Política - Mídia Recôncavo
Recôncavo, Sábado , 23 de Junho de 2018
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Seja amor,seja muito amor. E se mesmo assim for difícil ser, Não precisa ser perfeito, Se não der pra ser amor, Que seja ao menos respeito. #CultiveORespeito
  Disse Desconhecido  
Política
Foto: Reprodução

Pré-candidata ao Palácio do Planalto, a deputada gaúcha Manuela D’Ávila (PCdoB) disse hoje (11) que não tem motivos para retirar a candidatura ainda que a tentativa de unir os postulantes da centro-esquerda ao Palácio do Planalto não tenha se concretizado.“Nós fizemos o gesto. Mas, se não surtiu efeito, não tem porque retirar a candidatura mais jovem da história, da única mulher pré-candidata dos partidos que denunciam o golpe. Nós não disputamos eleição para crescer o partido”, declarou a comunista, em palestra realizada na Faculdade de Direito da Universidade Federal da Bahia.Na semana passada, Manuela admitiu as chances de retirar a pré-candidatura no primeiro turno caso os presidenciáveis se mostrassem dispostos a unir as forças.Fonte: Metro 1

Foto : Jefferson Rudy/Agência Senado

O PP, partido comandado na Bahia pelo vice-governador João Leão, quer emplacar o deputado Ronaldo Carletto como suplente a senador do ex-governador Jaques Wagner. A informação foi confirmada ao Metro1 pelo também parlamentar federal Cacá Leão. "Tivemos Otto Alencar como vice e hoje temos o suplente de senador Roberto Muniz. Então, isso faz parte da composição que o PP pensa. Vamos discutir com o governador nos próximos dias", disse. Apesar dos planos, Carletto ainda não externou a vontade de ocupar o espaço, segundo Cacá. "Acho que o deputado tem que demonstrar esse desejo. Se ele quiser, vamos discutir com Wagner e com o governador", apontou.Fonte: Metro 1

 

Foto: Reprodução

Em depoimento ao juiz Sérgio Moro como testemunha de defesa do ex-presidente Lula (PT), o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) afirmou, nesta segunda-feira (11), que o chefe de Estado não tem como saber de tudo que ocorre na administração pública durante o seu governo.“No Brasil as pessoas pensam que o presidente pode tudo e sabe tudo”, declarou o tucano, segundo a Folha.Ainda de acordo com a publicação, FHC concordou com a tese da defesa do petista de que a responsabilidade por eventuais problemas na Petrobras não pode ser transferida para o presidente.Fernando Henrique depôs nesta segunda no processo relativo ao sítio de Atibaia e já havia falado a Moro como testemunha no caso do triplex do Guarujá (SP), pelo qual Lula foi condenado a 12 anos e um mês de prisão.Fonte:bahia.ba

 

Foto: Claudio Kbene/divulgação

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva recebeu nesta segunda-feira (11) um terço encaminhado pelo Papa Francisco. O presente será entregue em mãos por Juan Grabois, que é Consultor do Papa Francisco para assuntos de justiça e paz. Grabois visitará Lula na sede da Polícia Federal, em Curitiba. O terço foi acompanhado de um bilhete, mas até o momento o conteúdo não foi divulgado pelo assessoria do PT. Lula está preso desde o último dia 7 de abril na sede da Polícia Federal. O ex-presidente cumpre pena de 12 anos e um mês de detenção pelos crimes de lavagem de dinheiro e corrupção passiva pelo caso do triplex do Guarujá. A visita a Lula do conselheiro do Papa estava marcada para às 16h. Após, Grabois participa de um ato religioso em homenagem ao ex-presidente Lula, em Curitiba. Ele também deverá participar do "Boa Noite, presidente", manifestação diária feita pelos apoiadores de Lula desde que ele começou a cumprir a pena. Fonte: Destak

Foto: Reprodução / Agência Brasil

O presidente Michel Temer (MDB) sancionou nesta segunda-feira (11) o projeto que cria o Sistema Único de Segurança Pública (Susp) e a Política Nacional de Segurança Pública e Defesa Social. As sanções se juntam a Medida Provisória (MP) também assinada por Temer nesta segunda que transfere recursos arrecadados por meio de loterias para a pasta de Segurança Pública. O Susp será coordenado pelo Ministério Extraordinário da Segurança Pública e pretende unir órgãos de segurança e inteligência, padronizando informações, estatísticas e procedimentos, além de monitorar resultados das ações propostas e em andamento. Entre os integrantes do novo sistema estão a Polícia Federal, a Polícia Rodoviária Federal, as polícias civis e militares, corpos de bombeiros, guardas municipais, órgãos dos sistemas penitenciário e socioeducativo, institutos de medicina legal, agentes de trânsito e guarda portuária. A sanção aconteceu em cerimônia no Palácio do Planalto e o projeto foi aprovado no Senado em 16 de maio deste ano, após passar pela Câmara dos Deputados. O próximo passo será criar conselhos para que as diretrizes das políticas públicas sejam formuladas. Ou seja, ambas as medidas ainda precisam ser postas em prática. Segundo o Uol, na mesma cerimônia, a Secretaria Especial de Assuntos Estratégicos da Presidência da República lançou o relatório "Custos Econômicos da Criminalidade no Brasil". O estudo analisa os efeitos econômicos da criminalidade no período entre 1996 e 2005 e busca apontar políticas de segurança pública mais eficazes. Segundo o texto, apenas aumentar os recursos na área não é suficiente. É preciso investimentos em ações com retorno social, como educação. O documento estima que, em 20 anos, os assassinatos no Brasil fizeram o país perder pelo menos R$ 450 bilhões em capacidade produtiva, em razão da redução da força de trabalho. Fonte: Bahia Noticias 

