Política - Mídia Recôncavo
Recôncavo, Sexta , 17 de Agosto de 2018
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Seja amor,seja muito amor. E se mesmo assim for difícil ser, Não precisa ser perfeito, Se não der pra ser amor, Que seja ao menos respeito. #CultiveORespeito
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Política
Foto: Wilson Dias / Agência Brasil

Documentos enviados ao Brasil pelo governo da Suíça reforçam suspeitas de caixa dois na campanha do senador José Serra (PSDB) ao governo de São Paulo, em 2006. As informações são do Jornal Nacional. A investigação sobre Serra está no Supremo Tribunal Federal (STF), mas a Procuradoria-Geral da República (PGR) pede que o inquérito seja remetido à Justiça Federal de São Paulo, já que os fatos não se referem ao mandato de senador. Segundo a procuradora-geral Raquel Dodge, os novos documentos abrem espaço para continuidade das investigações. Segundo o JN, um dos documentos enviados pela suíça é um e-mail de novembro de 2007, no qual a filha de Serra, Verônica Allende Serra, autoriza a substituição do administrador de uma conta do banco suíço Arner. A conta, chamada de Firenze 3026, pertencia à empresa offshore Dormunt International Inc, do Panamá. Segundo os documentos divulgados pelo JN, Verônica recebeu uma procuração para gerenciar os recursos. Serra declarou ao JN que rejeita a possibilidade de haver qualquer ilegalidade envolvendo o nome de sua filha e que jamais recebeu vantagens indevidas ao longo da carreira política. Ele também disse esperar que o caso seja esclarecido para evitar que prosperem acusações falsas. Já Verônica disse que não teve ciência dos documentos e que não comentaria o caso, mas considera "um equívoco" a citação de seu nome. Os documentos se somam às denúncias de delatores da Odebrecht sobre suspeita de caixa dois na campanha de 2006. Em depoimento à Polícia Federal, o executivo Pedro Novis, que presidiu a Odebrecht de 2002 a 2008, afirmou em janeiro que Serra pediu e recebeu, para si e para o partido, R$ 52,4 milhões de 2002 a 2012. Segundo Novis, entre 2006 e 2007 o grupo deu a Serra R$ 4,5 milhões (ou 1,6 milhão de euros ) que foram depositados numa conta no exterior indicada por José Amaro Ramos, ligado ao tucano. Fonte: Bahia Notícias

Foto : Reprodução / Veja

Perto de deixar o governo, o presidente Michel Temer (MDB) afirmou que Henrique Meirelles (MDB) é o candidato do governo. Além disso, disse que o tucano Geraldo Alckmin "pode vir a ser" também. "O Alckmin recebeu críticas porque tem o apoio de todos [os partidos que me apoiam]. Se você dissesse: 'quem o governo apoia?'. Parece que é o Geraldo Alckmin, né? Os partidos que deram sustentação ao governo, inclusive o PSDB, estão com ele. Vou ter cautela para não fazer campanha para um [Meirelles] ou outro. Até porque falam muito da impopularidade. Não quero nem incomodar, digamos", afirmou, à Folha.O emedebista evitou críticas a Geraldo Alckmin, mesmo quando confrontado com declarações do político que desabonam seu governo. "Não tenho crítica ao que ele diz", disse Temer. Ciro Gomes, candidato do PDT, foi criticado pelo presidente. "Veem esse cidadão dizendo barbaridades sobre o governo e no plano pessoal. Eles próprios raciocinaram e disseram: 'não podemos ir com alguém que vai destruir o que fizemos'", disse, sobre o pedido de seus ministros de não apoio a Ciro. Fonte: Metro 1

Foto: Ananda Migliano/Futura Press

Candidato a deputado federal pelo DEM e um dos coordenadores do Movimento Brasil Livre (MBL), Kim Kataguiri pediu nesta quarta-feira (15) a impugnação da candidatura de Lula à Presidência da República no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Em seu perfil no Twitter, o advogado do MBL Rubinho Nunes anunciou que a entidade pediu impugnação também da candidatura da ex-presidente Dilma Rousseff ao Senado (por Minas Gerais). “E como não gostamos de pessoas que descumprem a Lei, acabacamos de impugnar a candidatura da Dilma ao Senado por Minas Gerais”, postou o advogado do MBL. O PT protocolou nesta tarde no TSE o pedido de registro da candidatura de Lula, que está preso desde abril em Curitiba. A petição foi protocolada minutos depois de o pedido de registro da candidatura do petista ter sido apresentado. De acordo com documento do tribunal, o processo ficará com o ministro Admar Gonzaga. “Isso é um processo, faz parte”, disse a presidente do PT, senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR), em ato do partido em Brasília. Fonte: Bahia.Ba

