Política - Mídia Recôncavo
Recôncavo, Terça , 16 de Outubro de 2018
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Seja amor,seja muito amor. E se mesmo assim for difícil ser, Não precisa ser perfeito, Se não der pra ser amor, Que seja ao menos respeito. #CultiveORespeito
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Política
Foto: Reprodução / Instagram

Um vídeo em que o candidato à presidência da República Ciro Gomes (PDT) fala que depois do debate dos presidenciáveis na Rede Globo conseguiu o voto de William Bonner, Fátima Bernardes e Túlio Gadêlha está circulando nas redes sociais. No vídeo, durante uma sessão de perguntas e respostas com eleitores nesta sexta-feira (6), em Uberlândia, Minas Gerais, o candidato passa o microfone para uma mulher que pergunta "Ciro, você conseguiu o voto do Bonner ontem?". O candidato responde: "Eu vou te contar uma história, mas você não conta para ninguém, eu vi hoje na internet que eu consegui o voto do Bonner, eu já tinha o voto da Fátima Bernardes e do namorado dela, se isso for verdade imagina se eu não tenho condição de unir o Brasil?". Fonte: Voz da Bahia

Foto: Reprodução / Agência Brasil

Em meio às 29.090 candidaturas para todos os cargos apresentadas nestas eleições, a maioria dos nomes postos é formada por empresários e advogados, assim como homens e mulheres que simplesmente se declaram “deputados”, sem especificar formação nem atividades profissionais. São 2.820 empresários, 1.719 advogados e 1.097 que se autodenominam “deputado”. Professor de ciência política da Universidade de Brasília, Antônio Testa observou que mudou bastante o perfil dos candidatos, aumentando o número de empresários e advogados. “A partir das eleições de 2010, houve um acensão muito grande de empresários e advogados, pessoas que antes bancavam candidaturas, e que depois passaram a se candidatar”, comentou a Agência Brasil. Entre as candidaturas ainda existem um astrólogo, dois bailarinos, oito artistas de circo, nove catadores de recicláveis, 20 ambulantes e feirantes, além de 24 empregados domésticos, 47 artesãos e 110 religiosos. Antônio Testa analisa as candidaturas de religiosos e militares, por exemplo. “O mesmo aconteceu com pastores evangélicos e policiais, este último grupo porque a questão da segurança entrou muito forte na agenda das eleições”.  Para o cientista político, no caso dos artistas, se eles não tiverem visibilidade, como o deputado federal Tiririca (PR-SP), um dos mais votados do Brasil nas eleições passadas, é “muito difícil” conseguir sucesso nas urnas. Porém, ele ressalta a importância de representantes entre artistas de rua, catadores, ambulantes e empregados domésticos. “Essa é uma velha estratégia que os partidos adotam para atrair votos, já que essas candidaturas estão concentradas em cargos proporcionais [deputados estadual, federal e distrital]. Como esses candidatos, muitas vezes, são lideranças em suas comunidades, eles conseguem 500 votos ali, 300 daqui e isso ajuda nomes de seus partidos a conquistar mais vagas nos parlamentos”, disse. Fonte: Bahia Notícias

Foto: Matheus Morais/ bahia.ba

A declaração do Democrata José Ronaldo em apoio ao presidenciável do PSL Jair Bolsonaro durante o debate da TV Bahia na terça-feira (2) surpreendeu o prefeito de Salvador ACM Neto, assustou o governador Rui Costa (PT), foi considerada “ato de bravura” pelo candidato a Senador Irmão Lázaro (PSC) e arrancou risadas do candidato ao governo da Bahia João Henrique Carneiro (PRTB) que se diz o representante do capitão da reserva no estado. “Aí eu tenho que dar risada, só dando risada. É como se o Bahia tivesse jogando com o Vitória e nos minutos finais da prorrogação já, a torcida do Vitória, ou a torcida do Bahia, olha lá para eu não desagradar a ninguém (risos), de repente, pelo fato de o seu time não ter mais como ganhar o jogo, pulasse para apoiar o outro time adversário histórico”, afirmou o ex-prefeito de Salvador ao bahia.ba nesta quinta-feira (4), na chegada ao debate da TV Aratu. Fonte: Bahia.Ba

