Política - Mídia Recôncavo
Recôncavo, Sábado , 23 de Junho de 2018
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Seja amor,seja muito amor. E se mesmo assim for difícil ser, Não precisa ser perfeito, Se não der pra ser amor, Que seja ao menos respeito. #CultiveORespeito
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Política
Foto: Reprodução/instagram

O “Mão de Pedra” está de volta, mas não aos ringues. O tetracampeão mundial de boxe Acelino Popó Freitas vai retomar a carreira política e lançou nesta terça-feira (4), nas redes sociais, a pré-candidatura ao Senado Federal pelo PDT.Mas no primeiro contato público após a divulgação, pelo menos no mundo virtual, o ex-deputado federal pelo PRB, recebeu muitos questionamentos sobre a decisão de tentar voltar ao Congresso Nacional.Em meio às mensagens de apoio e estímulo no Instagram, seguidores tentaram convencer o pugilista a desistir de “conviver com ratos”, conforme escreveu um deles.Outros questionaram se o filho de “Seu Babinha” e “Dona Zuleica” desejava “mamar nas tetas” do Brasil.O soteropolitano do bairro da Cidade Nova foi rápido no teclado, esquivou e dentre várias respostas semelhantes disse a dois fãs que nunca precisou do dinheiro público: “Vivo muito bem com o que conquistei no boxe. Quero trabalhar pelo povo. É apenas isso […] Não preciso amigo. Sou rico graças ao que conquistei com meu suor, e tomando soco na cara. Só tô entrando nessa pra fazer a diferença e pelo povo…”.Mas também houve quem questionasse a resposta do lutador que se qualificou como rico: “Então doe seu salário. Trabalhe de graça “pelo povo”. E desculpa, vc não é rico. Precisa sim e é muito melhor dizer a verdade. Ganhou dinheiro lutando, mas não o suficiente para acumular um patrimônio de 30 milhões. Rico no Brasil é quem tem essa quantia em patrimônio solido. Vc é um esportista que ganhou um bom dinheiro, mas não é rico. Desculpa!”.Na passagem pela Câmara, Popó herdou, na suplência, a vaga de Mário Negromonte (PP-BA), que deixou o cargo para assumir o Ministério das Cidades. Na tentativa de se reeleger, perdeu as eleições de 2014.Fonte: bahia.ba

 

 

Foto: Mateus Pereira/GOVBA

O governador Rui Costa (PT) determinou a retirada imediata do seu nome do Campeonato Baiano de Beach Soccer. A decisão, segundo a administração estadual, foi tomada assim que ele soube que o torneio, realizado pela Federação Baiana de Beach Soccer com patrocínio da Sudesb, levaria o nome de “Troféu Governador Rui Costa”. Ainda que o campeonato obedeça aos critérios técnicos exigidos pela Sudesb, “seria um absurdo homenagear um gestor público utilizando o recurso que tem como único objetivo incentivar o esporte”, afirmou Rui. Após alteração do nome, a competição será realizada conforme foi planejada. Oito equipes masculinas e femininas vão jogar nas cidades de Alagoinhas, Ilhéus, Camaçari e Lauro de Freitas. Fonte: Bahia Noticias 

Foto: Reprodução

Depois de o levantamento do instituto Paraná Pesquisa mostrar que quase metade dos baianos não sabe quem o prefeito de Salvador, ACM Neto (DEM), vai apoiar na eleição deste ano ao governo da Bahia, o democrata soteropolitano gravou um vídeo em apoio a José Ronaldo e publicou nas redes sociais.“Esse ano vai ser muito importante para o futuro da Bahia e dos baianos. E é exatamente por isso que o meu partido escolheu José Ronaldo como o nosso pré-candidato a governador. […] Vamos juntos construir o futuro da Bahia”, diz, ao ressaltar que o ex-prefeito de Feira de Santana tem “experiência administrativa” e “sabe governar”.No mesmo vídeo, Zé Ronaldo agradece o apoio e afirma que ACM Neto é “o melhor prefeito de capital do Brasil”.De acordo com a consulta, 49,7% desconhecem a informação de quem ACM Neto vai apoiar, e 7,6% disseram que o soteropolitano não deve apoiar ninguém. Já 17,1% dos baianos sabem que o chefe do Palácio Thomé de Souza vai apoiar José Ronaldo.Outros 11,2% acreditam que o democrata soteropolitano vai apoiar o governador Rui Costa (PT), adversário do democrata.A pesquisa também apontou que Rui seria reeleito no primeiro turno, com 58,8% das intenções de votos, se eleição fosse hoje. Já José Ronaldo (DEM) teria 9,5% dos sufrágios.Fonte:Metro 1