Foto: Reprodução

Em decisão unânime, a Corte Especial do Superior Tribunal de Justiça absolveu nesta quarta-feira (15) o juiz federal Francisco de Assis Betti, afastado desde 2011 do Tribunal Regional Federal da 1ª Região. Ele foi denunciado pelo Ministério Público Federal sob acusação de corrupção passiva, exploração de prestígio de forma continuada e formação de quadrilha, com base nas investigações da Operação Passárgada, em 2008. Betti e outras cinco pessoas foram acusados da montagem de um esquema de liberações de mercadorias apreendidas pela Receita Federal e de venda de decisões para a liberação indevida do Fundo de Participação dos Municípios a prefeituras mineiras em débito com o INSS. O julgamento havia começado no dia 20 de junho. Na ocasião, o relator, ministro Jorge Mussi, absolveu o denunciado das imputações de corrupção passiva e exploração de prestígio e julgou extinta a punibilidade pela prescrição do crime de quadrilha. “Não há como se afirmar que tivesse ele conhecimento das conversas em que terceiros tratavam da liberação de mercadorias apreendidas, muito menos que lhes houvesse autorizado a efetuar qualquer negócio escuso em seu nome. Além de não haver proferido a decisão almejada pelo grupo criminoso, a quebra do sigilo bancário não revelou a existência de evolução patrimonial distintas dos ganhos do cargo por ele ocupado, tampouco foram localizados depósitos que pudessem ser reputados ilícitos dentro do período descrito na denúncia”, disse Mussi. Após o voto do relator, acompanhado pelo ministro Og Fernandes, a ministra Nancy Andrighi pediu vista. Nesta quarta-feira, na retomada do julgamento, Andrighi e os demais membros da corte votaram pela absolvição. A defesa de Betti ficou a cargo dos advogados Nelio Machado e João Francisco Neto, que sustentaram a falta de provas. Fonte: Bahia Notícias

Foto: Reprodução

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) declarou um patrimônio de R$7.987.921,57 no registro de sua candidatura à Presidência, realizado nesta quarta-feira no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A maior parte dos bens (R$ 6,3 milhões) corresponde a um plano de previdência privada. Da última vez que disputou uma eleição, em 2006, Lula havia declarado R$ 839.033,52. Fernando Haddad, oficializado como vice, apresentou um patrimônio de R$ 428.451,09. O valor é um pouco menor do que o declarado em 2016, quando o petista tentou se reeleger prefeito de São Paulo: R$451.938,07. Fonte: Bocão News

Foto : Nelson Jr/SCO/STF

O ministro Ricardo Lewandowski foi interrompido durante uma aula de Teoria Geral do Estado, ministrada na Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo e recebeu críticas de um aluno quanto aos privilégios de membros do Supremo Tribunal Federal (STF), em analogia às condições da Casa do Estudante, alojamento da USP. Erick Araújo fez uma sugestão ao magistrado para que ele entregasse três meses do “auxílio moradia” para ajudar na reforma do espaço. O caso aconteceu ontem (13). “Um mês do auxílio moradia banca a bolsa de 10 alunos dessa universidade, 10 alunos pobres que sempre foram excluídos desse espaço. Nós não vamos aceitar que o senhor defenda os seus privilégios lá no STF na quinta-feira e chegue aqui posando de republicano e democrata”, afirmou o aluno ao ministro. Araújo criticou ainda o perfil de parte dos discentes da Faculdade de Direito do Largo do São Francisco e pediu uma mudança. “Mas o mais importante mesmo, vossa excelência, é que você entenda que não está dando aula apenas para os filhos de seus amigos juízes. Hoje, você também dá aula para os filhos e filhas do porteiro e da empregada’, acrescentou. Lewandowski se defendeu e afirmou que não recebe o benefício. Após o discurso do estudante, o magistrado respondeu que “ministro do Supremo Tribunal Federal não recebe auxílio moradia. Nós recebemos os subsídios secos. E sobre os subsídios estão defasados em mais de 40% em face da inflação”. Fonte: Metro 1

