Política - Mídia Recôncavo
Recôncavo, Sexta , 17 de Agosto de 2018
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Seja amor,seja muito amor. E se mesmo assim for difícil ser, Não precisa ser perfeito, Se não der pra ser amor, Que seja ao menos respeito. #CultiveORespeito
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Política
Foto: Marcelo Camargo/ Agência Brasil

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes defendeu nesta segunda-feira (30), durante uma palestra em um evento de peritos criminais, que o Estado colete não só as digitais dos cidadãos para identificá-los, mas também seu DNA, a fim de aprimorar as investigações de crimes. "Qual o problema de se realizar um cadastramento de DNA, que é um exame nada invasivo? Eu, na verdade, propus inclusive à época [quando era ministro da Justiça] para o presidente do TSE [Tribunal Superior Eleitoral] que se fizesse, no recadastramento eleitoral, não só a biometria [coleta das digitais], mas já a coleta de DNA", disse Moraes. "Se você pode e deve, constitucionalmente, dar sua identificação, que é a digital, hoje mais moderno que isso é o DNA. Obviamente, lá atrás a Constituição [de 1988] não ia prever isso, porque estava engatinhando a questão do DNA. São medidas importantes para se combater a criminalidade mais grave, organizada", afirmou. Moraes participou na manhã desta segunda-feira, em São Paulo, do lançamento da InterForensics 2019 (Conferência Internacional de Ciências Forenses), que será realizada em maio na capital paulista. No Brasil, há uma lei sobre coleta de DNA bem menos abrangente que a proposta feita por Moraes, e que mesmo assim já causa controvérsia entre especialistas. A lei em vigor prevê a coleta de material genético apenas de pessoas condenadas por crimes hediondos e dolosos praticados com violência grave. Segundo a APCF (Associação Nacional dos Peritos Criminais Federais), porém, a lei no Brasil não tem sido cumprida a contento, e apenas 2% dos perfis genéticos de criminosos que deveriam estar no banco foram efetivamente registrados. O tema ainda deverá ser discutido pelos ministros do Supremo. Desde o ano passado há na corte um recurso extraordinário apresentado pela Defensoria Pública de Minas relativo a um caso específico de um homem condenado no estado. A Defensoria argumenta que a coleta forçada do DNA dele afronta direitos como o da não autoincriminação (o direito que um indivíduo tem de não produzir provas contra si mesmo). O STF reconheceu a repercussão geral (para todos os outros casos) da decisão que vier a tomar nesse recurso oriundo de Minas, e, no ano passado, realizou uma audiência pública sobre o assunto. O relator do recurso é o ministro Gilmar Mendes. Ainda não há data para julgamento. Em dezembro passado, a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, pediu ao Supremo que negue o pedido da Defensoria Pública de Minas. "O instrumento aqui em discussão [a coleta de DNA de pessoas condenadas por crimes graves], em vez de abstrair a dignidade humana, tem por finalidade precípua promovê-la, sem afetar o núcleo essencial de qualquer direito assegurado a investigados e condenados", afirmou Dodge. "Cabe ao Estado não só permitir o aprimoramento dos instrumentos existentes para a investigação criminal mas, também, prover os meios para tanto necessários, a fim de assegurar os direitos fundamentais de todos os cidadãos, entre eles, o direito à vida, à segurança, ao livre desenvolvimento da personalidade, à integridade física e moral [...]", disse. A procuradora-geral também destacou, em seu parecer ao STF, que países desenvolvidos têm leis que autorizam a coleta de material genético de criminosos, "um reflexo da progressão científica". Segundo peritos, um banco de dados de perfis genéticos bem estruturado ajudaria nas investigações de crimes como homicídios e estupros -a partir, por exemplo, da comparação de vestígios deixados pelo criminoso na cena do crime ou no corpo da vítima, como o sêmen, com os dados do banco. Fonte: Bahia Notícias

