Política - Mídia Recôncavo
Recôncavo, Terça , 16 de Outubro de 2018
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Seja amor,seja muito amor. E se mesmo assim for difícil ser, Não precisa ser perfeito, Se não der pra ser amor, Que seja ao menos respeito. #CultiveORespeito
  Disse Desconhecido  
Política
Foto : Mateus Pereira /GOVBA

Uma nova pesquisa Ibope para o governo da Bahia e ao Senado será divulgada na próxima quarta-feira (26), segundo o portal do Tribunal Superior Eleioral. A consulta foi encomendada pela TV Bahia.No novo levantamento o instituto vai ouvir 504 pessoas a mais do que no levantamento anterior, após reclamação do Democratas. Na pesquisa divulgada na semana passada, o Ibope apontou que o candidato do DEM, José Ronaldo (DEM), tinha 7% das intenções de votos contra 60% do governador e postulante à reeleição Rui Costa (PT).Presidente nacional do DEM, o prefeito de Salvador, ACM Neto (DEM), contestou os números.“Não posso deixar de manifestar a minha estranheza em relação aos números, porque são incompatíveis com os números internos que nós possuímos. Tanto é que o deputado José Carlos Aleluia, que é presidente do Democratas na Bahia, já manifestou que a coligação vai entrar com um pedido formal junto ao TRE [Tribunal Regional Eleitoral] para ter acesso à base da pesquisa. Além disso, vamos propor uma auditoria nesta pesquisa. O Ibope tem o hábito de cometer muito erros”, afirmou.Fonte: Metro 1

Foto: Wilson Dias/Agência Brasil

O ministro Marco Aurélio Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF), afirmou nesta segunda-feira (24) que as eleições deste ano impossibilitaram rediscutir ações relativas à prisão após segunda instância.“A reanálise dessa matéria ocorrerá em 2019 porque avizinhando-se, como se avizinham as eleições, não é conveniente que isso ocorra no momento presente”, declarou o ministro, em palestra para delegados da Polícia Federal, em Brasília.Marco Aurélio é relator de duas ações diretas de constitucionalidade que podem alterar o entendimento atual do Supremo, firmado em 2016, sobre o assunto. Como efeito cascata, uma eventual mudança poderia implicar na soltura do ex-presidente Lula (PT).Favorável a modificar o atual entendimento do STF, Marco Aurélio liberou as ações para julgamento no plenário em dezembro passado, mas a então presidente da Corte, ministra Cármen Lúcia, não as colocou na pauta.A decisão sobre levar as peças a plenário agora cabe ao atual presidente do STF, ministro Dias Toffoli. No entanto, ele já informou a interlocutores que não colocará o tema em pauta este ano.Fonte: bahia.ba

Foto: Reprodução/instagram

Internado há 18 dias no Hospital Albert Einstein, em São Paulo, o presidenciável Jair Bolsonaro (PSL) deve ter alta na próxima sexta-feira (28).A informação teria sido repassada pela equipe médica a assessores do candidato, segundo O Globo. Familiares de Bolsonaro avaliam contratar um serviço de home-care para que ele continue com os cuidados médicos, que incluem fisioterapia, em sua casa, em um condomínio da Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro.Mesmo que a alta ocorra na sexta, o presidenciável não retomará as atividades de campanha nas ruas e também não deverá ir aos últimos debates na TV. O candidato pretende realizar transmissões ao vivo pela internet durante o horário eleitoral.Fonte: bahia.ba

 