Foto: Reprodução

O juiz Sergio Moro acolheu a denúncia do Ministério Público Federal (MPF) contra Guido Mantega, ministro da Fazenda nos governos petistas. A informação é da repórter Tabata Viapiana, da rádio CBN. Segundo a acusação do MPF, Mantega editou a “MP da crise” para favorecer a Odebrecht em troca de propina de R$ 50 milhões. Esse valor teria ficado à disposição dele na “conta geral de propinas do PT” mantida pela empreiteira. É a primeira vez que o ex-ministro da Fazenda se torna réu na Lava Jato. Moro rejeitou a mesma denúncia contra Antonio Palocci, preso desde 2016. Fonte: Bocão News

Foto: Foto ilustrativa

Cortejados por vários presidenciáveis antes de fecharem com Geraldo Alckmin (PSDB), os partidos do centrão, bloco considerado a “noiva da eleição”, foram os que mais fizeram caixa no ano passado com recursos oriundos do fundo partidário, que é distribuído para a manutenção das siglas. Esse dinheiro poderá ser usado na eleição, junto com a fatia que cada partido receberá do novo fundo eleitoral, o “fundão” de R$ 1,7 bilhão criado exclusivamente para financiar campanhas após a proibição de doações por empresas. O PR, com R$ 42,5 milhões em caixa, foi o partido que mais guardou recursos em 2017. Em seguida vem o PRB, com R$ 24,9 milhões, e, em terceiro lugar, o PP, com R$ 20,1 milhões. Somadas as economias dos três, o dote da noiva chega a R$ 88 milhões. Em maio, em resposta a uma consulta de um parlamentar do Solidariedade, que também integra o centrão, o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) confirmou que os partidos poderão aplicar 100% das sobras do fundo partidário na campanha deste ano, junto com os recursos do novo fundo eleitoral. Será o maior volume de recursos públicos já posto numa disputa eleitoral. As legendas ainda poderão usar uma parte do fundo partidário que vem sendo distribuído ao longo deste ano, mas esse valor é impossível de calcular no momento porque os partidos ainda não fecharam suas contas de 2018. O PR e o PP disseram que vão empregar na campanha os recursos que guardaram em caixa. O PRB não foi específico, apenas informou que fará a campanha dentro da lei e com lisura. Para receber sua fatia do fundo eleitoral, os partidos precisaram criar critérios  —mesmo que muito imprecisos— e informar ao TSE como vão repartir o dinheiro entre seus candidatos. Já a repartição das sobras do fundo partidário poderá ser feita conforme a vontade dos dirigentes, sem divulgação prévia. O levantamento foi feito para a reportagem pela ONG Transparência Partidária a partir dos dados declarados pelas siglas ao TSE. Foi considerada a diferença entre todas as receitas e todas as despesas dos partidos nos três níveis (federal, estadual e municipal), excluídas as transferências internas entre os diretórios. Entre as receitas dos partidos também há doações e contribuições de filiados e simpatizantes, mas a maior parte em 2017 (cerca de 88%, na média) foi de dinheiro público proveniente do fundo partidário. Em outubro passado, quando a Câmara deliberou pela criação do fundão eleitoral, a orientação das bancadas do PR e do PRB foi para que seus deputados votassem contra essa nova forma de financiamento. Na ocasião, deputados de outras legendas afirmaram que as duas eram contrárias porque tinham conseguido fazer caixa e já teriam garantido algum dinheiro para a eleição. O PP e o PR também foram dois dos partidos que mais atraíram deputados neste ano na chamada janela partidária —período em que os parlamentares podem trocar de agremiação sem sofrerem punições por infidelidade. O que os políticos afirmavam à época é que o principal fator que justificava esse poder de atração era ter dinheiro em caixa para prometer para as campanhas dos novos filiados. Partidos grandes como PT e PSDB também conseguiram economizar no ano passado, mas em menor escala  —O PT guardou, segundo os dados do TSE, R$ 13,8 milhões, e os tucanos, R$ 16,2 milhões. Na opinião de especialistas como o cientista político Fernando Limongi, professor da USP (Universidade de São Paulo), os dados do levantamento reforçam a ideia de que é muito grande a probabilidade de os partidos médios, como PR, PRB e PP, aumentarem suas bancadas na eleição de outubro. Uma das hipóteses dos analistas é que partidos como esses guardam mais recursos porque têm como foco prioritário eleger deputados federais e não têm uma vida partidária, ao longo do ano, tão ativa como os grandes. “Acho que são partidos que estão muito focados nisso, com a cabeça nisso [em ganhar cadeiras na Câmara]”, afirma Limongi. “É a única coisa que interessa, porque é a vaga na Câmara que vai definir a distribuição futura dos recursos. O fundo partidário é decidido lá, o fundo eleitoral, também, e o tempo de TV é distribuído lá [conforme o número de deputados]. Não querem saber de governar, de ganhar Executivo, não têm vida [partidária].” “Esses partidos do centrão que estão no topo da lista priorizam as eleições legislativas. Ter dinheiro em caixa, para eles, é vital, porque são muitos candidatos, eles fazem coligações, isso faz com que aumente o peso deles na capacidade de formar essas coligações”, diz Marcelo Issa, da Transparência Partidária. No geral, a terceira maior fonte de recursos dos partidos é a sobra do que eles destinaram no ano anterior para suas fundações. Por lei, todas as siglas são obrigadas a destinar 20% do que levam do fundo partidário para fundações. O que a fundação não executa volta no ano seguinte para o caixa do diretório nacional como receita. “As fundações foram criadas para promover educação e formação política e também desenvolver estudos, de modo a preparar os programas de governo dos partidos, para que quando alcançassem posição de comando pudessem contar com propostas bem estruturadas”, afirma Issa. Para ele, o que se nota é que essas fundações, com algumas exceções, não cumprem essa finalidade, daí devolverem o dinheiro para os partidos. “É de se questionar qual função as fundações vêm desempenhando, pois o nível de transparência sobre elas é muito baixo”, diz. COMO BANCAR UMA CAMPANHA: O R$ 1,7 bi do novo fundo eleitoral é dividido proporcionalmente entre os partidos.  TSE confirmou que siglas podem usar o que tiverem em caixa de seus fundos partidários, destinados à manutenção de suas estruturas. Lei autoriza também doações de pessoas físicas, prática pouco usual no país. Candidatos podem ainda autofinanciar suas campanhas até o limite de cada uma delas. Fonte: Bocão News

