prece, o pontífice pediu à Nossa Senhora que interceda pelos sobreviventes desses abusos, e que ajude o clero na reparação de “tanta violência”.  A declaração feita hoje (26) no Santuário Mariano em Knock, o Papa voltou a citar o escândalo dos abusos ocorridos na Irlanda e agradeceu pelos “progressos ecumênicos e pelo significativo crescimento de amizade e colaboração entre as comunidades cristãs” no país. Ao pedir perdão pelo que classificou de “chaga aberta”, disse caber à Igreja ser firme e decidida na busca da verdade e da justiça. “Nenhum de nós pode deixar de se comover perante as histórias de menores que sofreram abusos, foram despojados da sua inocência ou que foram afastados das mães e abandonados à deformação de dolorosas recordações. Esta chaga aberta nos desafia a sermos firmes e decididos na busca da verdade e da justiça”, disse o Papa. “Imploro o perdão do Senhor para esses pecados, para o escândalo e a traição sentidos por muitos na família de Deus. Peço à nossa Bem-Aventurada Mãe que interceda por todas as pessoas sobrevividas aos abusos de qualquer tipo e confirme cada membro da família cristã no decidido propósito de nunca mais permitir que se verifiquem tais situações. E também de interceder por todos nós, para que possamos proceder sempre com justiça e reparar, no que depender de nós, tanta violência”, acrescentou o pontífice. A viagem do papa para o Encontro Mundial da Família acontece depois de um novo escândalo que atingiu a Igreja Católica com a publicação pela Suprema Corte da Pensilvânia, nos Estados Unidos, de um relatório que documenta 300 supostos casos de "sacerdotes predadores" sexuais nesse estado e identifica cerca de mil crianças e adolescentes como vítimas desde os anos 1940. A ferida dos abusos ainda está aberta na Irlanda, onde dezenas de padres molestaram menores e a hierarquia católica encobriu sistematicamente as denúncias para evitar o escândalo em um período compreendido entre 1975 e 2004.O papa Francisco iniciou ontem (25) uma viagem de dois dias à Irlanda, onde participará do 9º Encontro Mundial das Famílias na capital Dublin, além de também se reunir com o primeiro-ministro, o democrata-cristão Leo Varadkar, para abordar os abusos cometidos pelo clero no país, entre outros assuntos. A primeira e única visita de um papa à Irlanda até hoje foi feita por João Paulo II em 1979. Francisco, no entanto, encontrará um país diferente daquele, no qual a Igreja Católica perdeu influência e apoio pelos milhares de casos de abusos cometidos por religiosos contra menores de idade e mulheres durante décadas. Fonte: Notícias ao Minuto

Entrevistas
Organizadores do “Bloco As Muriquetes” falam sobre a expectativa deste evento que vem animando os muritibanos a cada ano
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VT - Moderna Gestão e Assessoria
Mural de Recados
Tarsila escreveu para Joseane
"Vdd eu tbm eu quero saber tbm de todas as notícias desses anos que esta acontecendo muitas coisas ai è bom saber das coisas primeiro..."
Joseane Bonfim escreveu para Anderson Bella
"Ola, tudo bem? Sou Joseane Bonfim e estou fazendo uma pesquisa sobre os blogs da região de SAJ, o Midia Reconcavo se encaixa na categoria de Blog?"
Podcast
Spot - Câmara de Cruz das Almas
Escute o Spot da Câmara de Vereadores de Cruz das Almas.