Foto: Vagner Souza/BNews

Os deputados estaduais retomarão os trabalhos na próxima quarta-feira, 1º de agosto. O retorno acontece dias após o grande incêndio no terceiro andar do Palácio Luís Eduardo Magalhães, ocorrido no último sábado (28). O plenário será provisoriamente transferido para o Auditório Jorge Calmon. Todos os órgãos de apoio ao plenário funcionarão no anexo Senador Jutahy Magalhães, até o encerramento dos trabalhos do Departamento de Polícia Técnica e a posterior limpeza. O presidente Angelo Coronel instituiu um Grupo de Ação Administrativa (GAA), para adotar as ações emergenciais de forma que não haja paralisação dos trabalhos legislativos. Nesta segunda-feira (30), o GAA reuniu os diretores, coordenadores e gerentes dos departamentos sediados no edifício principal para informar sobre as primeiras decisões que assegurarão o funcionamento da Casa. Não há prazo para o retorno das atividades no Palácio Luís Eduardo Magalhães, que está interditado. Entre as mudanças definidas está a suspensão de todas atividades relacionadas com aperfeiçoamento de pessoal na Escola do Legislativo – que funciona no anexo Senador Jutahy Magalhães. Salas utilizadas para cursos ou treinamento “hospedarão”, provisoriamente, segmentos como a própria Diretoria Financeira, a Secretaria Geral da Mesa, Diretoria de Apoio Parlamentar, a Secretaria Geral das Comissões, o Departamento de Taquigrafia e outro órgãos. O Grupo de Ação Administrativo permanecerá se reunindo na sala de reuniões da TV Assembleia e a Superintendência de Recursos Humanos já estava funcionando em outro espaço. Após a liberação do prédio será iniciada a limpeza, bem como o monitoramento do escoamento e secagem da água utilizada para apagar o incêndio. Fonte: Bocão News

Foto: Reprodução/Veja

O maior beneficiado do grupo de páginas anônimas de apoio aos presidenciáveis é o candidato do PSL, Jair Bolsonaro, que tem mais páginas ao redor de seu nome, boa parte delas em tom humorístico, como "Bolsonaro Opressor 2.0", ou em tom de ataque à esquerda. A reportagem identificou 83 páginas com mais de 10 ml curtidas no Facebook que falam sobre o político, seja com divulgação de notícias, piadas ou vídeos editados.  Ao todo, elas somaram 52,63 milhões de interações (reações, comentários e compartilhamentos) nos últimos três meses. Os números superam os da página oficial do militar no Facebook, que registrou 14,1 milhões de interações no período. Algumas páginas fazem venda de produtos, como a "Vim do futuro pra dizer que o Bolsonaro virou presidente", que tem 173 mil curtidas. Ela anuncia link para um site que vende canecas e camisetas com a frase "Melhor Jair se Acostumando". O Estadão Dados identificou outras três páginas com anúncios do tipo. O proprietário é da área da tecnologia da informação que mora em Fortaleza (CE) e pediu para não ser identificado. Disse que criou a página para ganhar dinheiro e negou ligação com o político. Afirmou ainda que "simpatiza" com o candidato do PSL. "Não está sendo acusado na Lava Jato, é ficha limpa e adotou novo viés liberal." Nos perfis há também divulgação de sites de informações falsas, como a de que o filho de Lula teria "ameaçado acabar com o Brasil" se o pai fosse preso. Dono da página "Bolsonaro Opressor 2018", o vidraceiro Fernando Silva, de 22 anos, disse que quer incentivar mais pessoas a votar no político. Afirmou ainda que já gastou dinheiro para impulsionar seus vídeos na rede. Fonte: Jornal O Estado de S. Paulo

Foto: Agência Brasil

O Centrão fixou pré-requisitos para definir o vice do pré-candidato a presidente Geraldo Alckmin. De acordo com a Coluna do Estadão, está fora da lista quem nasceu em São Paulo, responde a processo ou ocupou ministério no governo Temer. Da lista apresentada a Alckmin, Aldo Rebelo (SD) é hoje o mais cotado. Embora tenha feito carreira política em São Paulo, o nome dele foi incluído porque é alagoano. Ainda no páreo está Margarete Coelho (PP), vice-governadora do Piauí. O empresário Benjamin Steinbruch, diretor-presidente da CSN, se reúne hoje no Planalto com o ministro Eliseu Padilha. Na pauta, a Transnordestina. A última agenda dos dois no Planalto foi em outubro de 2016. Filiado ao PP, Steinbruch não foi indicado pelo partido para vice de Alckmin por ser de São Paulo. Fonte: Bahia Notícias

