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Recôncavo, Sábado , 18 de Novembro de 2017
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Seja amor,seja muito amor. E se mesmo assim for difícil ser, Não precisa ser perfeito, Se não der pra ser amor, Que seja ao menos respeito. #CultiveORespeito
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 A agência de defesa civil do México informou na madrugada desta quarta-feira (20) que já foram confirmadas 226 mortes após o terremoto de 7,1 pontos que atingiu o país na véspera. Dezenas de prédios ruíram na Cidade do México e em Estados próximos. O chefe da agência, Luis Felipe Puente, informou pelo Twitter que há 117 vítimas fatais confirmadas na Cidade do México, 55 no Estado de Morelos (que fica ao sul da capital do país), e 39 no Estado de Puebla - onde o abalo teve seu epicentro. Outras 12 pessoas morreram no Estado do México (que circunda a capital) e três no Estado de Guerrero. O número da Defesa Civil não incluiu uma morte no Estado de Oaxaca, anunciada por autoridades locais. O epicentro do tremor foi na cidade de Raboso, em Puebla, a 123 quilômetros a sudeste da Cidade do México.

 Com 32,32% dos votos, o partido do presidente da França Emmanuel Macron conseguiu alcançar no primeiro turno das eleições legislativas, neste domingo (11), o que deve fazer com que ele consiga no domingo (18) próximo uma ampla maioria. De acordo com pesquisas do Instituto Ipsos com base nesses resultados oficiais, o Em Movimento associado com os centristas do MoDem poderia ter de 415 a 455 cadeiras (das 577 que existem na Assembleia Nacional) no segundo turno.

Em segundo lugar, em nível nacional, ficou o partido da direita tradicional, Os Republicanos, (associado com os centristas da UDI), com 21,56% dos votos, que representa um grupo de 70 a 110 deputados, menos da metade do que tinha na legislatura que acabou. Já o Partido Socialista (PS), a sofreu um abalo ainda maior ao ficar. Teve 9,5% dos apoios, ficando na quinta posição, atrás do ultradireitista Frente Nacional (FN) e da França Insubmissa do líder da extrema esquerda Jean-Luc Mélenchon. Conforme as projeções do Ipsos, o PS terá que se contentar em ter de 20 a 30 cadeiras, ou seja - com os seus aliados - perderá pelo menos 250.

O FN foi escolhido por 13,2% dos eleitores e terminou na terceira posição em termos absolutos, mas devido ao seu isolamento dificilmente poderá contar com um grupo parlamentar próprio, com no máximo cinco deputados. A França Insubmissa foi votada por 11% dos franceses e as projeções para o próximo domingo indicam que o partido terá de oito a 18 deputados. A abstenção alcançou ontem um nível recorde na história da 5ª República, fundada em 1958, com 51,29%.

Fonte:Metro1

 Um tiroteio na cidade de Orlando, na Flórida, deixou “vários feridos” na manhã desta segunda-feira (5). A informação é do Escritório do Xerife do Condado de Orange. Segundo a polícia norte-americana, a ação já foi "controlada". De acordo com informações da agência EFE, o tráfego de veículos foi interrompido na região e há uma grande presença policial.

 A história do vídeo viral da semana passada, em que uma criança era mordida por um leão-marinho e arrastada pela água, não terminou. A protagonista, que foi resgatada por um homem que se encontrava no cais da cidade canadense de Richmond, atualmente está internada e recebe tratamento específico para combater uma bateria que é ‘potencialmente mortal’.

A família consultou um biólogo, e foi informada que leões marinhos e focas possuem grande quantidade de bactérias nocivas e encaminhou a menina para um centro médico, onde ela passa por tratamento.

À TV NBC, o pai da garota contou que a infecção é conhecida como ‘dedo de foca’ que é causada pela presença uma bactéria cujo nome científico é Mycoplasma phocacerebrale, que se não for combatida com os antibióticos adequados pode gangrenar a região e provocar amputação, ou até mesmo a morte do paciente.

No vídeo, após ser resgatada, é possível ver menina caminhando sem problemas. Mas pouco depois, o ferimento causado pelo animal infeccionou.

 O presidente dos EUA, Donald Trump, e o papa Francisco se encontraram nesta quarta-feira (24) na cidade do Vaticano, deixando temporariamente suas divergências de lado para adotar um tom de paz.

Trump, em meio a uma viagem internacional de nove dias, teve uma audiência privada de 30 minutos com o pontífice, carregada de simbolismos religiosos e protocolos. O presidente, acompanhado por sua esposa e vários assistentes, chegou ao Vaticano às 8h da manhã (4h de Brasília).

Após o fim do encontro, o papa deu a Trump uma medalha com a imagem de um ramo de oliva, símbolo da paz, entre outros presentes. ‘Podemos ter paz’, respondeu o presidente.

As visões de mundo opostas dos dois líderes colidiram no ano passado, quando Francisco criticou duramente a campanha de Trump, que pregava construir um muro na fronteira com o México e fazia declarações de que os EUA deviam recusar imigrantes islâmicos e refugiados.

 O grupo terrorista Estado Islâmico (EI) reivindicou nesta quarta-feira (17) o ataque contra a sede da Rádio Televisão Nacional de Afeganistão (RTA) em Jalalabad, capital da província oriental de Nangarhar, no qual pelo menos dois civis morreram. A informação é da "Agência EFE".

A reivindicação do ataque foi assumida por meio de um comunicado publicado pela agência de notícias "Amaq", vinculada aos terroristas, e divulgada por canais jihadistas no Telegram.

As forças afegãs mataram três membros do grupo, segundo informou à Agência Efe o porta-voz da Polícia de Nangarhar, Hazrat Hussain Mashriqiwal.

