Política - Mídia Recôncavo
Recôncavo, Segunda , 17 de Junho de 2019
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Seja amor,seja muito amor. E se mesmo assim for difícil ser, Não precisa ser perfeito, Se não der pra ser amor, Que seja ao menos respeito. #CultiveORespeito
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Política
Foto: Marcos Corrêa/PR
O dinheiro foi aportado nos fundos de investimento em participações

O TCU (Tribunal de Contas da União) abriu processo para apurar supostas fraudes em negócios feitos por uma empresa do ministro da Economia, Paulo Guedes, com fundos de pensão patrocinados por estatais. A investigação, em fase inicial, foi instaurada em fevereiro, a partir de uma representação do MPF (Ministério Público Federal), que já tocava dois procedimentos a respeito, baseados em irregularidades apontadas pela Previc (Superintendência Nacional de Previdência Complementar) e a Funcef (Fundação dos Economiários Federais), entidade previdenciária dos funcionários da Caixa. O tribunal avaliará possíveis perdas causadas às estatais e aos fundos de pensão nas operações. Como noticiou o jornal Folha de S.Paulo em outubro, a Procuradoria da República no Distrito Federal apura indícios de gestão fraudulenta ou temerária em operações para captar e aplicar, a partir de 2009, R$ 1 bilhão de sete fundos de pensão. Além da Funcef, estão entre eles Previ (Banco do Brasil), Petros (Petrobras) e Postalis (Correios).

Foto: Divulgação

Um erro crasso, em que chama “cônjuge” de “conge”, cometido e repetido pelo ministro da Justiça, Sérgio Moro, viralizou em vídeo nas redes sociais. Em audiência pública da Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) do Senado na quarta-feira (27), Moro por duas vezes pronunciou a palavra de forma errada ao explicar um dos pontos de seu pacote “anticrime” aos senadores. Assista. Na comissão, Moro voltou a defender o endurecimento das punições a crimes de corrupção e a crimes contra a vida, foco do pacote anticrime apresentado por ele ao Congresso em fevereiro. O ministro afirmou que está aberto ao diálogo e a aperfeiçoamentos sugeridos pelos parlamentares. Fonte: Revista Fórum

Foto: Divulgação

Dando seguimento ao trabalho de articulação do mandato com os gestores municipais, o terceiro setor e o Governo do Estado, o deputado e líder da Maioria, Rosemberg Pinto (PT), recebeu em seu gabinete, no último dia 20, representantes de organizações sociais, que prestam importantes serviços à população de São Francisco do Conde. Dentre as demandas de saúde apresentadas, está ampliação no atendimento aos pacientes oncológicos do município, que são assistidos pelo grupo de voluntárias intitulado “Mulheres Iluminadas”. Para viabilizar a realização de procedimentos e exames no próprio município, o deputado se propôs a articular uma reunião com o secretário de Saúde da Bahia, Fábio Vilas-Boas, e viabilizar um mutirão de saúde no município. O parlamentar ainda falou sobre o novo projeto, desenvolvido pela pasta, de desenvolvimento das policlínicas regionais e disse que essa seria uma importante alternativa para desafogar o Hospital Aristides Maltez, referência no atendimento de oncologia localizado em Salvador, para onde são encaminhados a maioria dos pacientes do município da Região Metropolitana de Salvador (RMS).

