Política - Mídia Recôncavo
Recôncavo, Quinta , 21 de Fevereiro de 2019
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Seja amor,seja muito amor. E se mesmo assim for difícil ser, Não precisa ser perfeito, Se não der pra ser amor, Que seja ao menos respeito. #CultiveORespeito
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Política
Foto: © Reuters / Ueslei Marcelino

O governo de Jair Bolsonaro herdou da gestão Michel Temer 69 projetos de desestatização em andamento na esfera do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI). Diversos casos já estão em fase bastante avançada de negociação. De acordo com o G1, entre os projetos que não saíram do papel em 2018 estão as privatizações da Eletrobras, da Casa da Moeda e da CeasaMinas. A venda da participação da Infraero nos aeroportos de Guarulhos, Brasília e Confins também segue na carteira. O número de desestatizações só deve aumentar nos próximos meses, já que a equipe econômica de Bolsonaro promete ampliar as privatizações na área de infraestrutura e a venda de estatais e subsidiárias. O governo prevê investimentos de mais de R$ 113,6 bilhões com as medidas do PPI. Há projetos de privatização nas áreas como transportes, energia e mineração. Fonte: Notícias ao Minuto

Foto: Valter Campanato/Agência Brasil

Conhecida por declarações polêmicas, como a de que “meninos usam azul e meninas usam rosa”, a ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos, Damares Alves, pode ser homenageada com a Comenda 2 Julho, maior honraria concedida pelo Estado da Bahia. A proposta é do deputado estadual Samuel Júnior (PDT), que, de acordo com a coluna Satélite, justifica a honraria pela “competência e dedicação às questões sociais” de Damares, que é evangélica, assim como ele. A Comenda 2 de Julho é destinada a ‘a cidadãos baianos que prestam serviços relevantes ao Estado da Bahia’, conforme resolução da Assembleia Legislativa (Alba). Fonte: Bahia.Ba

Foto: Reprodução

O presidente Jair Bolsonaro fará ofensiva no Fórum Econômico Mundial, em Davos, na próxima semana, para legitimar um governo de transição na Venezuela. A estratégia do Brasil de liderar abertamente o movimento internacional pela queda do presidente Nicolás Maduro foi discutida por Bolsonaro e pelo chanceler, Ernesto Araújo, em reuniões no Palácio do Planalto e no Itamaraty, com opositores venezuelanos e representantes da Organização dos Estados Americanos (OEA).

Bolsonaro, porém, rejeitou pedidos de sanções econômicas, intervenção militar e instalação de um governo paralelo no território nacional. Em nota divulgada à noite, o Itamaraty indicou que deve apoiar um governo interino do opositor Juan Guaidó, presidente da Assembleia Nacional da Venezuela. "A reunião teve por objetivo analisar a situação da Venezuela decorrente da ilegitimidade do exercício da presidência por Nicolás Maduro e da manifestação do presidente da Assembleia Nacional, Juan Guaidó, de sua disposição para assumir a presidência da Venezuela interinamente, seguindo a Constituição venezuelana", ressaltou o comunicado.

Foto: Wilson Dias/Agência Brasil

A proposta de reforma da Previdência será encaminhada ao Congresso Nacional na segunda semana de fevereiro, informou hoje (18) o secretário de Previdência do Ministério da Economia, Rogério Marinho. Segundo o secretário, o governo bateu o martelo sobre a estratégia para apresentar o texto. O Palácio do Planalto pretende aproveitar o texto apresentado pelo governo do ex-presidente Michel Temer e apensar a proposta que será encaminhada ao Congresso Nacional. Com isso, o texto poderia ir diretamente à apreciação do plenário da Câmara dos Deputados, aproveitando que o projeto encaminhado por Temer já passou pela etapa das comissões. “Já foi decidido que vamos utilizar o arcabouço da 287 [Proposta de Emenda Constitucional – PEC 207/16], e a ideia é apresentarmos o projeto no plenário da Câmara a partir da segunda semana depois da votação da mesa diretora”, disse Marinho, em entrevista coletiva na qual apresentou  o texto da chamada Medida Provisória contra Fraudes no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

