Mundo - Mídia Recôncavo
Recôncavo, Domingo , 22 de Julho de 2018
Enquete
Entre Aspas
Seja amor,seja muito amor. E se mesmo assim for difícil ser, Não precisa ser perfeito, Se não der pra ser amor, Que seja ao menos respeito. #CultiveORespeito
  Disse Desconhecido  
Mundo
Foto: Reuters

Irã apresentou um denúncia contra os Estados Unidos na Corte Internacional de Justiça das Nações Unidas, em Haia, para pedir um ressarcimento pela imposição de sanções "ilegais" e pelas "violações do direito internacional". O anúncio foi feito pelo porta-voz do ministério de Relações Exteriores iraniano, Bahram Ghasemi. "O Irã apresentou uma denúncia na Corte Internacional de Justiça para que os Estados Unidos sejam responsabilizados por novamente terem imposto sanções unilaterais ilegais contra a república islâmica", disse o ministro das Relações Exteriores do país, Javad Zarif, em seu perfil no Twitter. + Meninos presos em caverna na Tailândia terão alta nesta quarta-feira. "O Irã está comprometido em respeitar o Estado de Direito frente ao desprezo dos Estados Unidos pela diplomacia e suas obrigações legais. É imperativo enfrentar tais práticas, que violam a lei internacional", acrescentou Zarif. Ghasemi complementou a argumentação dizendo que os EUA violaram diversos artigos do Tratado de Amizade, firmado pelos dois países em 1955. O acordo estabeleceu regras para as relações econômicas e consulares das duas nações e, segundo o Irã, "ainda é válido no direito internacional, apesar dos 40 anos de hostilidades entre os países". Teerã e Washington romperam relações diplomáticas desde que 52 membros da embaixada norte-americana no Irã foram mantidos como reféns, entre novembro de 1979 e janeiro de 1981, por um grupo de estudantes que ocupou o edifício. A crise se agravou com a derrubada do xá Mohammad Reza Pahlavi, aliado dos norte-americanos, e o triunfo da Revolução Islâmica liderada pelo aiatolá Khomeini. Após a retirada unilateral dos EUA do acordo nuclear assinado em 2015 por Barack Obama, decidida por Donald Trump em maio deste ano, as sanções impostas contra o Irã voltarão a entrar em vigor em duas etapas, em agosto e novembro. Irã, Estados Unidos, Rússia, Alemanha, China, França e Reino Unido haviam chegado a um acordo para limitar o programa nuclear iraniano a fins pacíficos, em troca da retirada de sanções internacionais multilaterais. O governo Trump também tenta impedir empresas europeias e de outras regiões de realizarem negócios com o país islâmico. Em reação, a União Europeia, por meio de seus ministros de Relações Exteriores, voltou a destacar sua negativa unânime ao isolamento econômico do Irã e adotou medidas jurídicas para proteger suas empresas de represálias de Washington. Além da questão nuclear, os EUA têm imposto recorrentes sanções contra o Irã por causa de seu programa de desenvolvimento de mísseis e por um suposto "apoio ao terrorismo". (ANSA) Fonte: Notícias ao Minuto

Fonte: El Pais Brasil
O híbrido da Rolls-Royce pretende alcançar os 400 quilômetros por hora com autonomia de 800 quilômetros.

A fabricante de automóveis britânica Rolls-Royce projetou um táxi voador com capacidade para transportar de quatro a cinco pessoas a uma velocidade de 400 quilômetros por hora. O modelo foi apresentado na feira de aviação Farnborough International Airshow 2018, realizada em Londres. Embora no momento seja um protótipo conceitual, a fabricante revelou estar à procura de parceiros que possam fornecer a fuselagem e outros elementos elétricos para desenvolver seu projeto e lançá-lo no mercado em meados de 2020. O modelo poderia estar disponível no início ou meados de 2020, "desde que seja possível criar um modelo de negócios viável para sua introdução", segundo informou a empresa à BBC.

O veículo utiliza uma turbina de combustível que serve como fonte de alimentação para seus seis motores de elevação elétrica, por isso não é necessário recarregá-los. Este sistema de propulsão proporciona ao veículo híbrido uma autonomia de cerca de 800 quilômetros e, segundo a empresa, pode ajudar a controlar o problema das emissões de gases de efeito estufa e congestionamento do tráfego. Além disso, destaca que não exigirá novas infraestruturas, uma vez que suas características permitem a utilização de aeroportos e heliportos existentes.