Isac Nobrega

Após o recado da Câmara dos Deputados com a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que limita o remanejamento de recursos pelo governo federal no Orçamento da União, o tema deve ficar mais leve no Senado. No entanto, será uma boa oportunidade para que a Câmara Alta pressione o presidente Jair Bolsonaro a manter uma relação republicana com o Congresso Nacional, ao invés dos sucessivos embates entre a “nova política” e a “velha política” – que no final são exatamente a mesma coisa. O sinal de que o Senado não dará vida fácil ao governo é a indicação do presidente Davi Alcolumbre de que a tramitação da PEC aprovada na Câmara vai prosseguir normalmente. Ele poderia contemporizar, diante das trocas de farpas públicas entre Rodrigo Maia e Bolsonaro. Porém não pareceu compadecido com a derrota expressiva sofrida pelo governo, que até tentou fingir que foi uma vitória. Alcolumbre, todavia, não deve tensionar ainda mais a relação. Mesmo porque houve dedo do Palácio do Planalto na eleição dele. Faz parte também de um jogo de cena. O presidente do Senado não vai comprar uma briga que não é dele com a Câmara e com o correligionário que a preside. Porém a passagem do ministro Paulo Guedes pela Comissão de Assuntos Econômicos mostra que, entre os senadores, o governo ainda não está em pé de guerra. Tanto que, se na Câmara ainda não existe uma base formada, no Senado os aliados detêm uma maioria expressiva. O pescoço “grosso” de Guedes, inclusive, foi minimizado pelos governistas, que evitaram que o ministro se desgastasse demasiadamente. E as críticas acabaram rebaixadas a barulho da oposição, frente a um ministro cheio de si e detentor das verdades da economia brasileira. Guedes até fingiu apenas espírito público para permanecer no posto como altruísta que é. O terreno “amigo” no Senado impediu que ele fosse provocado como era esperado que seria na Câmara no dia anterior. Agora é imprescindível que a articulação política do governo passe a atuar de maneira efetiva e não apenas restrita a ataques em redes sociais. Negociar politicamente não significa ceder a chantagens e a pressões como propõe essa “nova política”. Enquanto o presidente continuar desferindo críticas públicas contra a Câmara, será natural que os deputados reajam. E o mesmo vai acontecer com o Senado, quando a efervescência dos projetos desembarcar por lá – até o momento os dois carros-chefes do governo, a reforma da Previdência e o pacote anticrime, não têm previsão exata de serem apreciados pelos senadores. Bolsonaro tem perdido a queda de braço para o Congresso e fazer um levante contra os parlamentares não vai ajudar. Assim como postergar a resolução para a crise já instalada no relacionamento com membros da Câmara. Para governar, Bolsonaro precisa, inicialmente, fazer uma coisa bem simples: descer do palanque. Este texto integra o comentário desta quinta-feira (28) para a RBN Digital, veiculado às 7h e às 12h30, e para as rádios Excelsior, Irecê Líder FM, Clube FM e RB FM.

Tacio Moreira / Metropass

O governador Rui Costa (PT) está em Brasília (DF) nesta terça-feira (26) para participar de reunião de 27 chefes dos Executivos estaduais, o Fórum dos Governadores. O ministro da Economia, Paulo Guedes, que desistiu de ir a uma audiência na Câmara Federal, nesta terça, para explicar a reforma da Previdência, deve estar no evento para discutir com os gestores. "O tema em Brasília hoje é a Bahia e os demais estados brasileiros. Estamos num diálogo franco e muito importante com o ministro da economia, Paulo Guedes. Os estados precisam ser fortalecidos", escreceu Rui Costa, no Twitter. De acordo com o jornal Valor Econômico, a pauta do fórum é ajuda financeira aos estados, mas ainda não se sabe se o governo vai anunciar alguma medida de apoio aos caixas.

Foto: Reprodução

Na noite da última sexta-feira (22), o prefeito de São Félix, no Recôncavo baiano, Alex Sandro (MDB), entregou para a população uma quadra poliesportiva na comunidade da Caanga. Moradores que participaram do evento ficaram impressionados com a falta de participantes na entrega da obra que contou em grande maioria com a presença de vereadores e funcionários da prefeitura. Após enviar fotos um leitor que preferiu não se identificar revelou que no evento não tinha 40 pessoas. “O prefeito comprovou sua impopularidade nesse evento. A gestão tá precária. A educação não existe e o resultado foi esse. Nem os funcionários querem participar”, afirmou o morador.