Foto: © Alan Santos/PR

O decreto presidencial que flexibilizou a posse de armas de fogo, editado nessa terça-feira (15), divide opiniões entre atores do setor. Em nota, a Associação Nacional da Indústria de Armas e Munições (Aniam) destacou que o presidente da República, Jair Bolsonaro, “dentro das limitações do decreto, foi muito feliz nas medidas estabelecidas, cumprindo com o que foi prometido em sua campanha eleitoral”. Para a entidade, “as mudanças focaram no que realmente impossibilitava os cidadãos de terem uma arma de fogo para proteção pessoal, de sua família e propriedade, acabando com a discricionariedade na análise dos pedidos para o registro de armas de fogo e definindo as situações de efetiva necessidade”. A avaliação difere da organização não governamental Instituto de Defesa. Segundo o presidente da ONG, Lucas Silveira, o decreto “criou uma nova restrição que não havia sido prevista nem pelos governos desarmamentistas anteriores”, referindo-se à exigência de dispor de cofre ou local com tranca, para dificultar acesso por parte de crianças, adolescentes ou pessoas com deficiência mental.

Silveira tinha expectativa de que o governo tomasse medidas para abertura de mercado para fabricantes de armas; para concessão de porte para colecionadores, atiradores e caçadores; para o aumento de quantidade de munições; além do fim da discricionariedade dos delegados para autorizar porte; e da concessão de autorização do proprietário poder de levar ao estande de tiro a arma que tem registrada.

Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/ Agencia Brasil

A proposta de reforma da Previdência da equipe econômica de Paulo Guedes quer impor um limite para o acúmulo de aposentadoria e pensão, de acordo com o Estadão/Broadcast. Um terço dos pensionistas (ou 2,4 milhões de pessoas) acumula o benefício com a aposentadoria. O custo é de R$ 64 bilhões por ano. De acordo com a reportagem, a ideia que está em estudo e deve ser apresentada ao presidente Jair Bolsonaro é criar um mecanismo redutor desses benefícios quanto maior for o valor da soma da aposentadoria e da pensão. A medida entraria em vigor com a promulgação da reforma da Previdência e não deve afetar os benefícios já em vigor para evitar uma judicialização do tema. Atualmente, não há nenhum tipo de restrição, o que tem agravado o déficit nas contas da Previdência. A previsão é que o rombo do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) chegue a R$ 218 bilhões em 2019. Há casos já identificados de uma única pessoa que recebe seis benefícios ao mesmo tempo. Todos eles dentro da lei. O Brasil é o único país do mundo que ainda permite acumular vários benefícios, inclusive pensões. Fonte: Bocão News

O ex-governador Paulo Souto afirmou, na manhã desta quinta-feira (17), que algumas medidas adotadas por Rui Costa na reforma Previdência do estado “foram necessárias”. “Evidente que algumas ações são necessárias para amenizar o problema previdenciário […] Não responsabilizo ninguém pela crise da Previdência. O problema é o sistema que precisa mudar. Isso acontece em todas as esferas de governo e é uma situação difícil que acontece em todos os estados da federação”, afirmou ele ao bahia.ba. O ex-governador declarou ainda que, no Brasil, há uma “expectativa” com a  nova reforma da Previdência”. Essa reforma pode iniciar um ciclo novo para que o Brasil não venha a enfrentar o que os outros países enfrentaram. O país ainda tem tempo”, disse Paulo Souto. Ele ainda negou a atual crise do estado tenha sido consequência das antigas gestões. ‘Se ele [Rui Costa] disse isso, ele sabe que rigorosamente não está falando o que efetivamente aconteceu. Quando saí, deixei o recurso da Previdência lá. Só não sei o que aconteceu”, afirmou. Fonte: Bahia.Ba