Foto: EBC

Em junho de 2013, quando o Brasil viveu um momento de efervescência das ruas nos protestos a partir do aumento de R$ 0,20 no preço da passagem de ônibus em São Paulo, muito se falou sobre o grande instante do gigante que teria acordado. Criou-se muita expectativa em torno de uma mudança de cultura, que iria permitir que aquele tal país do futuro, ensinado há algumas gerações, chegasse. Ledo engano. Tudo continuou exatamente como era. O país continuou extremamente desigual. “Não é pelos 20 centavos”, bradavam multidões de anônimos que geraram belas imagens para a imprensa e para aquilo que se assemelhava aos movimentos acontecidos meses antes em outras partes do mundo. O que era para ser o embrião de um novo momento político, com engajamento da juventude e dos mais diversos grupos foi abortado. No ano seguinte, quando havia grande expectativa de mudança nas eleições, mais do mesmo. O resultado do pleito de 2014 criou, em muitas pessoas, a sensação de que o país não teria futuro. Divididos entre o petismo e o anti-petismo, os brasileiros viram princípios da hemorragia que se tornou o Brasil com a queda de Dilma Rousseff com o impeachment e a ascensão de um Michel Temer com baixa popularidade e duplamente denunciado pela Procuradoria-Geral da República. Foi um processo de desencanto, que se intensificou ao longo dos últimos meses até chegar ao momento em que estamos. Às vésperas de uma nova eleição presidencial, com atores políticos ligeiramente diferentes do pleito anterior, nossos compatriotas tornam a disputa política um instante de intolerância e aproveitam para destilar preconceitos, antes guardados no âmago de cada um. O debate de ideias, expectativa primordial numa democracia, está em segundo plano. Não é apenas uma questão de dualidade nós x eles. É um conjunto de fatores que tornam a política muito falada. Mas muito mal falada. Admitamos que boa parte das responsabilidades cabe a esses atores que eternamente participam da disputa. Não só. Mesmo aqueles que se dizem novos tem ideias de velhos fanáticos sobre aquilo que acham melhor para o país. Somos uma nação à beira do abismo. E, ao invés de tentarmos dar uma guinada no caminho desse precipício, estamos sendo empurrados por uma onda que oscila entre o “pior que está não fica” e o “lavemos as mãos, pois eles não sabem o que fazem”. Nessas horas, a consciência que falta para os mais radicais pesa nas mentes pensantes das cucas maravilhosas. Estamos todos surdos. O 7 de outubro de 2018 e até mesmo o 28, se houver segundo turno, pode se tornar um marco de um novo momento para o Brasil. Se em junho de 2013, tivéssemos sabido canalizar toda aquela força do gigante cambaleante, talvez a nossa situação fosse menos ruim atualmente. Não quero escolher o menos pior. Acredito que ninguém queira. Por isso, talvez seja essa a primavera que esperamos. Não a árabe. Uma bem brasileira. Fonte: Bahia Notìcias

Foto: Reprodução/Por Escrito

O jornalista Luís Augusto Gomes, 65 anos, morreu em Salvador na madruga deste domingo (23) vítima de câncer. O horário e local do sepultamento ainda não foram informados pela família. Foramdo em Jornalismo pela Escola de Comunicação da Universidade Federal da Bahia (Ufba), Luís Augusto Gomes iniciou a trajetória profissional em 1º de setembro de 1973 como redator na Tribuna da Bahia, tendo passado pelo Jornal da Bahia e A Tarde. Em 2009, lançou o blog Por Escrito e foi premiado na Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA) pela melhor cobertura do jornalismo político na internet nos anos de 2009, 2010, 2011, 2012 e 2013. Na área pública, Luís Augusto Gomes foi redator da Secretaria de Comunicação Social do Estado da Bahia na gestão Roberto Santos (1978-79) e chefe da redação da Secretaria Extraordinária de Informação e Divulgação da Prefeitura de Salvador na primeira gestão Mário Kertész (1979-81). De 1982 a 1990, foi editor de jornais de circulação interna no Polo Petroquímico, tendo atuado, entre outras empresas, na Nitrocarbono, CPC, Ciquine, Polialden, Ceman e Pronor. No ano de 1982, trabalhou como repórter da sucursal de O Globo em Salvador. O jornalista também foi coordenador de Jornalismo da Secretaria de Comunicação do Estado no governo Waldir Pires (1988-89), exercendo a mesma função na Prefeitura de Salvador na gestão Fernando José (1990-92). Na gestão Lídice da Mata (1993-96), foi redator da Secretaria de Comunicação. Fonte: Bocão News

Foto: Arquivo BNews

A candidata à Presidência da República Marina Silva (Rede) ingressou com uma ação no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra Jair Bolsonaro (PSL). Segundo a Folha, a candidata pede que Bolsonaro seja investigado por “orquestração” de ataque hacker a uma página de mulheres contra o candidato no Facebook. Marina alega na ação que, ainda que não se confirme a participação de Bolsonaro e de aliados no ataque, o candidato do PSL obteve vantagem eleitoral com o caso. A candidata pede, ainda, para a Justiça Eleitoral investigar possíveis atos de abusos dos meios de comunicação e do poder político por Bolsonaro, seu filho Eduardo e o general Hamilton Mourão. Fonte: Bocão News