Foto: Kevin Lamarque/Reuters

Depois de uma reunião com o presidente russo, Vladimir Putin, Trump contradisse agências de inteligência americanas e afirmou que não havia razões para a Rússia se intrometer na votação. Putin voltou a negar qualquer interferência russa em questões americanas. Os dois líderes travaram conversas a sós, acompanhados apenas por tradutores e a portas fechadas, por duas horas em Helsinki, capital da Finlândia, nesta segunda-feira (16). Em uma coletiva de imprensa após a reunião, Trump foi questionado se acreditava em suas próprias agências de inteligência ou no presidente russo em relação às acusações de interferência nas eleições. Fonte: G1

Foto: Kevin Lamarque/ Reuters

Os presidentes dos Estados Unidos, Donald Trump, e da Rússia, Vladimir Putin, deram início a um encontro em Helsinque, na Finlândia, nesta segunda-feira (16). A conversa dos dois líderes no Salão Gótico do Palácio Presidencial, que começou com atraso, terá como testemunhas apenas seus intérpretes. Antes do início da conversa privada, Putin afirmou diante dos jornalistas que é hora de falar sobre as relações entre Rússia e Estados Unidos, além de questões internacionais. Trump disse esperar conseguir estabelecer uma "relação extraordinária" com o mandatário russo. Para Trump, entender-se bem com a Rússia é "uma boa coisa". Ele ainda elogiou a Copa do Mundo e o desempenho da seleção russa na competição, que terminou no domingo (15). O encontro privado deve durar uma hora e meia. Em seguida, os presidentes serão acompanhados por um grupo em um almoço de trabalho no Salão de Espelhos.

Foto : Reprodução/Fox Sports

Capital da França, Paris viveu cenas de euforia após a conquista do título mundial da Copa do Mundo da Rússia, na vitória contra a Croácia por 4 a 2 hoje (15), em Moscou. Cerca de 100 mil torcedores foram até os arredores da Torre Eiffel, onde foram instalados quatro telões para transmitir a final. Após o apito final, muitos se exaltaram e invadiram as ruas da metrópole parisiense. De acordo com a imprensa europeia, foram registradas cenas de vandalismo, como na final da Copa de 1998, quando a França conquistou o título pela primeira vez em sua história. O canal TVNZ destacou que pessoas quebraram janelas de lojas para furtar itens. A polícia francesa usou bombas de gás para conter os criminosos. Na avenida Champs-Élysées, palco das comemorações tradicionais dos franceses, foram registrados ataques aos centros comerciais. Cerca de 4 mil policiais foram mobilizados em Paris para a final da Copa. Fonte: Metro 1

Foto: Michael Vadon/ Fotos Públicas

O presidente dos Estados Unidos, Donaldo Trump, disse que deseja concorrer à reeleição em 2020. Em entrevista ao jornal Mail on Sunday, dada na sexta-feira (13), Trump não hesitou em responder quando questionado sobre o assunto. “Bem, eu pretendo concorrer, efinitivamente. Parece que todo mundo quer que eu faça isso”, afrimou. Ele ainda ressaltou que não vê nenhum democrata que possa vencê-lo. “Eu não vejo ninguém. Eu conheço todos eles e não vejo ninguém capaz”, reiterou. Fonte: Bahia Notícias

(Foto: Stefan Rousseau/Reuters

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, aconselhou a primeira-ministra do Reino Unido, Theresa May, a processar a União Europeia (UE) em vez de negociar os termos do "Brexit", segundo revelou hoje May em entrevista para a rede pública "BBC". Trump contou ao fim de sua reunião com a premiê na sexta-feira passada em Chequers, na Inglaterra, que tinha dado um "conselho" em relação à saída do Reino Unido da UE que May tinha achado "brutal" demais. Interrogada hoje pelo jornalista Andrew Marr sobre o que foi que Trump lhe disse, May revelou que lhe orientou a processar a UE. No entanto, ela revelou que, na reunião, Trump mudou de opinião e aconselhou que ela não abandonasse as negociações. Caso contrário, ela ficaria "emperrada".Fonte: G1

Foto : Win McNamee/Getty Images

O presidente americano, Donald Trump, questionou hoje (14) por que o governo de seu antecessor, Barack Obama, não tomou medidas sobre as alegações de interferência russa no pleito presidencial dos Estados Unidos em 2016. O questionamento acontece um dia depois do Departamento de Justiça dos EUA denunciar 12 agentes de inteligência russos sob a acusação de hackear os computadores do partido Democrata e da campanha de Hillary Clinton com o objetivo de modificar o curso do pleito no país. "As histórias que você ouviu sobre os 12 russos ocorreram durante o governo Obama, não no governo Trump", escreveu o mandatário nas redes sociais. "Por que eles não fizeram algo sobre isso, especialmente quando foi relatado que o presidente Obama foi informado pelo FBI em setembro, antes das eleições?", completou Trump. Fonte: Metro 1