Foto: Reprodução

Os dois primeiros colocados na disputa também ocupam as mesmas colocações no quesito rejeição: 42% dos eleitores não votariam de jeito nenhum em Jair Bolsonaro (PSL), e 37% em Fernando Haddad (PT). A rejeição ao candidato petista cresceu à medida que passou a ser conhecido do eleitorado durante a campanha. Na primeira pesquisa do instituto em que apareceu como candidato, no dia 18 de setembro, ele era rejeitado por 29%. Em relação ao levantamento anterior, da última segunda-feira, ele oscilou um ponto para baixo. Bolsonaro, por sua vez, tem conseguido diminuir sua rejeição, que chegou a ser de 46% no dia 24 de setembro e agora está em 42%. Nas duas pesquisas anteriores à de hoje, ele aparecia com 44%. O índice de rejeição é essencial para a viabilidade de um candidato no segundo turno – que, nas eleições deste ano, caminha para ser disputado entre Haddad e Bolsonaro, como mostrou pesquisa divulgada nesta quarta-feira, 3. Haddad só foi oficializado como nome do PT no dia 11 de setembro, após o indeferimento da candidatura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, condenado no âmbito da Operação Lava Jato e preso em Curitiba desde abril. Nos últimos dias, Haddad tem sido alvo de ataques por parte dos adversários, que tentam surfar a onda do antipetismo – atualmente, 36% dos entrevistados pelo Ibope dizem que não votariam de jeito nenhum no partido.  Os índices de rejeição de Ciro Gomes (PDT), Geraldo Alckmin (PSDB) e Marina Silva (Rede) oscilaram dentro da margem de erro. O candidato pedetista foi de 18% a 16%; o mesmo movimento foi registrado pelo presidenciável tucano, que foi de 19% a 17%. O índice de Marina também é dois pontos menor e está em 23% – a menor taxa de rejeição registrada por ela desde o dia 5 de setembro. Em seguida, aparecem Henrique Meirelles (MDB), com 10%; Cabo Daciolo (Patriotas), com 9%; Alvaro Dias (Podemos), Guilherme Boulos (PSOL), Eymael (DC) e Vera Lucia (PSTU), com 8%; João Amoêdo (Novo), 7%; e João Goulart Filho (PPL), 6%. Entre os entrevistados, 7% disseram que poderiam votar em qualquer candidato e 6% não souberam ou preferiram não responder. A pesquisa foi realizada nos dias 01 a 02 de outubro de 2018. Foram entrevistados 3.010 votantes de 209 municípios. A margem de erro máxima estimada é de dois pontos percentuais para mais ou para menos sobre os resultados encontrados no total da amostra. O nível de confiança utilizado é de 95%. Isso quer dizer que há uma probabilidade de 95% de os resultados retratarem o atual momento eleitoral, considerando a margem de erro. Os contratantes da pesquisa são o Estado e a TV Globo. O número de registro no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) é BR-08245/2018. (Isto é) Fonte: Voz da Bahia

Foto: Vagner Souza/BNews

O prefeito de Vitória da Conquista, Herzem Gusmão (MDB), declarou apoio a Jair Bolsonaro (PSL) em eventual segundo turno com Fernando Haddad (PT). Segundo o emedebista, aliado de Geddel e Lúcio Vieira Lima, trata-se de um "voto útil". “Eu estimulei o voto útil em todos os níveis. Agora, declarei apoio a Bolsonaro no segundo turno e declarei que nosso adversário é o PT. Portanto, eu estive no evento de Henrique Meirelles, apontei a importância do voto em João Santana, mas no segundo turno estou declarando meu apoio a Bolsonaro”, disse o emedebista ao Blog do Fábio Sena. Fonte: Bocão News

Foto: Divulgação

A campanha do candidato a presidente pelo PT, Fernando Haddad, pagou R$ 2,1 milhões a envolvidos na Operação Lava Jato e em esquema de corrução da Odebrecht, de acordo com o jornal O Estado de S. Paulo. O valor foi pago à empresa Rental Locação de Móveis, que tem  como sócios Giovane Favieri e Valdemir, a título de locação de equipamentos para programas de TV e rádio. Favieri é réu por lavagem de dinheiro na operação Lava Jato e já prestou serviços a Haddad em 2016 por meio da F5BI produções Ltda. Em junho do ano passado, a empresa recorreu à Justiça para tentar obter o pagamento de dívida do PT de R$ 2,66 milhões e solicitou, inclusive, a apreensão de bens dos devedores. Valdemir Garreta é colaborador no Peru em investigação de caixa 2 da Odebrecht. Fonte: Bahia Notícias