Foto: Reprodução

Com o fim da greve dos caminhoneiros -que resultou em desconto de R$ 0,46 no litro do óleo diesel- e a normalização do abastecimento de combustíveis, o comando do Congresso não vislumbra um cenário de queda de preços de gasolina, etanol e gás de cozinha. Em Brasília, o litro da gasolina é vendido à população por aproximadamente R$ 5 nos postos. O botijão de gás chega a R$ 80. Para os presidentes do Senado, Eunício Oliveira (MDB-CE), e da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), a margem de manobra orçamentária é muito pequena para o governo atuar na redução do patamar. Maia destaca ainda que o governo se depara com travas da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) e da emenda à Constituição que estabeleceu um teto para os gastos. O deputado acredita que a única política a ser feita no momento é o uso de impostos flutuantes, que seriam reduzidos no caso de alta do valor do petróleo. A providência, porém, não reduz o patamar de preço dos combustíveis, apenas suaviza as oscilações.Essa medida ganha força desde de semana passada no Ministério de Minas e Energia como forma de amortecer o impacto da volatilidade do preço na bomba. Está prevista para esta segunda-feira (4) uma reunião de representantes da pasta com técnicos do Ministério da Fazenda e da ANP (Agência Nacional de Petróleo) para tentar aprofundar a discussão. Na sexta, ao anunciar Ivan Monteiro como seu escolhido para comandar a Petrobras, o presidente Michel Temer disse em pronunciamento que não haveria mudança na política de preços da empresa. No caso do gás, Maia, que é pré-candidato à Presidência, defende que o governo crie um mecanismo que beneficie os mais pobres. Uma solução seria ampliar o benefício do Bolsa Família, direcionando o recurso para a compra do botijão. 

Foto: Ascom/LiderançaDEM
Relator da proposta é o deputado federal baiano José Carlos Aleluia

O governo do presidente Michel Temer (MDB) vai arquivar o projeto de privatização da Eletrobras, cujo relator é o deputado federal baiano José Carlos Aleluia (DEM). De acordo com o Jornal do Brasil, o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM), já admite nos bastidores que dificilmente a medida será votada antes das eleições. O único “esforço” que será feito pelo presidente da Câmara será para aprovar o projeto que tenta solucionar o problema de seis distribuidoras deficitárias da Eletrobras e promover alterações no setor elétrico. “Está difícil aprovar a Eletrobras. O tempo está escasso e temos outras matérias da microeconomia para votar’, disse o líder do PR na Câmara, deputado federal baiano José Rocha, também da base aliada. Fonte: Metro 1

Foto: Reprodução

Líder das intenções de voto para presidente em cenários sem Lula, Jair Bolsonaro (PSL) chegou a defender um novo golpe militar no Brasil, nos anos 1990. Em entrevistas, reuniões e em discurso no plenário da Câmara, o deputado federal afirmou, na ocasião, não acreditar em solução para o Brasil por meio do voto popular. A Câmara chegou a enviar representação ao Supremo, mas ela não prosperou. Em entrevistas atuais, o presidenciável adota discurso oposto, chegando a afirmar, como fez na quinta (31), que jamais usou a palavra "intervenção" ao ser questionado sobre a atual defesa de intervenção militar no país, eufemismo para golpe. "Nunca falei a palavra intervenção. Se um dia o militar chegar ao poder, será através do voto", afirmou. Em entrevista ao programa "Câmera Aberta" há 19 anos, porém, Bolsonaro foi questionado pelo entrevistador se ele fecharia o Congresso se fosse presidente da República.