O diretor de Saúde Pública de Nangarhar, Najibullah Kamawal, apontou à Agência Efe que até há dois mortos e 17 feridos.

A província de Nangarhar, fronteira com o Paquistão, é uma das mais violentas do Afeganistão e fortalece o grupo jihadista Estado Islâmico no país asiático, além de ter uma importante presença dos talibãs.

 O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, demitiu o procurador Preet Bharara. "Não renunciei. Fui demitido há alguns instantes", diz o procurador de Nova York hoje (11) no Twitter. 

O procurador é famoso por combater a fraude financeira em Wall Street. Ele foi demitido após ter se recusado a renunciar. Ele foi um dos 46 procuradores nomeados pelo governo anterior, de Obama, que o Departamento de Justiça solicitou que renunciassem na última sexta-feira (10). Eram os últimos que continuavam nos cargos, os demais já haviam pedido demissão antes da posse de Trump.

"Ser um procurador em Nova York será sempre a maior honra da minha vida profissional", complementou Bharara na rede social.

A substituição da maioria dos procuradores federais é algo habitual quando há trocas presidenciais, mas Bharara encontrava-se em uma situação particular. Em novembro, enquanto era ainda presidente eleito, Trump reuniu-se com o procurador e pediu que continuasse no cargo.

Até agora se desconhece a razão pela qual o presidente mudou de opinião.

O promotor foi nomeado em 2009 e era um dos mais midiáticos dos Estados Unidos, atuou em casos de terrorismo internacional, narcotráfico e fraudes em Wall Street. Ele levou à prisão vários banqueiros e políticos por casos de corrupção.

As informações foram divulgadas pela Agência Télam com base em agências internacionais de notícias.

 O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anulou na noite de quarta-feira uma norma proclamada por Barack Obama para que as escolas públicas do país permitissem aos alunos transexuais usar os banheiros e vestiários que prefiram em função do gênero com o qual se identifiquem.

 

Os departamentos de Justiça e de Educação disseram em uma carta enviada às escolas de todo o país que a orientação de Obama causou na época um pico em ações judiciais sobre como a orientação deve ser aplicada.

 

Agora cabe aos estados e distritos escolares interpretarem a decisão e determinar se os estudantes possam ter acesso ao banheiro que quiserem ou apenas o determinado pelo seu sexo biológico.

"Esta é a melhor maneira de se resolver a questão, no nível estadual e local", disse o secretário Betsy DeVos. "Escolas, comunidades e famílias podem se encontrar e em muitos casos encontrarem soluções que protejam todos os alunos", acrescentou.

 O governo dos Estados Unidos informou ontem que vai cumprir a decisão judicial que suspendeu o veto à entrada de refugiados, além de imigrantes de sete países de maioria muçulmana. Os departamentos de Estado e de Segurança Interna informaram que já passaram a permitir que pessoas com vistos válidos entrem no país e que deixarão de barrar viajantes de Irã, Iraque, Síria, Sudão, Somália, Líbia e Iêmen. Com a decisão, os quase 60 mil vistos suspensos após o decreto executivo do presidente Donald Trump serão aceitos, desde que não tenham sido fisicamente danificados. Em nota, a Casa Branca já informou que irá apelar da sentença.

O anúncio ocorre após o juiz federal de Seattle James Robart ordenar a suspensão em caráter temporário a ordem executiva emitida pelo presidente Donald Trump, na sexta-feira (3). A medida, que vale para todo país, foi o golpe mais duro até agora contra o polêmico decreto, que gerou protestos nos Estados Unidos e em várias cidades do mundo.

Robart bloqueou o decreto momentaneamente, enquanto estuda um recurso de amparo apresentado pelo procurador-geral do estado de Washington, Bob Ferguson. "A Constituição prevaleceu hoje", manifestou Ferguson, após a sentença. "Ninguém está acima da lei, nem mesmo o presidente."

Trump classificou como "ridícula" a posição do juiz James Robart. Por meio de seu Twitter, o presidente americano se manifestou neste sábado (4) sobre o assunto. "Quando um país não é mais capaz de dizer quem pode e quem não pode entrar e sair, especialmente por razões de segurança - grande problema!", escreveu o republicano em sua conta. "A opinião desse suposto juiz, que essencialmente leva a aplicação da lei para longe do nosso país, é ridícula e será anulada". O presidente argumentou ainda que "certos países do Oriente Médio concordam com a proibição".

Foto: Reprodução

O noticiário político dominou as atenções no mercado financeiro nesta terça-feira e deixou em segundo plano qualquer fato de outra natureza. A possibilidade do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva se tornar ministro da Secretaria de Governo e os desdobramentos da homologação da delação premiada do senador Delcídio Amaral (MS) estiveram entre os principais fatores de influência nos negócios. Após um dia de noticiário intenso e muitas incertezas quanto aos próximos acontecimentos, a Bovespa fechou em queda de 3,56%, aos 47.130,02 pontos. Já o dólar terminou o dia cotado a R$ 3,7612, com alta 3,11%, maior porcentual em um único dia desde 16 de outubro de 2015. Também pesaram sobre os negócios as especulações em torno do uso de parte das reservas para o pagamento da dívida pública. Já a acusação de que o ministro Aloizio Mercadante teria manobrado para evitar a delação premiada do senador Delcídio Amaral adicionou volatilidade aos negócios. Os ativos brasileiros vinham acumulando ganhos até a semana passada, com a análise de que os recentes fatos levariam ao afastamento da presidente Dilma Rousseff. Essa percepção ganhou força até os protestos de domingo contra o governo Dilma, Lula e em apoio ao juiz Sérgio Moro, da Operação Lava Jato. Estadão Conteúdo

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