Foto: Reprodução

Candidato à presidência pelo PSL, o deputado federal Jair Bolsonaro esteve em um café da manhã secreto na última sexta-feira (10) com 62 empresários paulistas para discutir rumos para a economia do país. No evento, Bolsonaro cogitou a nomeação de Flávio Rocha, pré-candidato pelo PRB e presente no encontro, como possível ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio. Rocha, que teve sua candidatura ligada ao MBL (Movimento Brasil Livre), desistiu após seu partido optar por uma aliança com Geraldo Alckmin (PSDB) na corrida presidencial. De acordo com informações da Folha de S.Paulo, boa parte do empresariado presente se mostrou satisfeita com a aproximação com o candidato que foi definido por um dos presentes como um “candidato dos tempos da internet, em que valores precisam ser reais sem marketing”. Fonte: Bahia.Ba

Foto : Antonio Augusto/ Câmara dos Deputados

A atuação do cabo Daciolo (Patriota) no primeiro debate dos presidenciáveis rendeu a ele a pecha de escada de Jair Bolsonaro (PSL), segundo a coluna Painel, da Folha de S. Paulo.A publicação afirma que Adilson Barroso, o presidente do partido que alçou Daciolo ao estrelato, explica que a meta é exatamente a oposta. De acordo com o dirigente da sigla, o objetivo do partido é que o bombeiro roube votos de Bolsonaro por ter perfil semelhante ao do ex-capitão do Exército, que rejeitou o Patriota antes de se abrigar no PSL. Fonte: Metro 1

Entrevistas
Organizadores do “Bloco As Muriquetes” falam sobre a expectativa deste evento que vem animando os muritibanos a cada ano
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VT - Moderna Gestão e Assessoria
Mural de Recados
Tarsila escreveu para Joseane
"Vdd eu tbm eu quero saber tbm de todas as notícias desses anos que esta acontecendo muitas coisas ai è bom saber das coisas primeiro..."
Joseane Bonfim escreveu para Anderson Bella
"Ola, tudo bem? Sou Joseane Bonfim e estou fazendo uma pesquisa sobre os blogs da região de SAJ, o Midia Reconcavo se encaixa na categoria de Blog?"
Podcast
Spot - Câmara de Cruz das Almas
Escute o Spot da Câmara de Vereadores de Cruz das Almas.