Foto : Lula Marques/PT

Partidos governistas se dividem sobre o caminho a seguir se o presidente Michel Temer (MDB) for alvo de uma terceira denúncia criminal, no momento em que a impopularidade dele alcança novo patamar.Segundo a coluna Painel, da Folha de S. Paulo, líderes do centrão dizem que não faria sentido afastá-lo da Presidência a poucos meses da eleição, se uma nova acusação for encaminhada à Câmara.Integrantes de outras siglas aliadas acham que, com apenas 3% de aprovação, o emedebista não teria força para resistir a outra ofensiva da Procuradoria-Geral da República.Em agosto do ano passado, quando a Câmara barrou a primeira denúncia da PGR contra Temer, o governo era aprovado por 7% dos brasileiros. Em outubro, quando os deputados rejeitaram a segunda denúncia, só 5% apoiavam o presidente.Fonte:Metro 1

 

Foto :Fábio Rodrigues Pozzebom/ Agência Brasil

Com 400 candidatos à Câmara dos Deputados em todo o país, e a esperança de eleger até 40, o PSL ainda discute com Jair Bolsonaro a melhor maneira de bancar as campanhas.Segundo a Folha de S. Paulo, o presidenciável não quer dividir com eles o fundo eleitoral partidário e sugere que se financiem por meio de vaquinhas virtuais.Os candidatos da sigla temem fracassar na internet e querem parte das contribuições que o próprio Bolsonaro vai recolher por meio de crowdfunding.Fonte: Metro 1

 

Foto: Reprodução

Sete dos 35 partidos políticos com registro no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) concentram mais de um milhão de eleitores filiados cada um. O total de eleitores inscritos no Movimento Democrático Brasileiro (MDB), Partido dos Trabalhadores (PT), Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB), Partido Progressista (PP), Partido Democrático Trabalhista (PDT), Partido Trabalhista Brasileiro (PTB) e o Democratas (DEM) alcança 10,4 milhões. Esse número equivale a quase dois terços dos 16,8 milhões de eleitores filiados às legendas com registro na Justiça Eleitoral brasileira. Os números constam nas últimas listas atualizadas de filiados, entregues pelos partidos ao TSE, em abril deste ano. Dos partidos que contam com número de eleitores filiados que ultrapassa um milhão de inscritos, o MDB dispõe de 2,3 milhões de filiados, o PT tem 1,5 milhão e o PSDB, 1,46 milhão. Já o PP conta com 1,44 milhão, o PDT com 1,2 milhão e o PTB, 1,1 milhão. O Democratas tem 1,09 milhão de inscritos.Por sua vez, as legendas que detêm as menores quantidades de filiados são o Partido da Causa Operária (PCO), com 3,7 mil, Partido Comunista Brasileiro (PCB), 14,7 mil, Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado (PSTU), 17,1 mil, Partido Novo (NOVO), 19 mil, e Rede Sustentabilidade (REDE), com 23,9 mil filiados. Os números de eleitoras filiadas chegam próximo à metade nos partidos que têm mais de um milhão de inscritos em suas fileiras. As quantidades são as seguintes: MDB tem 1,07 milhão de filiadas, PT, 706 mil, PSDB, 650 mil, PP, 641 mil, PDT, 557 mil, PTB, 535 mil, e o DEM tem 475 mil filiadas. Fonte: Noticias ao Minuto

Foto : Agência Brasil

O presidente Michel Temer (MDB) se tornou o mais impopular da história do Brasil. A afirmação vem de um levantamento do Instituto Datafolha, divulgado hoje (10) pelo jornal Folha de S. Paulo. Com os reflexos da greve dos caminhoneiros e a lentidão na retomada da economia, a desaprovação ao governo do emedebista é considerada ruim ou péssima por 82% da população.Segundo a pesquisa, somente 3% acreditam que a gestão é ótima ou boa e 14% acham regular. Entre 6 e 7 de junho, 2.824 entrevistas foram feitas em 174 municípios. A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.Fonte: Metro 1