Foto: BNews

O presidente do PT na Bahia, Everaldo Anunciação, afirma que o partido não vai mais indicar nomes para a Secretaria de Educação. "Vamos respeitar", diz. A decisão foi tomada após uma declaração do governador Rui Costa (PT), na manhã desta segunda-feira (14), reafirmando que o nome a ser escolhido será técnico e da cota pessoal. "Essa postura já foi do início do primeiro governo dele. Tanto a Educação, quanto a Saúde, foram cotas do governador. Nós tivemos petistas e ex-petistas, na cota dele. A discussão do PT de indicar nomes seria se ele tivesse mudado essa lógica, voltando a ser indicação partidária", justifica. "Essa postura eu vejo com naturalidade, porque foi uma prática do primeiro governo. Até porque, é a mesma base aliada e as modificações serão pequenas. Esse é o olhar do PT. Mas, independente disso, o PT tem acúmulo sobre as questões da educação na Bahia e no Brasil e essa questão, na concepção do conteúdo", completa. Fonte: Bocão News

Foto: © Divulgação / DEM

O presidente da Câmara e candidato à reeleição, Rodrigo Maia (DEM-RJ), afirmou nesta segunda-feira (14) que o cargo não é "de governo nem de oposição" e que por isso busca acordos com partidos de lados opostos no espectro político. "A presidência da Câmara não é de governo nem de oposição. Quanto mais representativo o comando da Casa, mais independente e altivo o Legislativo", escreveu ele nas redes sociais. Maia, que tenta chegar ao terceiro mandato consecutivo -o primeiro foi tampão, depois da renúncia de Eduardo Cunha (MDB-RJ)-, firmou acordos com o PSL de Jair Bolsonaro e com o PDT de Ciro Gomes no início deste ano. "É por isso que tenho conversado e firmado compromissos tanto com partidos e parlamentares ligados ao governo quanto com aqueles que representam legitimamente a oposição", afirmou. Maia enfrentou resistências da oposição ao fechar acordo com o PSL. O PSB, por exemplo, já afirmou que o apoio do partido de Bolsonaro à reeleição inviabiliza uma aliança. Do mesmo modo, o PT se vê em dificuldades em apoiar Maia e busca solução para aliar um movimento pragmático para conseguir espaço na Mesa Diretora com a manutenção do discurso ideológico à esquerda. Na base de Maia estão a maioria dos partidos do chamado "centrão", como PR, PRB, Podemos, PSD e Solidariedade. Não é possível dizer, porém, que todos os votos dos parlamentares destes partidos irão para o atual presidente. Isso porque a votação é secreta, o que retira dos caciques o poder de controlar o voto dos deputados. Fonte: Folhapress

Foto: Divulgação / AL-BA

O deputado estadual Alan Sanches (DEM) declarou que a paralisação dos anestesistas credenciados pelo Planserv na capital baiana, desde a última segunda-feira (7), é a primeira consequência do que chamou de “pacote de maldades” do governador Rui Costa (PT). O parlamentar protesta contra o pacote de austeridade enviado pelo petista à Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA). Segundo Sanches, com a redução da contribuição do governo ao Planserv de 4% para 2%, que significa menos R$ 200 milhões de repasse por ano para os cofres do plano, fica inviável qualquer tipo de negociação, de elevação e essa foi a primeira prova, onde nem mesmo a intermediação do Ministério Público Estadual (MPE) conseguiu findar o impasse com os anestesistas, frisou. O deputado, que é médico por formação, destaca, no entanto, que preciso se levar em consideração que trata-se de um serviço fundamental e que não pode esperar por negociação. “E fazer os mais de 500 mil usuários do plano sentir na pele o efeito da má gestão, que tende a piorar”, enfatizou o deputado, clamando por soluções a curto prazo. Sem acordo, um novo encontro entre representantes do plano e médicos anestesistas foi marcado somente para o dia 30 de janeiro.  A categoria alega não haver atualização da tabela do Planserv desde 2015. Fonte: Bahia Notícias

Entrevistas
Organizadores do “Bloco As Muriquetes” falam sobre a expectativa deste evento que vem animando os muritibanos a cada ano
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VT - Moderna Gestão e Assessoria
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Tarsila escreveu para Joseane
"Vdd eu tbm eu quero saber tbm de todas as notícias desses anos que esta acontecendo muitas coisas ai è bom saber das coisas primeiro..."
Joseane Bonfim escreveu para Anderson Bella
"Ola, tudo bem? Sou Joseane Bonfim e estou fazendo uma pesquisa sobre os blogs da região de SAJ, o Midia Reconcavo se encaixa na categoria de Blog?"
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Spot - Câmara de Cruz das Almas
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