Informações do Recôncavo Online

AG/BR

Em entrevista à Rádio Band News de Brasília o ministro da Justiça e Segurança Pública (MJSP), Sergio Moro comentou o clima tenso que vem se acentuando entre ele e presidente da Câmara Federal, o deputado Rodrigo Maia. De acordo com o ex-juiz o fato está sendo: “Supervalorizado. Rusgas são normais. Já conversamos e cabe ao presidente (Bolsonaro) definir com o presidente da Câmara Rodrigo Maia”, disse e completou ao refletir que para questões políticas é necessário ter “paciência”. Um assunto pontuado foi a decisão do Superior Tribunal Federal (STF) que passou casos de caixa dois ligados à corrupção para as mãos da Justiça Eleitoral: “Eu já tinha manifestado, com todo o respeito ao STF, que não foi a melhor decisão. A Justiça Eleitoral não está preparada para a demanda. Mas temos que respeitar as decisões tomadas pelo STF”. Sergio Moro também foi perguntado sobre a sua mudança de postura no tocante a empreender carreira política. No passado o então juiz da Lava-Jato afirmara categoricamente que “não queria ser político” e acabou assumindo o MJSP. “Foi uma opção feita com muita reflexão. Foi difícil abandonar 22 de magistratura. Tenho recebido quase todos os dias, parlamentares e tem havido muito diálogo. É bem diferente do trabalho de um juiz”, afirmou ao explicar que pretende fazer um trabalho focado também na Segurança Pública. Uma das novidades trazidas à tona foi a intenção do ministro em trazer para o Brasil um método de integração órgãos de Segurança Pública dos Estados Unidos, chamada Fusion Center. Neste modelo, que teve início depois do atentado que derrubou as Torres Gêmeas, em Nova York, nos Estados Unidos, várias agências de segurança juntam informações para assegurar melhoramento de inteligência e operações. Moro se espantou quando questionado se pretendia concorrer à Presidência da República: “Nossa 2022 parece que vai ser daqui a 20 anos. Não tenho nenhuma pretensão nesse sentido”, enfatizou e finalizou ao afirmar que a reforma da Previdência Social e a aprovação do pacote de leis anticrime devem ser as pautas mais focadas.

Agencia Brasil

O crescimento econômico gerado pela reforma da Previdência beneficiará principalmente os 50% mais pobres da população. A conclusão consta de relatório da Secretaria de Política Econômica (SPE), do Ministério da Economia, divulgado em Brasília. No mês passado, o órgão tinha distribuído nota técnica na qual calculou que a economia cresceria 3,3% em 2023 com a aprovação total da reforma da Previdência, 2,3% com a aprovação parcial e encolheria 1,8% com as regras atuais. Segundo o documento, a aprovação integral das novas regras poderia gerar até 8 milhões de empregos formais nos próximos quatro anos, mas o ministério não tinha divulgado a distribuição desse crescimento por classes sociais. Agora, a SPE detalhou o impacto positivo da expansão da economia decorrente da reforma, conforme o nível de renda da população. O levantamento dividiu a população em 10 segmentos, em que o menor corresponde aos 10% mais pobres; e o maior, aos 10% mais ricos, e analisou o aumento da renda em cada faixa em dois cenários. O estudo considerou o crescimento médio de 3% ao ano da economia até 2023, no caso de aprovação total da reforma, e retração média de 0,5% ao ano no mesmo período, sem mudanças nas regras. De acordo com a nota técnica, a renda per capita cresceria mais entre os 50% mais pobres da população: de 3,07% por ano em média para o segmento entre 40% e 50% mais pobres a 3,48% por ano para os 10% mais desfavorecidos. Entre os 50% mais ricos, a renda per capita também subiria, mas em ritmo menor: de 3% ao ano para a faixa entre 40% e 50% mais ricos a 2,63% ao ano entre os 10% mais ricos. “A Nova Previdência traz ganhos a todos os brasileiros, mas favorece, particularmente, aqueles com renda mais baixa, cuja renda média terá maior aumento. As condições econômicas geradas pela Nova Previdência, elevando o emprego, reduzindo a informalidade e estimulando investimentos são fundamentais para o desenvolvimento de uma economia capaz de garantir condições mais seguras aos mais pobres no hoje e no amanhã”, destacou o documento da SPE. Empregos formais Conforme o levantamento, dois fatores beneficiarão as camadas mais pobres da população. Em primeiro lugar, o crescimento da economia aumenta a criação de empregos formais e reduz a informalidade, que afeta 91,64% dos 10 % mais pobres e apenas 18% dos 10% mais ricos, de acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). De acordo com a SPE, até 8 milhões de empregos com carteira assinada seriam criados caso a reforma da Previdência fosse aprovada na totalidade. A segunda razão para o crescimento da economia ter efeitos mais benéficos sobre as menores faixas de renda é a possibilidade de que a inclusão no mercado formal de trabalho aumente os gastos dessas famílias em educação e saúde.