Foto: Divulgação

Candidato da coligação Coragem para Mudar a Bahia, o ex-prefeito de Feira de Santana, Zé Ronaldo (DEM), criticou a gestão do governador Rui Costa (PT) durante passagem por Macaúbas, a 673 quilômetros de Salvador. Na cidade, o democrata cobrou o petista pela entrega de ambulâncias  que foram prometidas. “Eles prometeram a vocês a construção de uma clínica de hemodiálise e nada foi feito. Esse governo não consegue trazer para Macaúbas sequer uma ambulância do SAMU”, disse Ronaldo afirmou ainda que outras promessas de governo do petista também foram esquecidas e que a Câmara dos Vereadores da cidade já indicou a insatisfação. “O repúdio a esse governo não deve ocorrer apenas por meio de nota da Câmara de Vereadores. Eu peço a vocês um voto de confiança. Vamos repudiar esse governo que nada faz por vocês no dia 7 de outubro”, criticou. Fonte: Bahia.Ba

Foto: Adenilson Nunes/BNews

Candidato à presidência da República pelo PSOL, Guilherme Boulos disse que, caso seja eleito, criará uma “lista suja do machismo” para incluir as empresas que pagam às mulheres salários inferiores aos dos homens. Segundo ele, essas instituições ficarão impedidas de contrair crédito junto a bancos públicos e não poderão participar de licitações. “Tem candidato que acha que isso [mulheres ganharem menos que os homens] é natural, que é uma questão da iniciativa privada. Não é. O governo tem que intervir nisso”, disse o socialista, em entrevista coletiva na manhã desta sexta-feira (21), em Salvador. Fonte: Bocão News

 

Foto: André Carvalho/ CNI

Às vésperas de chegar à Bahia, em campanha, o ex-ministro Ciro Gomes (PDT) é advertido pelos marqueteiros para que mantenha o controle emocional e não alimente ainda mais a fama de “pavio curto”. Segundo a coluna Painel, do jornal Folha de S.Paulo, diante do avanço de Haddad nas pesquisas, na segunda colocação das intenções de voto ao Palácio do Planalto, há pouco tempo para viabilizar uma terceira via, já que Jair Bolsonaro (PSL) mantém a ponta. Os dirigentes da campanha temem que o discurso de Ciro seja esvaziado por episódios como o ocorrido em Roraima, quando se envolveu em uma confusão com um jornalista durante uma entrevista coletiva. Fonte: Bahia.Ba