 

Foto: Divulgação/ TSE

Este ano, o eleitor brasileiro vai acompanhar uma campanha diferente, pois, pela primeira vez, está proibida a doação de empresas para os candidatos, conforme determinação do Supremo Tribunal Federal (STF).Sem o dinheiro das empresas, a saída encontrada por deputados e senadores foi definir novas regras para o financiamento da propaganda eleitoral. Depois de muita polêmica e poucos dias antes do prazo final para a proibição valer em 2018, Câmara dos Deputados e Senado aprovaram a criação do Fundo Especial de Financiamento de Campanha, por meio da Lei 13.487/2017, que soma R$ 1,716 bilhão de recursos públicos. Além desse fundo, as legendas apostam em doações de pessoas físicas e vaquinhas virtuais para aumentar o montante de recursos.O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) definiu como os recursos do fundo serão distribuídos. Uma pequena parcela (2%) será dividida igualitariamente entre todos os partidos. O restante será distribuído conforme a quantidade de votos que o partido receberá e a representação no Congresso. Quanto maior a bancada, mais dinheiro a legenda receberá. A referência é o número de titulares nas duas Casas – Câmara e Senado – apurado em 28 de agosto de 2017.O partido que mais receberá recursos será o MDB com R$ 234,19 milhões (13,64%), seguido pelo PT, R$ 212,2 milhões (12,36%); e pelo PSDB, com R$ 185,8 milhões (10,83%). O PP (7,63%) ficará com R$ 130,9 milhões e o PSB (6,92%), com R$ 118,7 milhões. Já o Partido Novo, PMB, PCO e PCB (0,57%) serão as legendas com a menor fatia do fundo eleitoral, tendo direito a R$ 980 mil cada.Os partidos poderão definir internamente os critérios da distribuição dos recursos para os candidatos, desde que com a aprovação da maioria absoluta dos integrantes da Executiva Nacional da legenda. O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) analisará se os requisitos foram cumpridos ou poderá pedir esclarecimentos.A partir dos critérios estabelecidos, a verba ficará à disposição dos partidos, que devem respeitar o entendimento do TSE de que, no mínimo, 30% serão aplicados para o custeio de campanhas eleitorais de mulheres. As decisões das legendas sobre a distribuição também devem ser divulgadas em suas páginas na internet.Por decisão da Justiça eleitoral, um outro fundo, o partidário, poderá ser utilizado nas campanhas dos candidatos deste ano. Composto por dinheiro público, o fundo é destinado originalmente ao financiamento de despesas que garantem a sobrevivência das legendas, como a manutenção de diretórios e o pagamento de pessoal. O orçamento aprovado pelo Congresso, no fim do ano passado, garantiu R$ 888,7 milhões a todas as 35 legendas registradas no TSE.A distribuição segue a proporcionalidade do tamanho da bancada de cada legenda na Câmara dos Deputados.Mas nem só com dinheiro público serão bancadas as campanhas em 2018. Doações de pessoas físicas, limitadas a 10% do rendimento bruto do ano anterior ao das eleições, também serão permitidas. Cada pessoa não poderá doar mais que 10 salários mínimos para cada cargo ou chapa majoritária.A internet também ganhou mais espaço nas eleições de 2018, com a liberação da arrecadação por ferramentas de financiamento coletivo, o crowndfunding ou vaquinhas virtuais, e a legalização do chamado impulsionamento de conteúdo, praticado por meio das redes sociais com empresas especializadas.Se a internet ganhou espaço, a propaganda no rádio e na televisão foi diminuída para permitir uma campanha mais barata. No segundo turno, em vez de se iniciar 48 horas após a votação, a propaganda só retorna à TV e rádio na sexta-feira seguinte ao resultado, com um tempo menor. Além disso, parte da propaganda partidária em rádio e TV foi extinta para que o dinheiro da renúncia fiscal seja incorporado ao orçamento do fundo de financiamento de campanhas.Fonte: bahia.ba

 

Entrevistas
Organizadores do “Bloco As Muriquetes” falam sobre a expectativa deste evento que vem animando os muritibanos a cada ano
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VT - Moderna Gestão e Assessoria
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Tarsila escreveu para Joseane
"Vdd eu tbm eu quero saber tbm de todas as notícias desses anos que esta acontecendo muitas coisas ai è bom saber das coisas primeiro..."
Joseane Bonfim escreveu para Anderson Bella
"Ola, tudo bem? Sou Joseane Bonfim e estou fazendo uma pesquisa sobre os blogs da região de SAJ, o Midia Reconcavo se encaixa na categoria de Blog?"
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Spot - Câmara de Cruz das Almas
Escute o Spot da Câmara de Vereadores de Cruz das Almas.