Foto: Montagem BNews/Vagner Souza

Apoiadores do candidato a presidente da República, Jair Bolsonaro (PSL), na Bahia estão em clima de guerra pelo voto de eleitores. Prova disso é o conflito gerado entre os postulantes Cláudio Silva (PHS) e Dayane Pimentel (PSL) logo após o ato em apoio ao deputado federal realizado em Salvador, neste domingo (30). Apesar de compartilharem a mesma coligação, os dois não se bicam. Conforme o BNews noticiou, dois atos foram realizados no mesmo dia: um comandado por Cláudio e “outro em defesa das mulheres”, segundo os organizadores. Só que o segundo, organizado por Pimentel, estava vazio e não conseguiu sair do Porto da Barra (veja foto ao lado). Segundo a reportagem apurou, ela ficou “ressentida” após não receber a autorização para colocar o seu trio elétrico no Farol da Barra. E chegou a afirmar que Silva teria se "aproveitado" da divulgação do evento (que teria sido convocado por ela desde o início). Procurada, Pimentel se manifestou sobre o assunto. “A gente foi solicitar a Transalvador autorização para colocar um trio no Farol da Barra no dia 30, às 9h, e foi negado. Disseram que já existia outro evento de crossfit no mesmo local. Quando chegamos tinha o evento crossfit, mas tinha evento político também. Mesmo assim fomos ao Farol fazendo panfletagem. Programamos o evento para contrapor o #EleNão que aconteceu no sábado”, afirma. Sem citar o nome de Cláudio Silva inicialmente, postulante alfineta o rival insinuando que ele seria "oportunista": “Nessa reta final, muitos oportunistas querem se aproveitar do nome de Bolsonaro. Alguns candidatos tentam pongar na popularidade de Bolsonaro”. Indagada sobre qual seria a motivação da proibição, ela tergiversa: “Não posso afirmar, fica o questionamento. [...] Se apropriaram do nosso evento. Aí você chega ali e vê alguém, que não tem nada a ver com Bolsonaro, falando em nome de Bolsonaro”. Indagada diretamente se estava falando sobre Cláudio Silva, a postulante dispara: “Me deixa preocupada ver uma pessoa que tem questões mal resolvidas com o Ministério Público [fazendo campanha para Bolsonaro]. Isso me deixa bastante preocupada. Não é o currículo que nós bolsonaristas buscamos para nos representar, buscamos uma pessoa fora de qualquer escândalo e de coisa errada. Buscamos pessoas limpas para elevar o nome dele [Bolsonaro]”. Dayane Pimentel também se mostra insatisfeita com a coligação da qual o PSL faz parte na Bahia. “A coligação foi feita em respeito ao coronel Mourão que veio para a chapa de Bolsonaro. Quando fui ao PRTB, ele já estava coligado com o PHS. Nós do PSL não podemos responder por pessoas do PHS. O nosso público espera pessoas de ficha limpa”, vocifera. “Ninguém tem exclusividade de Bolsonaro” Também procurado pelo BNews, Cláudio Silva minimiza as acusações de Dayane de que teria se apropriado de um evento organizado por ela. “Desconheço qualquer coisa nesse sentido”, dispara. “Dei entrada no evento no dia 16 de setembro. Talvez Dayane tentou fazer movimento na cidade onde não tem penetração, ela é de Feira de Santana”, alfineta. Para ele, “todos têm que se juntar pela candidatura de Bolsonaro”. “É um movimento que tenho feito há 3 finais de semana", explica, engando ainda ter divergências com a candidata. "Não há confronto, torço pela vitória da professora Dayane Pimenel, é uma boa candidata, mas chegou agora na política. O público avalia a experiência que você tem, os seus serviços prestados”. O postulante também afirma que não crê “que as pessoas foram enganadas” ao irem ao evento. "Para que não paire dúvida sobre nosso poder de mobilização, dia 23 botei o trio no Porto da Barra e encheu [...] Ninguém tem exclusividade de Bolsonaro”, finaliza. Fonte: Bocão News