Foto : Official White House Photo by Stephanie Chasez

O Departamento de Justiça dos EUA anunciou hoje (13) que 12 agentes de inteligência russos foram denunciados sob a acusação de promover um ataque hacker aos computadores do partido Democrata e da campanha de Hillary Clinton durante as eleições presidenciais americanas de 2016. De acordo com a denúncia, eles atuavam para o departamento central de inteligência do governo de Vladimir Putin, com o objetivo de mudar o curso das eleições americanas. Sem sucesso, os hackers chegaram a invadir os sistemas dos órgãos eleitorais que comandam as eleições nos Estados Unidos. Apesar das suspeitas de internação, a justiça americana disse não haver sinal de que os crimes tenham alterado o resultado do pleito e de que algum cidadão americano tenha se envolvido ou soubesse da suposta conspiração russa. Fonte: Metro 1

Foto: Pablo Martinez Monsivais/ AP

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em encontro nesta sexta-feira (13) com a premiê britânica, Theresa May, afirmou que eles "provavelmente nunca tiveram uma relação melhor" e que o relacionamento entre Washington e Londres é "muito, muito forte". As declarações acontecem no mesmo dia em que foi publicada uma entrevista em que o americano critica o plano dela para o Brexit, provocando uma saia justa nesta sua primeira visita oficial ao Reino Unido. Na entrevista ao jornal "The Sun", Trump afirmou que plano de May para o Brexit "provavelmente pode matar" um acordo de livre-comércio entre o Reino Unido e os Estados Unidos. "Se aprovarem um acordo como esse, estaríamos tratando com a União Europeia no lugar de com o Reino Unido, e isso provavelmente pode matar o acordo", disse o presidente americano, antes do início de uma visita de quatro dias ao Reino Unido. O plano de May dá a entender que Londres espera manter laços estreitos com o bloco, com ênfase em uma área de livre comércio, e já encontrou uma forte oposição dentro do próprio partido da premiê. Após tomar conhecimento da versão final do plano, dois ministros pediram para se afastar do governo: o que negociava o Brexit, David Davis, e o de Relações Exteriores, Boris Johnson. Nesta sexta, sem fazer referência ao conteúdo da entrevista, May procurou adotar uma atitude positiva diante do chefe de estado americano. "Vamos discutir as oportunidades reais que temos para um acordo comercial fantástico quando deixarmos a União Europeia", afirmou May aos repórteres que acompanham o encontro em sua casa de campo, em Chequers. Palpites sobre o Brexit. Ainda na entrevista ao tablóide, Trump afirmou que deu palpites à primeira-ministra sobre como conduzir o Brexit, mas que seus conselhos não foram seguidos. "Eu teria feito muito diferente. Eu na verdade disse a Theresa May como fazer isso, mas ela não concordou, ela não me ouviu. Ela quis ir num caminho diferente. Eu diria que ela provavelmente seguiu o caminho contrário. E tudo bem. Ela deveria negociar da melhor forma que sabe. Mas é muito ruim o que está acontecendo", declarou. Os comentários de Trump dominaram a mídia britânica e receberam críticas de diversos políticos. O ministro para Universidades, Ciência e Pesquisa, Sam Gyimah, questionou as declarações do americano. "Onde estão seus modos, sr. presidente?", afirmou no Twitter. Fonte: G1

Entrevistas
Organizadores do “Bloco As Muriquetes” falam sobre a expectativa deste evento que vem animando os muritibanos a cada ano
Mídia TV
VT - Moderna Gestão e Assessoria
Mural de Recados
Tarsila escreveu para Joseane
"Vdd eu tbm eu quero saber tbm de todas as notícias desses anos que esta acontecendo muitas coisas ai è bom saber das coisas primeiro..."
Joseane Bonfim escreveu para Anderson Bella
"Ola, tudo bem? Sou Joseane Bonfim e estou fazendo uma pesquisa sobre os blogs da região de SAJ, o Midia Reconcavo se encaixa na categoria de Blog?"
Podcast
Spot - Câmara de Cruz das Almas
Escute o Spot da Câmara de Vereadores de Cruz das Almas.