Foto: Reprodução / Jequié Repórter

O MDB corre, em 2018, o risco de eleger o número mais baixo de governadores da sua história. Segundo o Jornal Folha de S.Paulo, o partido tem 11 candidatos nos estados, o menor número desde 1982. Além da queda de candidatos, apenas dois nomes da legenda têm alianças fortes nos: Renan Filho (AL) e Helder Barbalho (PA). Na Bahia, o pré-candidato João Santana (MDB) ainda conversa com outros partidos para fechar alguma coligação. O isolamento de outros partidos é um dos problemas que afetam a força do MDB, mas o desgaste por suspeitas de corrupção e gestões mal avaliadas, além de brigas internas, são apontados como outros pontos fracos. Fonte: Bahia Notícias

Foto: Reprodução

O vice-prefeito de Itaparica, Admilson Bazarh (PR), morreu na noite deste domingo (29) em um acidente de carro na localidade de Mocambo, na Ilha. As informações preliminares são de que o carro do vice-prefeito teria caído em um buraco, saído da pista e batido de frente com uma árvore. Fonte: Bocão News

Foto: Reprodução / Facebook Loren
Loren ao lado de Juliana Paes e David Brazil

Presidente do Movimento de Gays, Travestis e Transformistas (MGTT), a transexual Loren Alexsandre, de 58 anos, será candidata a deputada estadual no Rio de Janeiro. Sua candidatura será pelo MDB Mulher. “Aceitei o convite do partido em respeito à população LGBTI e pelas minorias, pois nós da diversidade somos usados em campanhas eleitorais, e quando eles são eleitos, não temos voz, somos esquecidos. Os políticos se escondem e saem pelas portas dos fundos para não nos receber. Minha campanha será feita para quem não aguenta mais essa velha política”, defende.Também conhecida como Loren Rainha do Buá, a pré-candidata organiza há 18 anos a parada LGBTI de Madureira, na Zona Norte do Rio. Neste ano, o evento teve o tema "Vote certo para não chorar. Queremos renovação já". Se eleita, ela ressalta que questões sobre saúde, educação, cultura e empregabilidade sem violação dos direitos serão sua pauta na Assembleia Legislativa. "O político precisa legislar para o povo, defender os interesses da população, provocar mudanças no sistema através de leis que, de fato, atenda às necessidades básicas e de direito da população", frisa.De acordo com a própria política, ela foi a primeira trans no mundo a ingressar num partido político, em 1998. Na época, concorreu ao posto de deputada federal pelo PP, mas não se elegeu. Agora, Loren lança sua pré-candidatura no próximo sábado (4), na convenção do MDB.Fonte: Bahia Noticias 

Foto: Reprodução

A Rede incluiu o nome do ator Marcos Palmeira na lista de possíveis vices de Marina Silva no caso de uma chapa pura do partido na corrida pelo Planalto. Segundo o porta-voz da sigla, Pedro Ivo Batista, o nome de Palmeira é um dos preferidos da base do partido. São aventados como possíveis vices internos ainda o presidente do Flamengo, Eduardo Bandeira de Mello, e o economista Ricardo Paes de Barros.Palmeira, que é filiado à legenda, é um apoiador conhecido da pré-candidata desde a primeira vez que ela tentou chegar ao Planalto, em 2010. Atualmente, o ator é parte do elenco de “Intervenção”, filme de Rodrigo Pimentel, um dos autores dos livros que inspiraram a franquia “Tropa de Elite”.A Rede, porém, ainda não descarta a formação de alianças nacionalmente. Segundo a coordenação de campanha, a expectativa é que as decisões sejam finalizadas nesta semana, antes da convenção nacional no dia 4 de agosto, que oficializará o nome de Marina Silva como candidata à presidência.O partido mantém conversas com o Pros, que ofereceu como vice o ex-deputado Maurício Rands, e o PHS, que colocou o advogado criminalista Castellar Modesto à disposição da ex-senadora. PMN e Podemos (que tem como pré-candidato o senador paranaense Álvaro Dias) também estão no radar da sigla. Além disso, nesta quinta-feira (26), Marina Silva se encontrou com o presidente do PV, José Luiz Penna, em São Paulo.Fonte: Bahia Noticias