Foto: Reprodução

O senador do PDT de Rondônia Acir Gurgacz foi condenado à prisão por crimes contra o sistema financeiro pelo Supremo Tribunal Federal em fevereiro e mesmo assim decidiu se candidatar ao governo do estado, apesar de ter ficado sujeito à Lei da Ficha Limpa. Em agosto, recebeu de seu partido R$ 1 milhão do fundo eleitoral, mantido com recursos públicos, para a campanha. Na última terça-feira (25), o STF determinou que ele começasse já a cumprir a pena de quatro anos e meio de prisão. O deputado federal João Rodrigues, de Santa Catarina, está condenado a cinco anos e três meses de prisão por dispensa irregular e fraude a licitação, pena que já passou a cumprir neste ano. Após idas e vindas, o Supremo determinou no início de setembro que ele voltasse a permanecer no regime semiaberto. Poucos dias antes, o PSD, seu partido, destinou R$ 200 mil do mesmo fundo a ele. Além de Rodrigues e Gurgacz, 17 políticos que são réus em ações penais no Supremo Tribunal Federal já receberam repasses dos fundos eleitoral e partidário, em uma soma que passa de R$ 23,5 milhões. Em comparação, o Museu Nacional, que pegou fogo no Rio há um mês, precisava de R$ 520 mil anuais para a manutenção básica. O levantamento da Folha identificou verbas para réus determinadas pelos principais partidos, como PT, PSDB e MDB. Não há restrições para uso do fundo com esses políticos. O deputado federal do Amapá Roberto Góes, também do PDT, foi condenado em 2016 a dois anos e oito meses de prisão por irregularidades quando foi prefeito de Macapá. Ele ainda tem recursos pendentes nesse caso e se candidatou à reeleição neste ano. Agora, recebeu R$ 500 mil da direção nacional pedetista. Um dos maiores repasses foi para o líder do governo Michel Temer no Congresso, André Moura (SE), que recebeu R$ 2,5 milhões do PSC. Entre os beneficiários que são réus há envolvidos na Lava Jato, como Aníbal Gomes (DEM-CE), com R$ 890 mil, Romero Jucá (MDB-RR), com R$ 2 milhões, e Vander Loubet (PT-MS), com R$ 730 mil. O emedebista Lúcio Vieira Lima, irmão do ex-ministro Geddel Vieira Lima e réu em ação sobre os R$ 51 milhões achados em um apartamento em Salvador, foi agraciado com R$ 1,5 milhão pela direção nacional do MDB. Ele tem adotado "Lúcio" como nome de campanha, omitindo o sobrenome. Todos negam as acusações na Justiça. Os réus com campanha abastecida por recursos públicos são numerosos porque em sua maioria são congressistas, que vêm sendo privilegiados pelos partidos na distribuição de recursos. As cúpulas partidárias consideram que os nomes já conhecidos têm mais viabilidade eleitoral e destinam mais dinheiro a quem já tem mandato. Esse tipo de situação acontecia em menor intensidade em eleições anteriores, quando era permitida a doação de empresas. No ano passado, o Congresso criou um fundo de R$ 1,7 bilhão de dinheiro público para bancar a campanha. Antes de o ex-presidente Lula ter sua candidatura à Presidência barrada, em agosto, a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, afirmou que pediria a devolução de recursos públicos gastos com candidatos atingidos pela Lei da Ficha Limpa. O PT destinou R$ 20 milhões do fundo especial para a candidatura Lula. Partidos citam direito de defesa: O presidente nacional do PDT, Carlos Lupi, disse que o partido não prejulga ninguém e que o financiamento de deputados que tentam a reeleição ou a candidatos a governador foi definido pela cúpula do partido, em repasses de volumes equivalentes. Sobre Acir Gurgacz, diz que o caso não envolvia recursos públicos e que o candidato tem o direito de se defender. "Não muda nada na relação com ele, não. Até porque, senão, a gente vira tribunal de inquisição." O PSD, partido do deputado João Rodrigues, disse que "os repasses aos candidatos são realizados pelas instâncias partidárias, que têm autonomia decisória, e seguem a legislação vigente". A direção do MDB disse que a distribuição do fundo para congressistas que tentam reeleição foi aprovado pela executiva do partido e detalhada em resolução. O comando do partido diz que só deixaria de repassar o fundo para candidatos barrados na Justiça Eleitoral, como o caso do deputado federal Celso Jacob (MDB-RJ), que ficou conhecido por exercer o mandato enquanto cumpria prisão no regime semiaberto. Procurado, o PT afirmou apenas que "aplica os recursos do fundo dentro da lei". Fonte: Folhapress.

Foto : Agência Câmara Notícias

Candidato à Presidência da República, Cabo Daciolo (Patriota) afirmou que os gays estão na mesma categoria de bandidos e corruptos. "Vejo ela como qualquer outro problema que ocorre na Nação. O homossexual está na mesma categoria de problemas que o alcoólatra, que o corrupto, o bandido, e isso tudo. Está no plano espiritual, se resolve com oração. Respeito todos eles", afirmou. Como presidente, a primeira semana do mandato de Daciolo será, segundo o próprio, "de adoração a Deus". Ele diz ainda que os problemas do Brasil na saúde, na educação e no transporte "são simples" de resolver. "Eles não querem resolver porque eles querem o caos. Por trás de tudo existe uma ordem , a grande ordem mundial, existe illuminati, existe maçonaria. No passado o político Dr. Enéas falava sobre isso e era tachado de louco". Fonte: Metro 1

Foto: Reprodução

De acordo com o jornal Estado de S. Paulo, partidos de centro – PSDB, MDB, DEM, PP, PSD, PROS e PHS – estão liderando as pesquisas do Ibope de intenções de voto para o governo em 16 estados. Em primeiro ou segundo lugar, quem tem mais candidatos estaduais é o PSDB. São oito, no total. PT, PSB e MDB têm sete. DEM e PDT têm cinco. Na esquerda, PT, PSB e PCdoB têm chances de manter oito estados no Nordeste. Fonte: Forte na Notícia

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