O Presidente da camará dos deputados Rodrigo Maia (DEM) avisou na quinta-feira (21) ao ministro da Economia, Paulo Guedes, que deixará a articulação política pela reforma da Previdência. Maia tomou a decisão após ler mais um post do vereador Carlos Bolsonaro (PSC-RJ), com fortes críticas a ele. Irritado, o deputado telefonou para Guedes e disse que, se é para ser atacado nas redes sociais por filhos e aliados de Bolsonaro, o governo não precisa de sua ajuda. A ligação do presidente da Câmara para o titular da Economia foi presenciada por líderes de partidos do Centrão. Maia está irritado com a ofensiva contra ele nas redes, com a falta de articulação do Palácio do Planalto e com a tentativa do ministro da justiça Sergio Moro, de ganhar mais protagonismo na tramitação do pacote anticrime."Eu estou aqui para ajudar, mas o governo não quer ajuda", disse o presidente da Câmara, segundo deputados que estavam ao seu lado no momento do telefonema. "Eu sou a boa política, e não a velha política. Mas se acham que sou a velha, estou fora." Carlos Bolsonaro, o filho "zero dois" do presidente, compartilhou na quinta-feira nas redes a resposta de Moro à decisão de Maia de não dar prioridade agora ao projeto que prevê medidas para combater o crime organizado e a corrupção.

Dinaldo dos Santos

Diversas centrais sindicais se reúnem, na manha desta sexta-feira (22) no canteiro central da Rótula do Abacaxi e segue para Av Acm, onde farão um protesto como parte da paralização nacional contra a reforma da previdenciária. De acordo com o sindicato dos Rodoviarios , os ônibus não deixaram de circular na capital baiana. A possibilidade de paralisação chegou a ser cogitada na tarde de quinta-feira (21/3). O presidente do Sindicato e vereador, Hélio Ferreira, confirmou a informação durante entrevista ao Aratu On. Segundo ele, apenas representantes da categoria que não estão em serviço realizam o protesto. “Não é uma paralisação, é uma manifestação”, refutou. O vice-presidente do sindicato, Fábio Primo, também se pronunciou. “Ainda não é uma paralisação, se trata de uma mobilização nacional”, disse. A manifestação se dá por conta da votação da reforma da Previdência. O governo calcula que o projeto vai permitir uma economia de R$ 800 bilhões a R$ 1 trilhão nos próximos 10 anos. Por se tratar de uma projeto de emenda constitucional (PEC), a reforma da Previdência precisa ser votada em dois turnos na Câmara e no Senado, com o apoio de no mínimo três quintos dos deputados e dos senadores em cada votação.

Entrevistas
Vem aí uma série de entrevistas com personalidades do nosso Recôncavo
Mídia TV
VT - Moderna Gestão e Assessoria
Mural de Recados
Tarsila escreveu para Joseane
"Vdd eu tbm eu quero saber tbm de todas as notícias desses anos que esta acontecendo muitas coisas ai è bom saber das coisas primeiro..."
Joseane Bonfim escreveu para Anderson Bella
"Ola, tudo bem? Sou Joseane Bonfim e estou fazendo uma pesquisa sobre os blogs da região de SAJ, o Midia Reconcavo se encaixa na categoria de Blog?"
Podcast
Spot - Câmara de Cruz das Almas
Escute o Spot da Câmara de Vereadores de Cruz das Almas.