 

Foto: Valter Campanato / Agencia Brasil

Com o fim do recesso do Judiciário na próxima terça-feira (31), juízes federais já pediram audiências com ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) no retorno das atividades da corte. O objetivo dessas reuniões é discutir a proposta de orçamento que será enviada ao Congresso Nacional. Segundo informações do blog Painel, da Folha de S. Paulo, eles querem acrescentar uma previsão de aumento que cubra o auxílio moradia, atualmente de R$ 4,7 mil. O benefício, que gera polêmica, corre o risco de ser extinto. Fonte: Bahia Notícias

Foto: Adriano Machado / Reuters

Duas pré-candidatas da Rede deixaram o partido e suas campanhas nesta semana sob alegação de que a direção estadual da legenda da presidenciável Marina Silva é machista e não apoia candidaturas de mulheres. A agora ex-porta-voz da Rede em Campinas e ex-candidata a deputado estadual Maíra Massei publicou, na quinta (26), um texto nas redes sociais no qual afirma ser "uma vergonha" o fato de um partido que se propõe a fazer "uma nova política" demonstrar "este tipo de falta de escrúpulo, dentro da própria executiva". O caso foi revelado ontem pelo jornal O Globo. A Rede nega as acusações. Ex-candidata a deputado federal, Surya Guimarães, que era integrante da Executiva da Rede, disse lamentar a falta de apoio da Rede às candidaturas femininas. "Entendo o pragmatismo que tem que ter para termos uma chapa forte e conseguir fazer o coeficiente eleitoral, mas é muito difícil, porque acaba sufocando candidaturas melhores, muitas delas femininas", afirmou Surya ao Estado. Tanto ela quanto Maíra faziam parte do grupo feminino da Rede, o Elo Mulheres. Em maio, por unanimidade, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu que as campanhas de mulheres devem receber pelo menos 30% do volume de recursos do Fundo Especial de Financiamento de Campanha - o fundo eleitoral -, estimado em R$ 1,7 bilhão. Os ministros também decidiram que a propaganda no rádio e na TV deve obedecer à proporção de candidatos homens e mulheres, reservando o mínimo de 30% do tempo para candidaturas femininas. Maíra disse que em reuniões da Executiva estadual foi dito que a cota seria usada nas campanhas de Marina à Presidência e na de Heloísa Helena a deputado federal. No último dia 13, a Rede publicou a resolução que enviou ao TSE sobre a distribuição dos recursos. O texto determina que 50% do fundo eleitoral do partido, orçado em R$ 10,6 milhões, será destinado à campanha de Marina e que a distribuição dos 30% ainda será definida pela Executiva nacional. Compromisso. Em nota, o Elo Mulheres repudiou as acusações. "É notável que a Rede e o Elo Mulheres são compromissados com o aumento da participação das mulheres na política, não apenas em período eleitoral e usando-as para preencher a determinação legal, mas como ponto essencial para termos maior representatividade e qualidade na democracia." O texto ainda diz que a cota de 30% não irá só para a campanha de Marina, mas será distribuída entre candidaturas ao Legislativo. Fonte: jornal O Estado de S. Paulo.

Entrevistas
Organizadores do “Bloco As Muriquetes” falam sobre a expectativa deste evento que vem animando os muritibanos a cada ano
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Tarsila escreveu para Joseane
"Vdd eu tbm eu quero saber tbm de todas as notícias desses anos que esta acontecendo muitas coisas ai è bom saber das coisas primeiro..."
Joseane Bonfim escreveu para Anderson Bella
"Ola, tudo bem? Sou Joseane Bonfim e estou fazendo uma pesquisa sobre os blogs da região de SAJ, o Midia Reconcavo se encaixa na categoria de Blog?"
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Spot - Câmara de Cruz das Almas
Escute o Spot da Câmara de Vereadores de Cruz das Almas.