"Não há menor dúvida, daria golpe no mesmo dia! Não funciona! E tenho certeza de que pelo menos 90% da população ia fazer festa, ia bater palma, porque não funciona. O Congresso hoje em dia não serve pra nada, só vota o que o presidente quer. Se ele é a pessoa que decide, que manda, que tripudia em cima do Congresso, dê logo o golpe, parte logo para a ditadura", afirmou.

Foto: Alan Santos/PR

A escolha de Ivan Monteiro para a presidência da Petrobras após a demissão de Pedro Parente ontem (1º) foi bem recebida pelo mercado. De acordo com a coluna Painel, da Folha de S. Paulo, a aposta é a de que, com sua indicação, o governo tenha garantido a recuperação de ao menos de parte das perdas em ações da Petrobras – essa tese será testada na segunda-feira (4). O ministro Moreira Franco (Minas e Energia) encaminhou já ao Conselho de Administração da Petrobras a indicação de Ivan Monteiro à presidência da estatal. Fonte: Metro 1

Data do julgamento ainda não foi marcada

A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) vai decidir se ministros do governo federal continuam com foro por prorrogativa de função, o chamado foro privilegiado, na Corte. A questão será decidida em um inquérito envolvendo o ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Blairo Maggi. O caso é relatado pelo ministro Luiz Fux, que liberou seu voto e deve apresentar uma questão de ordem para analisar a questão. A data do julgamento ainda não foi marcada. A discussão ocorrerá após a decisão do STF que restringiu o foro privilegiado para deputados federais e senadores. Em maio, os ministros definiram que os parlamentares só podem responder a um processo na Corte se as infrações penais ocorreram em razão da função e cometidas durante o mandato. Com a decisão, 150 processos já foram remetidos para a primeira instância da Justiça.

Com base no entendimento firmado para parlamentares, a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, defendeu no STF que o inquérito sobre Maggi seja remetido para uma instância inferior ao STF, o Superior Tribunal de Justiça (STJ), por envolver o conselheiro do Tribunal de Contas do Estado do Mato Grosso (TCE-MT) Sérgio Ricardo de Almeida, que tem foro no tribunal. Maggi é investigado por suposta irregularidade na nomeação do conselheiro, em 2009, quando ele era governador do estado.

Foto: Reprodução

A Odebrecht anunciou a indicação de Ruy Sampaio para a presidência do conselho de administração da empresa na noite de ontem (1º). A nomeação integra uma renovação no colegiado. Outros quatro conselheiros independentes também foram indicados. De acordo com o portal G1, a assembleia geral de acionistas, para que, de fato, seja escolhida a nova composição do conselho, deve ocorrer ainda este mês. Com a reformulação, Emílio Odebrecht se afasta da presidência do Conselho da holdin depois de 20 anos, conforme divulgado em dezembro do ano passado. Emílio é filho de Norberto Odebrecht, fundador da empresa, e pai de Marcelo Odebrecht, empresário encarcerado desde junho de 2015. Fonte: Metro 1

Fonte: Paulo Whitaker / Reuters

O presidente Michel Temer exonerou nesta sexta (1º) três dos alvos da operação Registro Espúrio, da Polícia federal, que apura fraudes no Ministério do Trabalho. Dois parentes do deputado Jovair Arantes (PTB-GO) estão na lista de demitidos: Leonardo Arantes, que era secretário-executivo da pasta, e Rogério Papalardo Arantes, que era diretor do Incra. Ambos tiveram a prisão decretada pelo ministro Edson Fachin, do STF (Supremo Tribunal Federal). As exonerações dos parentes do parlamentar foram registradas como "a pedido". Daniel Vesely, que era diretor na Embratur e foi preso pela PF, também perdeu o posto. As demissões foram publicadas em edição extra do Diário Oficial. Fonte: Folhapress

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