Foto: Reprodução

Os celulares dos aliados de Jair Bolsonaro (PSL) pululam vídeos de manifestações de apoio ao presidenciável em cidades do Nordeste: adesivaços, panfletagem, carreatas. Essa região do Brasil virou o novo objeto de desejo da campanha do capitão reformado do Exército, que acredita que uma possível vitória no primeiro turno passa por roubar votos dos adversários, especialmente do PT.Nas próximas semanas, os filhos de Bolsonaro, os deputados Eduardo e Flávio, e outros aliados devem começar a colocar destinos nordestinos em seus roteiros de campanha. Em reunião nesta terça-feira (18), em São Paulo, eles se encontraram com uma produtora contratada pelo PSL e gravaram vídeos destinados a eleitores de estados como a Bahia.“A surpresa virá do Nordeste. Essa falácia [do PT] dizer ‘o Nordeste é nosso’ porque fizeram um chiqueiro, trataram todo mundo como carneiro e porco, deram Bolsa Família e [dizem] ‘o povo é idiota’. Vocês vão ver como mudou essa nação com as redes sociais, que pode mostrar com clareza quem é quem. O Brasil vai presenciar a eleição no primeiro turno com a surpresa do Nordeste”, diz o senador Magno Malta (PR-ES), que foi cogitado para a vaga de vice de Bolsonaro e é um dos aliados mais próximos do candidato.Luciano Bivar, fundador do PSL e apoiador da candidatura, mostra orgulhoso o vídeo de uma carreata pró-Bolsonaro da qual ele participou no sábado (15) em Garanhuns (PE), terra onde nasceu o ex-presidente Lula (PT). Sobre um caminhão de som, ele diz que o brasileiro quer se livrar “do socialismo e do comunismo”.Julian Lemos, vice-presidente do PSL, mostra outro vídeo, gravado em João Pessoa, na Paraíba. O conteúdo é semelhante: uma longa fila de carros, bandeiras verde e amarelas e gritos de “Brasil acima de tudo, Deus acima de todos”.O deputado federal Onyx Lorenzoni (DEM-RS), coordenador da campanha, diz não acreditar em levantamentos de institutos de pesquisa. Ele afirma que se guia “por faro”, falando com pessoas na rua e com aliados nos diferentes estados. Ele passou a última semana conversando por telefone com correligionários do Nordeste e crava que Bolsonaro já tem o apoio necessário na Bahia para ganhar no primeiro turno.“Tenho escritórios de advocacia por todo o Nordeste: Recife, João Pessoa, Natal, Fortaleza, Salvador. Em todos os lugares eu percebo um apoio muito forte nas ruas”, completa o advogado Antonio de Rueda, parte do núcleo forte bolsonarista.Para todos eles, a grande influência do PT na região faz com que eleitores de Bolsonaro tenham medo de manifestarem sua opção pelo candidato publicamente. Haveria, assim, uma grande massa de votos nordestinos “escondidos” para o candidato do PSL, que se revelariam somente no dia da eleição.Pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (20) mostra Bolsonaro com 28% das intenções de voto, seguido por Fernando Haddad (PT), com 16%, Ciro Gomes (PDT), 13%, Geraldo Alckmin (PSDB), 9%, e Marina Silva (Rede), 7%.O Nordeste é a região em que Bolsonaro tem seu pior desempenho, atrás de Haddad (26%) e empatado com Ciro Gomes, com 17% das intenções de voto. É a única na qual ele não lidera.No Sul, no Sudeste e no Centro Oeste, o candidato abre larga vantagem sobre os demais. No Sul, conta com 37% das intenções contra 10% de Haddad e Álvaro Dias (Pode). No Sudeste, tem 30% ante 13% do petista. No Centro Oeste, alcança 36%, o triplo em relação ao ex-prefeito de São Paulo.Além de investir forças no Nordeste, os bolsonaristas têm outra estratégia complementar para tentar resolver a eleição no dia 7 de outubro e evitar o segundo turno: apelar ao voto útil. O plano passa a ser, então, convencer eleitores de Álvaro Dias, Henrique Meirelles (MDB), João Amôedo (Novo) ou Alckmin de que são a única alternativa viável para evitar a volta do PT à Presidência. Os discursos nesse sentido já começaram a ser feitos.“Os eleitores deles já perceberam a importância de dar um voto no primeiro turno em Bolsonaro para evitar que a gente volte a ter qualquer risco do câncer chamado PT voltar a comandar o país. Estamos a um Amoêdo de ganhar a eleição no primeiro turno, tenho certeza”, diz Flávio Bolsonaro, candidato ao Senado no Rio. “A facada no meu pai fez com que as pessoas adiantassem a escolha delas. O eleitor costuma deixar para escolher mais em cima da hora.”“Só não digo que estamos a um Alckmin de vencer porque ele é muito ‘pequenininho’, quase não tem voto”, completa, provocando gargalhadas nos aliados presentes.Fonte: Bocão News

 

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Organizadores do “Bloco As Muriquetes” falam sobre a expectativa deste evento que vem animando os muritibanos a cada ano
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"Vdd eu tbm eu quero saber tbm de todas as notícias desses anos que esta acontecendo muitas coisas ai è bom saber das coisas primeiro..."
Joseane Bonfim escreveu para Anderson Bella
"Ola, tudo bem? Sou Joseane Bonfim e estou fazendo uma pesquisa sobre os blogs da região de SAJ, o Midia Reconcavo se encaixa na categoria de Blog?"
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Spot - Câmara de Cruz das Almas
Escute o Spot da Câmara de Vereadores de Cruz das Almas.